sábado, 7 de abril de 2012

Dos filmes imperdíveis

11 comentários:

Ana C. disse...

É simplesmente maravilhoso.

Pics disse...

Da última vez em que fui ao cinema li a descrição deste e ficou na lista. Só não o vi porque ainda cá não tinha chegado.

V* disse...

já desconfiava que assim fosse :)
tenho que ir ver!

Bernardo disse...

Sábado-Feira # 01 já disponível
http://apontamento-bernardo.blogspot.pt/

Green disse...

Nunca tinha ouvido falar deste, vou investigar.

Mam'Zelle Moustache disse...

Concordo! Mas, como referi no meu blogue, acho a tradução do título muito pouco feliz, muito fácil, desligada da beleza do filme e do seu título original.

chu disse...

Parece-me que as pessoas esquecem-se que este filme não é um romance; são vidas e bem reais!

O título está muito bem, ou será que acham mesmo que um velho rico branco aristocrata iria, sequer!, cruzar o seu caminho com um negro pobre e ex-presidiário?
Estes dois homens são mesmo intocáveis; pela ordem das coisas, estes dois jamais se cruzariam (tocariam).

Alguém daqui "apostaria" no mesmo homem que o velho apostou que, logo para começar, roubou-lhe uma peça valiosíssima?
Não me parece!

A beleza desta história é que duas pessoas de mundos tão diferentes tornam-se amigos inseparáveis! A pessoa mais improvável, negro, sem habilitações, sem referências, sem experiência, acabado de sair da prisão, torna-se no melhor cuidador de um tetraplégico.

Repararam que não há mais nenhum negro naquele palacete, nem para limpar o chão? Nem nenhum outro negro estava lá para reponder ao anúncio. Calhou aquele, porque precisava da assinatura para continuar a receber o fundo de desemprego.

E era mesmo bom que esta história inspirasse pessoas! Talvez assim deixasse de haver tanto preconceito e tudo o que isso traz para as pessoas de pele diferente de branca.

Princesse Sofia disse...

Filme do ANO... o Omar "roubou" mesmo o prémio de melhor intérprete masculino da academia francesa de cinema ao protagonista do The Artist! :)

Mam'Zelle Moustache disse...

Chu, suponho que esse "as pessoas" seja para mim, não que eu tenha a mania de perseguição, mas penso ter sido a única a referir aqui o título do filme.
1º - Este filme, por acaso, baseia-se num livro autobiográfico, como muitos outros. Continua, no entanto, a ser um filme romanceado e não a vida real. Driss é de origem senegalesa, Abdel Sellou, de origem argelina, para lhe dar um exemplo concreto.
2º - Quando diz que "o título está muito bem" tenta explicar, caso alguém (eu?) não tivesse entendido, o título original. Não concordo com a sua explicação, mas isso é o menos, pois o importante é eu também achar que é um excelente título, como o referi no meu comentário.
3 - Quanto à sua pergunta sobre uma possível "aposta", atrevo-me a pensar que seja retórica. Suponho que tenha mais com que se preocupar do que saber o que eu faria no lugar do Philippe. De facto, não tem nada a ver com isso.
4 - Se "não (lhe) parece", deve ter dons de adivinhação. Ora eu não acredito em bruxas, sinto muito.
5 - Depois, explica, mais uma vez, umas partes do filme. Mais uma vez, para quem não tenha percebido a coisa. Eu continuo a dizer que não tive qualquer dificuldade; nem das legendas precisei, veja lá bem!
6 - Relativamente à sua conclusão, acho muito bem também. Eu, sinceramente (e infelizmente), duvido que este filme, por si só, venha a mudar mentalidades. Mas é unica e exclusivamente a minha opinião.
Ah, e já agora, continuo a achar que o título escolhido em português é mesmo fraquinho, fraquinho. Mas também é só a minha mera opinião.

M.R disse...

Quero ir ver!!!!!!!!!

Me,myself & I! disse...

O livro, por outro lado, é desastrosamente entediante...