domingo, 20 de junho de 2010

Ai valha-me minha nossa senhora

Eu não quero ficar assim, caramba. Podiam escolher outras pessoas mais normais, digo eu. Ou sou eu (e alguma amigas com quem troquei impressões enquanto víamos isto) que não sou normal? É que eu não me revejo nada naquilo, nada, e moro sozinha. E os homens? Ai os homens. Que totós. Cruzes.

16 comentários:

Beguinha disse...

Acho que tu (e eu) fazemos parte de uma geração diferente daquela que foi escolhida para representar os sozinhas em casa da reportagem. A geração dos 30 que vive sozinha são pessoas com outros hábitos, com outras histórias, com outros rumos.
Gosto de te ler!

Marta disse...

Eu não me imagino assim...Parecem pessoas "passadas" e paradas" no tempo...
As novas gerações que vivem sozinhas,tem uma vida com mais cor e com mt mais vida que isto que se acabou de ver...
Há que saber preencher... com 1001 coisa que a vida nos oferece todos os dias...

prada disse...

A solidão torna as pessoas totós, e ali já passavam dos 40!
Eu acho que não se trata de mentalidades de gerações , mas tão só, do facto de sermos humanos!

Rafinha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Kitty Fane disse...

rafa, se pôs a data e a hora pretendida e ele não agendou, então não sei o que se passa. Por vezes falha, e quando falha publica logo. Não sei o que se passou no seu caso.

Rafinha disse...

Obrigada xD

Kitty Fane disse...

Aahahah prada, se fosse a solidão que tornasse as pessoas totós estávamos nós bem. :-D

Belinha disse...

Bem deixa-me dizer que tb vivo sozinha e nao me revejo em nada do que ali foi dito...nem as minhas amigas...é outra geração...tem outra mentalidade...

Apple and John disse...

Também fiquei espantada com a reportagem! Principalmente com aquela senhor que se estava sempre a rir... E porque é focavam tanto o facto de todos fumarem?

john

coisas minhas disse...

parte das coisas que foram ditas revejo me ..

nao considero que estejam passadas de todo.. a excepcao daquela que fazia as tarefas de casa quando se queria divertir.. e queria uma pessoa do nivel dela, seja la o que isso queira dizer..

sim tb n percebi pk se focaram tanto no tabaco
PP

Kikas_Lisboa disse...

Nada a ver!

Eu também vivo sozinha e não me revejo em nenhum dos casos.

Beijinho Kitty

Ps: E não...eu não fumo! :)

Knuckle too far... disse...

eu só vos digo que a solidão deve ser uma coisa assim como que a modos de fodida.
não se trata de geração A, B ou C.
á medida que o tempo for passando e que a sociedade hedonista for envelhecendo, o resultado está ali á vista.
pessoas sozinhas porque, sem equilíbrio, andaram sempre atrás do que mais rapidamente lhes dava prazer, ou, porque simplesmente falharam nas relações que tiveram (de quem foi a culpa do falhanço é irrelevante).

eu só espero que quando chegar idade dos entrevistados, já tenha encontrado uma companheira cuja a presença na minha vida me traga algum sossego e clarividência.
mas tenho de ser eu a encontrar e a lutar por dar motivos a essa pessoa para se manter na minha vida.

isto é tudo muito bonito, mas o(a) primeiro(a) que se safou foi um(a) cabrão(cabrona) e queimou o livro das instruções...

solas vermelhas disse...

Eu vivo sózinha, tenho 28 anos e confesso que (obviamente que apenas em alguns aspectos)me revejo naqueles testemunhos. Os meus amigos estão casados e com filhos e não têm a disponibilidade (ou mesmo a vontade) para sairem à noite que tinham há uns anos atrás. Estou a viver há 2 meses numa cidade nova, na qual não conheço uma única alma, no meu trabalho é só velhinhos e o meu trabalho fica a cerca de 50 km's da minha casa. Raro é o dia em que não me sinto só!
E também fumo como uma chaminé lol

Mamã do Príncipe Pipoca disse...

Eu vivo "sozinha" com o meu filho de 14 meses e estou a gostar, não sei como será o dia de amanhã...mas agora que tenho com que comparar acho que dificilmente voltarei a viver "acompanhada", só se me apaixonar "cegamente mesmo" porque se for uma coisa racional estou muito bem como estou!!!e faz-me confusão as pessoas acharem que só podem ser felizes com uma pessoa ao lado...
Beijinhos

Precis Almana disse...

Eu tenho 41 anos, serei de uma geração diferente da tua e semelhante à dos entrevistados. Mas só o facto de ser solteira torna-me diferente daquela que adorou a fase da euforia depois de se ter separado. E eu não fumo que nem um cavalo - também porque deixei, é um facto - nem ando a jogar às cartas com as minhas amigas, até porque a maioria está casada - e, até agora, feliz. Não tenho dinheiro - nem tempo, também - para ir passear 3 semanas para o Brasil ao sabor do vento :-)
Não me identifiquei com quase nada.
O que só mostra que os estereótipos são só isso: estereótipos.
Houve uma coisa acertada no meio daquilo tudo: a solidão - pelo menos entre pessoas que são capazes de se movimentar e não são doentes - é uma questão de agenda. E eu acrescento: de investimento nas pessoas e amizades que nos rodeiam.

rosaamarela disse...

Não vi a reportagem, parece que não perdi nada... vivo sózinha numa moradia com o que isso tem de bom e de mau e SOU FELIZ!!!

Até à data e por vontade própria nem tinha PC em casa, mas agora vou ter...

Tb acho que a solidão torna as pessoas tótos, mas sempre que me apetece, o que é MTS VEZES, vou ao cinema, a exposições, Centros Comerciais, faço no meu País o que os turistas fazem, VIAJO !!!

beijocas