quinta-feira, 15 de março de 2012
Ainda a adoção
Eu conheço algumas histórias felizes de pessoas que não podiam ter filhos biológicos e adotaram. E não tenho nada contra quem adota porque não pode ter filhos biológicos, como será evidente. Até porque há muita gente que nem sequer tinha posto essa hipótese anteriormente, e devido a essa tristeza começa a sentir essa vontade, esse desejo, esse sonho. No entanto, há pessoas que SÓ adotam porque não conseguiram ter filhos biológicos. E depois querem apenas crianças à sua imagem e semelhança, com determinado tipo de caraterísticas. Sem traumas, sem problemas. Portanto, adoção, sim, mas feita com o coração e não como uma solução.
Da adoção
Elle Fanning
Quando digo que adotei a Princesinha a alguém que conheço há pouco tempo, há sempre quem se saia com uma frase do género - ah, eu conheço um casal que, como não podia ter filhos, também adotou. E eu detesto que me digam isso, confesso.
Primeiro, porque não adotei a Princesinha porque não podia ter filhos biológicos. Adotei-a porque nos adorámos assim que nos conhecemos e chegou uma altura em que já não conseguíamos estar longe uma da outra. Foi, e é, uma daquelas histórias de amor incondicional que eu julgava só acontecerem nos filmes. Segundo, porque adotar sempre foi um sonho, independentemente de ter ou não filhos biológicos.
E, para dizer a verdade, acho um erro enorme adotar SÓ porque não se conseguiu ter filhos biológicos. Adotar nunca, mas nunca, deveria ser um plano B, uma segunda opção - como não consigo ter um filho meu, vou arranjar um que não é meu para tapar esta ferida que aqui ficou.
Quando digo que adotei a Princesinha a alguém que conheço há pouco tempo, há sempre quem se saia com uma frase do género - ah, eu conheço um casal que, como não podia ter filhos, também adotou. E eu detesto que me digam isso, confesso.
Primeiro, porque não adotei a Princesinha porque não podia ter filhos biológicos. Adotei-a porque nos adorámos assim que nos conhecemos e chegou uma altura em que já não conseguíamos estar longe uma da outra. Foi, e é, uma daquelas histórias de amor incondicional que eu julgava só acontecerem nos filmes. Segundo, porque adotar sempre foi um sonho, independentemente de ter ou não filhos biológicos.
E, para dizer a verdade, acho um erro enorme adotar SÓ porque não se conseguiu ter filhos biológicos. Adotar nunca, mas nunca, deveria ser um plano B, uma segunda opção - como não consigo ter um filho meu, vou arranjar um que não é meu para tapar esta ferida que aqui ficou.
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Estado em que se encontra este blogue
Amanda Seyfried fotografada para a Glamour por Ellen von Unwerth, março 2012
A precisar urgentemente de férias.
A precisar urgentemente de férias.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Das coisas boas da vida
Susannah York com o seu Cavalier King Charles Spaniel
Um cãozinho bebé consegue ser a coisinha mais doce e linda do mundo... mas dá tanto trabalho. Ai.
Um cãozinho bebé consegue ser a coisinha mais doce e linda do mundo... mas dá tanto trabalho. Ai.
Lady Gaga, volta, estás perdoada!
Mila Kunis fotografada para a Bazaar de abril de 2012 por Terry Richardson
As reportagens da Moda Lisboa nos telejornais dão-me sempre vontade de rir. Sobretudo quando os jornalistas desatam a fazer reportagens sobre os outfits das pessoas que ali estão presentes. É tudo demasiado surreal para ser verdade.Vale tudo para chamar a atenção.
As reportagens da Moda Lisboa nos telejornais dão-me sempre vontade de rir. Sobretudo quando os jornalistas desatam a fazer reportagens sobre os outfits das pessoas que ali estão presentes. É tudo demasiado surreal para ser verdade.Vale tudo para chamar a atenção.
domingo, 11 de março de 2012
Das coisas boas da vida
Passar a marginal, de carro, bem cedinho, num domingo de sol. Só apetece parar o carro e ficar por ali, horas esquecidas, a observar a paisagem e a pensar que, apesar de todos os problemas, temos coisas tão bonitas.
sábado, 10 de março de 2012
Das coisas boas da blogosfera
Há tempos, um dos blogues da semana aqui mencionado foi o Beijo da Mulata, blogue de uma pediatra que, de vez em quando, faz voluntariado em Moçambique. Dias depois, recebi um e-mail da sua autora a dar-me conta das repercussões que essa divulgação teve. Para além do natural aumento do número de visitas, várias pessoas leram o blogue de fio a pavio e algumas decidiram mesmo apadrinhar algumas crianças (no âmbito de alguns projetos que lá são mencionados). Fiquei tão feliz.
Dos filmes inesquecíveis
Intenso. Tocante. Inteligente. Comovente. Um dos filmes mais bonitos de sempre (ou não fosse Stephen Daldry um dos meus realizadores favoritos).
quinta-feira, 8 de março de 2012
•
Kristen Stewart fotografada por Matthias Vriens-McGrath fpara a Elle UK, julho 2010
Há horas tão longas que mais parecem anos.
Há horas tão longas que mais parecem anos.
...
Anne Hathaway fotografada por Mario Testino
Todos os meus amigos sabem cada vez menos da minha vida, é um facto. Não por mal, mas porque a minha vida neste momento acontece a uma velocidade tão estonteante que acabo por achar melhor não contar metade das coisas, para não correr o risco de acharem que eu enlouqueci. Por isso, tenho gostado da sua preocupação silenciosa. Não questionam. E eu sei que eles estão lá a desejar-me o melhor. E eles sabem que eu estou aqui a fazer o mesmo. E hoje é um dia tão importante. Preciso mais uma vez que não questionem, apenas rezem. Hoje vamos mesmo precisar.
Todos os meus amigos sabem cada vez menos da minha vida, é um facto. Não por mal, mas porque a minha vida neste momento acontece a uma velocidade tão estonteante que acabo por achar melhor não contar metade das coisas, para não correr o risco de acharem que eu enlouqueci. Por isso, tenho gostado da sua preocupação silenciosa. Não questionam. E eu sei que eles estão lá a desejar-me o melhor. E eles sabem que eu estou aqui a fazer o mesmo. E hoje é um dia tão importante. Preciso mais uma vez que não questionem, apenas rezem. Hoje vamos mesmo precisar.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Jamais entenderei certas modernices
terça-feira, 6 de março de 2012
Das obras de arte
Lauren Bush (sobrinha de George W. Bush) no dia do seu casamento com David Lauren (filho de Ralph Lauren)
Ao contrário da maior parte das mulheres, nunca tive o sonho de casar de véu e grinalda. Para além disso, sempre achei a maior parte dos vestidos de noiva um pavor. No entanto, a este abro uma grande exceção. Lindo, lindo. Uma vénia ao senhor Ralph Lauren, por favor.
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Divagações de domingo de manhã
Marion Cotillard fotografada por Jean Baptiste-Mondino
Os dias têm amanhecido cinzentos. Como eu. Ainda por cima o meu corpo está tão habituado a saltar da cama de madrugada todos os dias, que hoje, sem que isso fosse necessário, despertou cedo. E agora aqui estou eu, diante de um computador, a postar às sete da manhã de um domingo. Talvez numa de distração. Divagar um pouco sobre assuntos parvos, funciona sempre bem.
Mas adiante, na sexta-feira dei conta da verdadeira importância do futebol para a maior parte das pessoas. Sim, eu lembro-me do Euro 2004 e da loucura que foi, mas, caramba, era Portugal que estava em jogo, era a união de um país, o orgulho nacional. Mas agora, porque raio vivem as pessoas tanto o futebol, ficando de trombas se, por exemplo, o Benfica perde e ficando loucas se este ganha, ao ponto de regerem toda a sua vida em função disso?
Na sexta-feira jantámos fora. Como ninguém se lembrava que havia o raio de um jogo de futebol tão importante (andamos tão submersos na nossa vida e nos nossos problemas que não nos lembramos dessas coisas), escolhemos um restaurante que, por acaso, e surpreendentemente, tinha uma televisão ligada ao dito jogo (e uma televisão num restaurante para mim diz tudo sobre um restaurante, conversa para outro post). E a única coisa que saltava à vista eram os casais e as famílias a jantarem sozinhos, elas a comerem em silêncio, uma ou outra lá olhava também muito entendida para o jogo, e eles vidrados na televisão. Só na televisão. No primeiro golo do Benfica, apanhei um susto de morte, porque se levantaram todos aos gritos. E por aí fora. Ou seja, a liberdade deles estava a interferir com a minha, por causa de... um jogo de futebol.
De seguida, lembrámo-nos que tínhamos de passar pelo shopping para fazer uma compra de última hora. Mais uma vez, via-se a obsessão das pessoas pelo futebol por todo o lado. Todas as televisões das lojas tinham uma legião de homens, estáticos, a olhar para aquilo como se não existisse mais nada no mundo naquele momento. O bom disto, é que as lojas, estavam praticamente vazias.
Quando cheguei a casa, liguei o Facebook e todos, repito, TODOS, os estados das pessoas eram sobre o jogo.
E agora pergunto eu, vocês, os que fazem parte destas pessoas, expliquem-me por que razão mexe isto tanto convosco? Eu compreendo que as pessoas vão ao estádio ver jogos de futebol e aí se empolguem a sério. E compreendo que as pessoas fiquem felizes com a vitória da sua equipa, atenção, e vejam os jogos na televisão. Agora levar a vida com uma obsessão que roça o doentio por causa da vitória de um clube de futebol, que, afinal de contas, não vai contribuir nada para a vossa vida, ao ponto de ficarem furibundos com a sua derrota, e ao ponto de não terem mais assuntos de conversa nos dias seguintes, que não seja - o árbitro roubou a equipa e aquele fora de jogo não existiu - é um bocadinho surreal, ou não. Não, não estou a condenar, estou apenas a tentar compreender.
Os dias têm amanhecido cinzentos. Como eu. Ainda por cima o meu corpo está tão habituado a saltar da cama de madrugada todos os dias, que hoje, sem que isso fosse necessário, despertou cedo. E agora aqui estou eu, diante de um computador, a postar às sete da manhã de um domingo. Talvez numa de distração. Divagar um pouco sobre assuntos parvos, funciona sempre bem.
Mas adiante, na sexta-feira dei conta da verdadeira importância do futebol para a maior parte das pessoas. Sim, eu lembro-me do Euro 2004 e da loucura que foi, mas, caramba, era Portugal que estava em jogo, era a união de um país, o orgulho nacional. Mas agora, porque raio vivem as pessoas tanto o futebol, ficando de trombas se, por exemplo, o Benfica perde e ficando loucas se este ganha, ao ponto de regerem toda a sua vida em função disso?
Na sexta-feira jantámos fora. Como ninguém se lembrava que havia o raio de um jogo de futebol tão importante (andamos tão submersos na nossa vida e nos nossos problemas que não nos lembramos dessas coisas), escolhemos um restaurante que, por acaso, e surpreendentemente, tinha uma televisão ligada ao dito jogo (e uma televisão num restaurante para mim diz tudo sobre um restaurante, conversa para outro post). E a única coisa que saltava à vista eram os casais e as famílias a jantarem sozinhos, elas a comerem em silêncio, uma ou outra lá olhava também muito entendida para o jogo, e eles vidrados na televisão. Só na televisão. No primeiro golo do Benfica, apanhei um susto de morte, porque se levantaram todos aos gritos. E por aí fora. Ou seja, a liberdade deles estava a interferir com a minha, por causa de... um jogo de futebol.
De seguida, lembrámo-nos que tínhamos de passar pelo shopping para fazer uma compra de última hora. Mais uma vez, via-se a obsessão das pessoas pelo futebol por todo o lado. Todas as televisões das lojas tinham uma legião de homens, estáticos, a olhar para aquilo como se não existisse mais nada no mundo naquele momento. O bom disto, é que as lojas, estavam praticamente vazias.
Quando cheguei a casa, liguei o Facebook e todos, repito, TODOS, os estados das pessoas eram sobre o jogo.
E agora pergunto eu, vocês, os que fazem parte destas pessoas, expliquem-me por que razão mexe isto tanto convosco? Eu compreendo que as pessoas vão ao estádio ver jogos de futebol e aí se empolguem a sério. E compreendo que as pessoas fiquem felizes com a vitória da sua equipa, atenção, e vejam os jogos na televisão. Agora levar a vida com uma obsessão que roça o doentio por causa da vitória de um clube de futebol, que, afinal de contas, não vai contribuir nada para a vossa vida, ao ponto de ficarem furibundos com a sua derrota, e ao ponto de não terem mais assuntos de conversa nos dias seguintes, que não seja - o árbitro roubou a equipa e aquele fora de jogo não existiu - é um bocadinho surreal, ou não. Não, não estou a condenar, estou apenas a tentar compreender.
quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Das verdades escondidas
Marlene Dietrich fotografada por Eve Arnold in 1950
As pessoas são umas queridas e quando uma blogger que leem está alguns dias sem postar, acabam sempre por perguntar se se passa alguma coisa. É natural. Acontece-me o mesmo em relação a outras bloggers que eu gosto, já que nos habituamos a seguir as suas vidas diariamente. A verdade é esta, quem escreve quase todos os dias (ok, lá vai um dia, dois ou três sem escrever, nunca mais do que uma semana) como eu, quando não escreve nada de nada, durante cinco ou mais dias, das quatro uma (a Elite em tempos escreveu um post giríssimo sobre isto) - ou está de férias (infelizmente não estou), ou está sem internet (também não é o caso), ou está com namorado novo (not, o meu Amor continua lindo e perfeito e eu a cada dia que passa estou mais apaixonada do que nunca), ou está com problemas. E por muito que se responda a toda a gente com um - está tudo bem, a verdade é que não está. E como já perdi o hábito, se é que alguma vez o tive, de vir para aqui contar cada pormenor da minha vida, e como detesto andar sempre a queixar-me, é mais fácil deixar-me simplesmente ficar em silêncio e esperar que o que me atormenta passe ou que pelo menos fique melhor.
As pessoas são umas queridas e quando uma blogger que leem está alguns dias sem postar, acabam sempre por perguntar se se passa alguma coisa. É natural. Acontece-me o mesmo em relação a outras bloggers que eu gosto, já que nos habituamos a seguir as suas vidas diariamente. A verdade é esta, quem escreve quase todos os dias (ok, lá vai um dia, dois ou três sem escrever, nunca mais do que uma semana) como eu, quando não escreve nada de nada, durante cinco ou mais dias, das quatro uma (a Elite em tempos escreveu um post giríssimo sobre isto) - ou está de férias (infelizmente não estou), ou está sem internet (também não é o caso), ou está com namorado novo (not, o meu Amor continua lindo e perfeito e eu a cada dia que passa estou mais apaixonada do que nunca), ou está com problemas. E por muito que se responda a toda a gente com um - está tudo bem, a verdade é que não está. E como já perdi o hábito, se é que alguma vez o tive, de vir para aqui contar cada pormenor da minha vida, e como detesto andar sempre a queixar-me, é mais fácil deixar-me simplesmente ficar em silêncio e esperar que o que me atormenta passe ou que pelo menos fique melhor.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Das bloggers que eu adoro ou de como há palavras que poderiam ser minhas
Kate Moss fotografada por Tesh
Com o tempo, aprende-se a mergulhar debaixo da onda e vir logo ao de cima, assim que se pode. E isso torna-se automático em nós. Em muitas pessoas, esta aprendizagem demora a vida inteira. Noutras, demora anos. Noutras, vem de estarem já escaldadas de terem levado com centenas de ondas de frente, como eu.
E mais cedo ou mais tarde, damos por nós inteiramente preparados face à vinda de uma onda. Damos por nós a ter um tempo de reacção de mergulho inimaginavelmente rápido. Damos por nós a gerir dramas como se se tratassem de pequenas coisas. Damos por nós a ajudar os outros a mergulhar e a vir ao de cima, para que também eles não levem com a rebentação das ondas deles.
E quase sempre os outros ficam muito surpreendidos. Por terem sido salvos e pela nossa reacção. Mas o que eles não sabem, é o caminho que fizemos até termos ficado como ficámos.
Escrito por uma das minhas bloggers favoritas, a Martine, no seu À procura da Terra do Nunca.
Com o tempo, aprende-se a mergulhar debaixo da onda e vir logo ao de cima, assim que se pode. E isso torna-se automático em nós. Em muitas pessoas, esta aprendizagem demora a vida inteira. Noutras, demora anos. Noutras, vem de estarem já escaldadas de terem levado com centenas de ondas de frente, como eu.
E mais cedo ou mais tarde, damos por nós inteiramente preparados face à vinda de uma onda. Damos por nós a ter um tempo de reacção de mergulho inimaginavelmente rápido. Damos por nós a gerir dramas como se se tratassem de pequenas coisas. Damos por nós a ajudar os outros a mergulhar e a vir ao de cima, para que também eles não levem com a rebentação das ondas deles.
E quase sempre os outros ficam muito surpreendidos. Por terem sido salvos e pela nossa reacção. Mas o que eles não sabem, é o caminho que fizemos até termos ficado como ficámos.
Escrito por uma das minhas bloggers favoritas, a Martine, no seu À procura da Terra do Nunca.
Das viagens na blogosfera
Lara Stone fotografada por Inez & Vinoodh
É certo que no seu blogue manda quem nele escreve, e quem sou eu para vir para aqui atirar postas de pescada ou dar conselhos, mas, caramba, há coisas tão íntimas que certas meninas contam sobre os seus homens (será que eles sabem que a sua vida e os seus hábitos são ali dissecados ao pormenor diante de toda uma blogosfera?) que chega a ser doloroso lê-las. Não havia necessidade, digo eu.
É certo que no seu blogue manda quem nele escreve, e quem sou eu para vir para aqui atirar postas de pescada ou dar conselhos, mas, caramba, há coisas tão íntimas que certas meninas contam sobre os seus homens (será que eles sabem que a sua vida e os seus hábitos são ali dissecados ao pormenor diante de toda uma blogosfera?) que chega a ser doloroso lê-las. Não havia necessidade, digo eu.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
O blogue da semana
Reese Witherspoon fotografada para a Vogue por Peter Lindbergh, maio 2011
O blogue desta semana chama-se agre&doce e pertence à Dulce (que para além de ser minha amiga no facebook, é, talvez, a pessoa que deixa os comentários mais interessantes por essa blogosfera fora). É um blogue simples, despretensioso, inteligente, culto, onde podemos ficar sempre a saber mais acerca de um filme, de um livro, de um espetáculo, de uma viagem (invejo-lhe sempre as viagens que faz), ou apenas acerca da sua própria vida.
O blogue desta semana chama-se agre&doce e pertence à Dulce (que para além de ser minha amiga no facebook, é, talvez, a pessoa que deixa os comentários mais interessantes por essa blogosfera fora). É um blogue simples, despretensioso, inteligente, culto, onde podemos ficar sempre a saber mais acerca de um filme, de um livro, de um espetáculo, de uma viagem (invejo-lhe sempre as viagens que faz), ou apenas acerca da sua própria vida.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Um novo membro na família
Elle Fanning
No dia dos namorados, para além das surpresas entre nós, decidimos fazer também uma surpresa à Princesinha - oferecemos-lhe um cachorrinho lindo lindo de apenas dois meses. Escusado será dizer que tem sido a alegria cá de casa. Ela anda completamente eufórica e feliz. Pode dizer-se que neste momento ela não vê mais nada nem ninguém à frente. Só mesmo o cachorrinho.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Da maquilhagem
Blake Lively
Não me recordo exatamente da idade que tinha quando me comecei a maquilhar, mas apontaria para os dezasseis ou dezassete anos. Na altura usava apenas rímel e batom. O lápis preto e a base, esses, comecei a usar por volta dos dezanove. O blush por volta dos vinte e três anos (não sei como só comecei a usar nesta altura, uma vez que hoje é para mim o mais importante da maquilhagem). Quando me comecei a maquilhar usava imensos batons de várias cores, inclusivé vermelhos que nunca mais tive coragem de usar. Depois apareceram os gloss e eu abandonei para sempre os batons. Hoje em dia, apesar de ter imensos batons, é raro usá-los. Só consigo usar gloss. Prefiro carregar mais um pouco nos olhos e deixar na boca apenas um brilho. Mas confesso que este baton rosa que a Blake Lively usou me ficou na memória (e os brincos também).
Não me recordo exatamente da idade que tinha quando me comecei a maquilhar, mas apontaria para os dezasseis ou dezassete anos. Na altura usava apenas rímel e batom. O lápis preto e a base, esses, comecei a usar por volta dos dezanove. O blush por volta dos vinte e três anos (não sei como só comecei a usar nesta altura, uma vez que hoje é para mim o mais importante da maquilhagem). Quando me comecei a maquilhar usava imensos batons de várias cores, inclusivé vermelhos que nunca mais tive coragem de usar. Depois apareceram os gloss e eu abandonei para sempre os batons. Hoje em dia, apesar de ter imensos batons, é raro usá-los. Só consigo usar gloss. Prefiro carregar mais um pouco nos olhos e deixar na boca apenas um brilho. Mas confesso que este baton rosa que a Blake Lively usou me ficou na memória (e os brincos também).
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Correndo o risco de sofrer um apedrejamento geral (ainda por cima numa altura tão importante como esta em que o Irão pretende abolir as sentenças de morte por apedrejamento)
Richard Avedon, Carmen (Homage to Munkasci), Paris, 1957
Confesso que já tenho saudades de uns diazinhos e de umas noites de chuva. Eu adoro dias de inverno com sol e muito frio, mas, caramba, uma chuvinha de vez em quando também nunca fez mal a ninguém. E os campos agradecem.
Confesso que já tenho saudades de uns diazinhos e de umas noites de chuva. Eu adoro dias de inverno com sol e muito frio, mas, caramba, uma chuvinha de vez em quando também nunca fez mal a ninguém. E os campos agradecem.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Ténis com salto embutido ou a última loucura da moda
Chiara Ferragni
Tenho para mim que as nossas fashionistas ainda não descobriram os ténis com salto embutido (medonhos, diga-se) Isabel Marant que se tornaram moda lá fora, não sei como, e que toda a fashionista e celebridade usa. Só isso explica que ainda não tenham chovido posts com o título - quero, quero muito, quero trazê-los para casa, era uma mulher feliz com eles - seguido da foto dos ditos ténis.
Tenho para mim que as nossas fashionistas ainda não descobriram os ténis com salto embutido (medonhos, diga-se) Isabel Marant que se tornaram moda lá fora, não sei como, e que toda a fashionista e celebridade usa. Só isso explica que ainda não tenham chovido posts com o título - quero, quero muito, quero trazê-los para casa, era uma mulher feliz com eles - seguido da foto dos ditos ténis.
E não era calçada portuguesa, imaginem se fosse
Quem nunca teve um episódio destes que atire a primeira pedra. A única diferença, pequenina, é que nem sempre está lá o Colin Firth para apanhar e calçar o sapato.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Do google
Já viram hoje a animação do Google relativa ao dia dos namorados? Vejam. Está linda. Acho que até os que abominam e amaldiçoam este dia, irão gostar.
♥
E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos...
Pablo Neruda
Das declarações de amor
Brigitte Bardot
Às vezes acho que o conheço desde sempre. Foi como se tivesse passado toda a minha vida à espera dele e tudo passasse a fazer sentido depois de ele aparecer calmamente, sem pressas, na minha vida. A verdade é que antes de ele existir na minha vida, já existia nos meus sonhos. E, por isso, agradeço a Deus todos os desgostos de amor que tive, todos os homens errados que conheci, todas as provações, todas as lágrimas que chorei, e sobretudo o facto de não me ter contentado com pouco, de querer sempre o melhor para mim, pois caso contrário preferia ficar solteira, porque no fim estava ele. Ele. O mais lindo, por dentro e por fora. O mais perfeito. Aquele que se destaca no meio da multidão, aquele que me completa e me faz uma mulher feliz e amada. Tão amada. Tão feliz.
Às vezes acho que o conheço desde sempre. Foi como se tivesse passado toda a minha vida à espera dele e tudo passasse a fazer sentido depois de ele aparecer calmamente, sem pressas, na minha vida. A verdade é que antes de ele existir na minha vida, já existia nos meus sonhos. E, por isso, agradeço a Deus todos os desgostos de amor que tive, todos os homens errados que conheci, todas as provações, todas as lágrimas que chorei, e sobretudo o facto de não me ter contentado com pouco, de querer sempre o melhor para mim, pois caso contrário preferia ficar solteira, porque no fim estava ele. Ele. O mais lindo, por dentro e por fora. O mais perfeito. Aquele que se destaca no meio da multidão, aquele que me completa e me faz uma mulher feliz e amada. Tão amada. Tão feliz.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
E já que estamos numa de ver gente em pelota, queria aqui esclarecer uma dúvida
David Beckham para a H&M
Se eu já acho o homem medonho por si só (que me desculpem as fãs, mas o que seria do amarelo se todos gostassem do azul?), esta campanha consegue pô-lo ainda pior. Desde as tatuagens ao penteado lambido, passando pelo olhar de matador e pela posição das pernas e dos braços, tudo é mau. Mas a minha maior dúvida é mesmo o que está dentro dos boxers. Mas que raio tem ele lá dentro? Uma caixa de óculos? Um par de meias enrolado?
Se eu já acho o homem medonho por si só (que me desculpem as fãs, mas o que seria do amarelo se todos gostassem do azul?), esta campanha consegue pô-lo ainda pior. Desde as tatuagens ao penteado lambido, passando pelo olhar de matador e pela posição das pernas e dos braços, tudo é mau. Mas a minha maior dúvida é mesmo o que está dentro dos boxers. Mas que raio tem ele lá dentro? Uma caixa de óculos? Um par de meias enrolado?
O que é bom é para se ver?
Adam Levine e e a sua namorada Anne Vyalitsyna ontem nos Grammy Awards
Há quem leve mesmo à letra o famoso ditado popular "o que é bom é para se ver"
Há quem leve mesmo à letra o famoso ditado popular "o que é bom é para se ver"
domingo, 12 de fevereiro de 2012
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Whitney Houston
Nunca fui sua fã, ela não marcou a minha adolescência, nem tampouco vi o filme dela com o Kevin Costner, no entanto ela tem uma música linda linda que eu nunca me canso de ouvir:
Cause your love is my love
and my love is your love
It would take an eternity to break us
And the chains of Amistad couldn't hold us
My love is your love.
Nunca fui sua fã, ela não marcou a minha adolescência, nem tampouco vi o filme dela com o Kevin Costner, no entanto ela tem uma música linda linda que eu nunca me canso de ouvir:
Cause your love is my love
and my love is your love
It would take an eternity to break us
And the chains of Amistad couldn't hold us
My love is your love.
O blogue da semana
O blogue desta semana chama-se beijo da mulata e é um blogue mágico que nos traz histórias e fotografias, de África, sobretudo de África, mas não só, pelo olhar de uma pediatra. Obrigatório.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
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