quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Das coisas incompreensíveis

Sarah Jessica Parker e Chris Noth em "Sex and the City"

Ultimamente, quando arranjo um tempinho livre, tenho-me dedicado a rever todos os episódios da série "Sex and the City". Neste momento, estou na segunda temporada e só me vem à cabeça o seguinte - mas como é que a Carrie ficou com o Big?
O homem basicamente brincou com ela e com os seus sentimentos desde o início ao final da série, e, como se não bastasse, ainda a deixou plantada no altar, no filme, porque, coitadinho, ao fim de não sei quantos anos de quer-não-quer ainda estava confuso e ainda lhe deu um ataque de pânico por se ir casar. Realmente a série só demonstra que há mulheres que se contentam com pouco e que são "felizes" com migalhas. E pensar que eu conheço tantas e que em tempos também eu fui uma delas...

17 comentários:

Lady Ana Ricci disse...

Amor é amor. É inexplicável. Ela amava-o. independentemente de tudo o que ele lhe fez, de tudo o que sofreu. E é uma série e, acima de tudo, é o amor...

Na minha opinião, o filme "estragou" um bocadinho a minha opinião sobre o Big, por isso mesmo. Depois de tantos anos juntos, de tantos atritos, ele ficou "confuso" na hora H. Acho que a história da série/filmes acabaria muito melhor depois do reencontro em Paris.

Agnes disse...

Já pensei o mesmo, sobretudo porque tenho uma amiga a quem às vezes me apetece bater por todas as coisas que aturou, enfim...

sandra disse...

Parece-me que todas temos que passar por este tipo de situações. Diga-mos que deve ser "Karmico" ou instrutivo, ensinando a diferenciar o que vale a pena do que não vale. =)

Heriwen disse...

Penso que isso acontece devido à solidão insuportável e à pressão da sociedade para a "vida em casal".
É preciso ser realmente muito forte, com grande auto-estima, para continuar a ser exigente e seletiva! :)

ana disse...

(quase) todas já fomos...

Colour my life disse...

Da série, já me lembro de pouquíssimas coisas. Dos filmes, por acaso, salta à vista, no primeiro, a imaturidade do homem. Mas os machos são sempre um pouco absurdos e infantis.

Sofia Fernandes disse...

Acho que todas nós (mulheres) tem, já teve ou irá ter um Big nas suas vidas.

Panda disse...

Eu super fã da série (já a vi completa 3x) também sempre achei isso, e é engraçado que hoje escrevi um post que não tendo nada a ver com este a conclusão é a mesma, mulheres que ficam contentes com muito pouco.

Su disse...

ahahaha, eu tenho a opinião exactamente contrária. Nunca percebi como é que ela andou metida com o Aidan, que era um básico saloio.
É verdade que o Big era muito complicado, mas eu acho que a Carrie também tinha muitas criancices de quem não sabia lidar com um homem com o background do Big.

Rubi disse...

Só no mundo da ficção!

Shiine * disse...

Também eu fui uma delas. Hoje sou exigente, e sei o que mereço.

Atlântida disse...

O Aidan saloio? Disagree: era um artista. Só porque não andava com fatos Armani? Era um homem mais prático, só isso. O trabalho que tinha não exigia que andasse sempre aperaltado.

CurlyGirl disse...

É mesmo verdade. O problema é que só te apercebes de que eram migalhas, quando tens o bolo inteiro. Acho que muita gente, nunca chega a encontrar esse "bolo" e talvez o motivo até seja por estarem "felizes" com as migalhas. Vivem uma ilusão...

A Vida da Cinderela de Saltos Altos disse...

Também nunca percebi por que a Carrie ficou com o Big depois de tudo o que ele lhe fez.

Regina disse...

adoro a sua escrita tão realista.

P disse...

Que engraçado, também tenho passado agora os últimos dias a rever o Sex and the City desde o iniciozinho.

Boboquinha disse...

Estás a tentar tirar sentido de uma série que não faz sentido algum! Podera.... foi inspirada por um homem!