sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Isto não se admite


Mischa Barton

É certo que ninguém nasce ensinado. É certo que todos nós já fomos estagiários. Também é certo que os estagiários precisam de praticar. Não havia era necessidade de praticarem no meu corpo. É que isto de andar a picar à doida para ver se se encontra uma veia é muito bonito, mas só se for nos braços dos outros. Com franqueza. A dada altura já julgava que aqueles malvados me estavam a confundir com um bonequinho de voodoo. Credo.

17 comentários:

Feiticeira disse...

MEDO! Eles que treinem uns com uns outros! Ainda me lembro uma vez uma /&$$%# de uma enfermeira estagiária tirou a seringa com o elástico apertado, foi uma cena à filme de terror com sangue a sair em jactos para todo o lado. E eu já com os dois sítios onde me conseguem tirar sangue martirizados já lhe pedia para me tirar sangue nos pulsos, tamanha falta de jeito ela tinha!

Miss Complicações disse...

LONNNGGGEEEEEEEEEE.... A mim nem os bons profissionais com muitos anos de experiência me conseguem tirar sangue, quanto mais os estagiários. Não há vez que não faça análises que não fique toda negra e com as mãos desgraçadas que é onde recorrem em caso de desespero... e que dor aquilo dá....
grrrrrrrrrrr

Silêncio disse...

É nesta altura que devemos dizer aquela bela frase: "Cada um tem aquilo que merece"?

by_Pureness disse...

xiiiii :S por acaso é coisa que eu acho que fujia a sete pés =P

Bípede Falante disse...

Grande nome para um blog. O amor é estranho mesmo e anda bem melhor em letras do que ao vivo.

prada disse...

Não sou enfermeira e não sei explicar, mas quando tenho de fazer análises, dado ser dificil encontrar veias , usam um método, que penso ser usado nas crianças.
Não dói e corre muito bem.É que eu sou uma queixinhas e elas tratam-me bem, por enquanto..
Da próxima vez sugere :)

pecado original disse...

ehehe e enquanto for na veia não está mal.

Girl in the Clouds disse...

Faz hoje uma semana que fui tirar sangue para a junta médica, não foi uma estagiária e ainda tenho o braço negro!!

Maria disse...

Oh.. Alguém tem de assumir esse papel de cobaia..:P

a Gaja disse...

Olha se fosse comigo tinha caído para o lado, tenho pavor a agulhas, e sempre que tenho de fazer análises quase que desmaio...agora imagino espetarem-me uma agulha mais de uma vez...era lindo, mas mesmo lindo.

Anônimo disse...

ui... a culpar os estagiários...

Lamento pela "má" experiência.

Tentaremos ser melhores da próxima vez :)

Milene disse...

Por vezes nem esse método para tirar sangue ás crianças resulta...Lembro-me de ter 8 anos e de me picarem 7 vezes em ambos os braços!!!Um verdadeiro pesadelo!

Kathryn Merteuil disse...

O braço ficar negro não é sinal que a colheita foi mal feita, basta fazer um pouco de esforço com o braço a seguir para ele ficar negro e em certas veias (as chamadas bailarinas) fica sempre negro ... e nós treinamos mesmo uns nos outros lol, pelo menos na minha faculdade...

lu disse...

Bem... num episódio da Anatomia de Grey que vi, há uns tempos atrás, os estagiários andavam a operar-se uns aos outros! lol

Anônimo disse...

É certo que praticamos uns nos outros, mas na faculdade e só uma ou outra vez. O hospital é o local onde podemos praticar in situ! E se às vezes o braço fica com um hematoma, a culpa, acreditem, não é da colheita ou de quem a fez. Há fragilidade vascular! Claro que se depois as veias não ajudam, teremos que picar mais vezes. Eu já tenho 6 anos de experiência profissional e mesmo assim às vezes falho! Até as próprias técnicas de análises clínicas falham por vezes. Agora, há algo que se tem mesmo que aprender que é a humildade. Humildade para se dizer, ao fim da 3ª tentativa no máximo, "desculpe, mas não consigo e vou pedir a um colega para ser ele a colher". Porque a certa altura já o doente está nervoso, já o enfermeiro ou técbico está nervoso e não corre bem de certeza absoluta :D

Beijinhos!
Cátia Afonso

Anônimo disse...

é melhor um enfermeiro estagiário do que um médico estagiário, os riscos são menores :)

romantikscent disse...

O método que costuma ser usado em crianças é colocar um penso analgésico chamado EMLA que fica a actuar durante umas horas nos locais onde se faz a colheita de sangue. De resto, o procedimento é igual.

Mas quem orienta os alunos deve aperceber-se quando deve intervir.

Parabéns pelo blogue! É dos melhores que já visitei! Ignore as críticas - as pessoas adoram falar mal.