segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Das reportagens perfeitas



Adenda: Infelizmente a reportagem não está aqui completa, este vídeo é apenas uma parte dela.

10 comentários:

D. disse...

Também vi, está mesmo perfeita!

Silvina disse...

Emocionei-me com a historia do Alberto e da Hélène (demasiados recortes pessoais)... E gostei da lição de partilha, "partilha de tudo, partilha de vida, partilha de morte".
Obrigada pela partilha*

Lótus disse...

Também vi. Está linda linda.

Rubi disse...

Palavras para que? So' nao percebi bem o que tem a ultima historia a ver com o resto. Beijinhos

red lipstick disse...

Ainda se fazem boas reportagens em português.
beijinho

www.3as3.blogspot.com

Cristiana disse...

"Eu era capaz de voltar a nascer para viver aqueles dois anos."
"Aquela sensação de deixar de respirar, não precisar sequer do ar e do oxigénio para existir."
"Fecha-se a porta ao pensar e abre-se a porta ao sentir."
"O amor não é como o dinheiro, o dinheiro vai-se dando e vai desaparecendo, o amor quanto mais se dá, mais fica." Lindo *.* Estas frases dizem tudo acerca da essência do amor.

llesan disse...

Muuito interessante... :D

macaca grava-por-cima disse...

a maneira como esse sr falou do amor... somos (ainda) um país de poetas... fiquei lavada em lágrimas

pedro ferreira disse...

O primeiro senhor diz uma coisa fabulosa, que um beijo é uma prova de amor, hoje banalizou-se esse gesto, facilmente vemos em qualquer canto jovens a beijarem-se. A historia do segundo senhor é simplesmente fabulosa, na minha opinião é um exemplo para todos os homens de como se deve amar uma mulher, e eu que não acredito em coincidências ou seja penso que existem situações que tem que acontecer, tocou-me particularmente. Apetece-me rescrever todo o discurso do senhor porque amores destes andamos todos à procura.
Há uma frase que eu destacava "Eu era capaz de voltar a nascer para viver aqueles dois anos.", este senhor voltava a viver aqueles dois anos com as coisas boas que aconteceram mas também com as menos boas, nomeadamente a doença da esposa e a sua perda, os verdadeiros amores tem esta particularidade são capazes resistir às maiores dificuldades. Uma lição para alguns casais, em que o amor parece que se vai dissolvendo em função das dificuldades que vão aparecendo.
Quanto ao ultimo caso que a senhora diz que o negocio dela é o amor, a minha primeira pergunta é onde é que ele está? Amor e dinheiro é como o azeite e a água, nunca se misturam.

Um abraço

Pedro Ferreira.

Bailarina disse...

Eu nasci na aldeia de Amor! que histórias maravilhosas|!