quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Eu sei que na maior parte das vezes só querem ajudar, mas...

     Laetitia Casta

E depois há aquelas pessoas (que não são nem os nossos amores, nem as nossas mães) que, por muita boa vontade que tenham, acabam por cansar. Querem viver a nossa vida à força. Querem viver intensamente os nossos problemas e as nossas alegrias. Metem-se em tudo. Andam sempre a perguntar se estamos bem. Ou se estamos mal. Se precisamos de alguma coisa. Se queremos isto. Se queremos aquilo. A mandar um beijinho. A mandar um abraço. Há quem goste desse tipo de pessoas. A mim, em geral, provocam-me falta de ar. É que, nestas coisas, nem oito nem oitenta.

6 comentários:

Fernando disse...

aqui falta a dosagem certa...

mas o problema reside em quem nós queremos q se preocupe...


nem sempre se preocupa quem nós queremos...
( um aparte e se uma miuda de 16 anos diz a mae q esta gravida de 4 meses e que foi um acaso... que sugerem... ah a miuda é minha prima )

hierra disse...

Amen, não tenho paciência mesmo! Eu compreendo a curiosidade e a preocupação ,mas quando é demais cheira demasiado a vouyerismo e nós todos sabemos que há por aí muita vida vazia que se alimenta disso mesmo, das novidades, dos dramas dos outros...

Mami disse...

Como em tudo na vida tem que haver um equilíbrio. Tudo o que é em demasia torna-se um problema.

António Prates disse...

A minha maneira de ser enquadra-se mais nos quarenta e quatro, embora reconheça que há gente para todos os números.

Doce Devaneio disse...

A mim também me custa imenso quando me enchem de perguntas a toda a hora para saber se estou bem ou quando passam o dia a mandar mensagens de coragem, por muito bem intencionadas que sejam. Acho que há um limite para tudo, mas também nos cabe a nós impôr esse limite quando as pessoas não o conseguem perceber....

odocedevaneio.blogspot.com

Só sedas disse...

Ai! Conheço um caos desses em que me comecei a preocupar bastante. Já não sabia se era feitio da rapariga ou paranoia... Tanta ajuda sufoca!