quinta-feira, 22 de abril de 2010

...


3 comentários:

Raquel disse...

mine too...:S

Bjs

Mi disse...

Every heart is an idiot.
kiss

Shizuka disse...

Oh querida Kitty, when we really know how to love, our hearts will always be idiots.
Pouco ou nada sei da sua vida, para além das palavras que leio no seu espaço. Mas penso que por vezes consigo ir um pouco para além do entendimento comum, e ao lê-la sinto e penso certas coisas que creio serem reais.
Aqui à tempos, num dos livros da Margarida R. Pinto (penso que não seja grande fã da mesma) li uma passagem em que ela falada do amor na inviabilidade. Dizia mais ou menos assim: “(...) há pessoas que vivem mal com o amor e que, por isso arranjam formas de o viver na inviabilidade. Tu não podias ficar aqui comigo, tinhas que te meter num avião e procurar do outro lado do mundo as respostas que ainda não sabes que carregas dentro de ti, e que sempre lá estiveram.”
Este excerto, não sei porque fez-me lembrar da Kitty, talvez pelo aviador, mas ao mesmo tempo, quando penso no mesmo faz-me pensar, será que existe um grupo restrito de mulheres que só sabe amar o que não tem? Eu própria me questiono, porque até hoje sinto que amo incondicionalmente alguem que não tenho. Mudei de país para fugir dele, mas ele veio comigo. E será isto tudo só porque não o posso ter? Será que este tipo de sentimento existe mesmo, o só saber amar o inviável? Com todo o respeito, será que a Kitty, ainda que inconscientemente só se consegue prender ao que sabe/sente que é impossível?
Quando li as duas postagens referentes a este assunto, fiquei com esta questão.

Um beijinho.
Se achar mais conveniente, apague o post e podemos conversar por email.