domingo, 11 de agosto de 2013

Do racismo

Diz que a Oprah foi vítima de racismo numa loja na Suíça. Não sei se foi mesmo racismo, se foi falta de educação, se foi um mal entendido, como diz a proprietária da loja, a verdade é que o racismo ainda existe e de que maneira.

Por exemplo, há cerca de um mês, estava eu na caixa da Fnac pronta a pagar as minhas compras, quando houve um problema na caixa registadora e a rapariga que me estava a atender teve de se ausentar, pois ainda estava em formação (conforme dizia o seu crachat) e precisou de pedir ajuda. É certo que a rapariga não primava pela simpatia, com certeza estaria atrapalhada por estar a lidar com coisas novas, mas nada justificava o que ouvi. Um senhor (que de senhor tinha pouco, diga-se) perguntou-me por que razão se tinha a rapariga  ausentado, ao que eu respondi que tinha havido um problema na caixa. Ele não vai de modos e diz com a maior das naturalidades, alto e bom som, para quem quisesse ouvir:

- Claro, é preta!!!

Eu fiquei sem reação, confesso. Se fosse agora ter-lhe-ia respondido, mas no momento fiquei sem palavras. Como é possível nos dias de hoje ainda haver quem julgue assim os outros pela cor da pele?

sábado, 10 de agosto de 2013


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Dos sustos que se apanham no ar

Lara Stone fotografada para a Vogue Paris por Inez & Vinoodh, agosto 2011

Não tenho medo de andar de avião. Pelo contrário, adoro. Sobretudo porque, para mim, viajar de avião é sempre sinónimo de férias. Mas é claro que um monstro daqueles no ar é coisa para impor algum respeito e quando há alguma turbulência fico sempre um bocadinho nervosa. Mas nada de mais. Sobretudo quando é aquela turbulência  ligeira.

De todas as viagens de avião que fiz, apenas uma do Brasil para cá me trazia más recordações pela exagerada turbulência a que o avião foi submetido. Mas agora tenho mais uma. Depois de uns dias maravilhosos longe daqui, tudo corria bem até sobrevoarmos uma zona dos Alpes e tudo ficar escuro como breu. A minha Princesinha dormia  e eu falava com o meu Amor de sustos que já tínhamos apanhado em viagens de avião (como que a pressentirmos o que se ia passar). Nisto o avião começa a balançar cada vez mais, subia e descia como uma montanha russa, caía em poços de ar como se não houvesse amanhã e naqueles minutos só faltou mesmo o avião cair porque tivemos direito a tudo o resto. Já havia pessoas a pedir sacos para vomitarem e eu agarrada ao meu Amor, que ia com a calma que lhe é característica e que eu simplesmente amo, só pedia para que aquilo terminasse e para que a Princesinha não acordasse para não se assustar (felizmente, hoje em dia, ela dorme mesmo como uma pedra e quando está cansada, como era o caso, não acorda nem por nada). Tudo acabou bem, mas não me vou esquecer tão depressa deste episódio.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Estado em que se encontra este blogue



Marilyn Monroe

A gozar umas belas e merecidas férias.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

 Brad Pitt e Cate Blanchett  em "The Curious Case of Benjamin Button" 

terça-feira, 30 de julho de 2013


Risada maléfica

Sienna Miller fotografada por Simon Emmett

Diz que naquele site que promove a traição entre os casados, que se instalou no nosso país em força, já há trinta mil pessoas inscritas. E a minha veia maléfica deseja que para cada uma dessas pessoas apareça uma espécie de Alex Forrest do velhinho filme Fatal Attraction, bem atraente e sedutora, para grandes aventuras e divertimentos. Que não lhes falte nada, ora.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Demasiado mau para ser verdade

Há dias vi um Panorama bbc na sic notícias sobre as terapias que existem nos Estados Unidos da América para converterem rapazes homossexuais em heterossexuais. Sim, isto é demasiado ridículo para existir na realidade, mas existe mesmo. Foi chocante ver como as famílias encaram a homossexualidade como uma doença, como um erro, e tentam a todo o custo que os seus filhos corrijam esse "erro" nessas terapias, custe o que custar. Os miúdos carregam uma culpa do tamanho do mundo e tentam ao máximo livrar-se da sua homossexualidade, tentando muitos deles o suicídio durante esse processo. Mas os pais parecem mais preocupados com o facto de não carregarem o fardo de terem um filho gay, do que propriamente saber se eles sofrem ou não com tudo isto. É que as terapias são uma completa aberração e nota-se claramente que não funcionam, a não ser aparentemente. Por exemplo, um dos rapazes que já andava há algum tempo nessa terapia, dizia que já não se sentia atraído por rapazes no dia-a-dia, mas à noite via imensa pornografia gay (a pornografia heterossexual dava-lhe nojo). Um bocadinho estranho. Só um bocadinho.

The best things in life are free. The second best are very expensive.*























Valentino studded heels

Os únicos sapatos onde eu ainda tolero tachas.

* Frase de Coco Chanel

sábado, 27 de julho de 2013


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Style... Style... Style... ☼



Gosto particularmente destes biquínis da Victoria’s Secret.

Quando se encontra o The One

Paul Newman e Joanne Woodward

Já ouvi muitas vezes pessoas dizerem que estão muito apaixonadas, que amam muito o namorado/marido, mas pensam com alguma frequência em amores antigos, em como teria sido se. Por experiência própria, quando se encontra o The One não se pensa em ex namorados, em amores antigos, em como teria sido se se tivesse feito aquilo com o namorado x, ou se não se tivesse tomado aquela atitude com o namorado y, aliás, não se pensa em outros homens. Aquele homem faz-nos completamente felizes, preenche-nos de tal forma que  não há lugar para outros homens, ainda que apenas em pensamento. E é tão bom sentir isso.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A simplicidade é sempre o novo preto























Li algures na net que Kate e William estavam muito simplórios e que estavam vestidos como dois caretas à saída da maternidade. Pois é, se calhar o príncipe deveria aparecer de skinny jeans encarnadas e camisola justa de decote em bico evidenciando uma depilação perfeita no peito e a piquena deveria sair com pumps Louboutin de plataforma e de vinte centímetros de altura, vestido justo, curto e decotado, assim à laia da Kim Kardashian, querem ver? Eu achei que estavam lindos. Ela. Ele. O bebé. Como eu costumo dizer - a simplicidade é sempre o novo preto.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Nem só de bebé real vive Londres

Olhem só o macaquinho lindo e raro que nasceu no Zoo de Londres (ver notícia aqui).

Think Pink


Episódios da minha veia de cusca

Ora bem, não sei como, ontem fui parar ao instagram da piquena Chiara Ferragni (a piquena italiana que tem o blogue de moda mais famoso do mundo e arredores e que eu sigo há quinhentos anos, embora ultimamente já não siga tanto, uma vez que a piquena anda a ficar com um estilo que não me agrada) e de repente vejo uma foto dela de mão dada com um tipo que não o Richie (o namorado de há quinhentos anos da piquena e que aparecia sempre em quase todas as fotos dela). Achei aquilo estranho, mas a verdade é que aquela gente anda sempre de mão dada e abraçada a toda a gente. Mais à frente, outra foto de mão dada com o tal rapaz, mas ambos sem qualquer tipo de expressão. E a minha veia de cusca só pensou - espera aí que aqui há gato. Mas depois olhei para o bracito da piquena e reparei que ali continuava a figurar a pulseirita Cartier Love e na mão ainda era visível o anel Chopard Love que o piqueno Richie lhe tinha dado, e tranquilizei. Mas já me cheirava a esturro e por isso continuei a minha investigação. O que me intrigava era que o piqueno Richie continuava a aparecer em algumas fotos, mas é verdade que estava numa ponta da foto e a piquena com o senhor enigma na outra ponta, notando-se sempre um desconforto deste último. Claro que não há investigação perfeita que não passe pelo google e lá cheguei eu a um site que explicava que os piquenos já não estavam juntos, salvo erro, desde maio, e que cada um já tinha novo par - ela com o senhor enigma, o fotógrafo Andrew Arthur, ele com a bloguer espanhola Zina mas continuavam a trabalhar juntos. E, pronto, não gostei. Estes casais desdes blogues cheios de juras de amor e de fotos enternecedoras deviam continuar sempre juntos, ora essa.

domingo, 21 de julho de 2013


The best thing about me is you

Elle Fanning

No dia vinte e um de julho de 2010 passámos a primeira tarde juntas. Foi, por assim dizer, o primeiro dia do resto da nossa vida juntas. Passaram três anos desde esse dia. Três anos em que fui mãe da menina mais querida, mais brilhante, mais gira em todos os sentidos, e que me deixa sempre tremendamente orgulhosa com tudo aquilo que faz. Três anos em que vivemos intensamente e crescemos. Crescemos muito. Crescemos como pessoas, crescemos como mãe e filha e crescemos como família. A família que sempre quis. Sinto-me feliz.

sábado, 20 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Da crise e das mudanças que vieram com ela

Ao ler este artigo da Life&Style do jornal Público sobre o teste que a Deco Proteste desenvolveu para avaliar os quinze protetores solares  mais vendidos do mercado e que concluiu que a escolha mais cara nem sempre é a mais acertada, lembrei-me que, antigamente e ainda antes de mergulharmos na crise, eu gastava imenso dinheiro em determinados produtos, escusadamente. Só para dar um exemplo básico, eu nunca comprava um baton do cieiro no supermercado. Achava que um produto tão barato não podia ser bom e acabava por ir a uma farmácia ou a uma perfumaria gastar quinze ou vinte euros pelo mesmo produto. Há dois invernos, tive um ataque de cieiro, precisei de um bom baton e decidi experimentar um daqueles azuis da labello (que custam cerca de um euro e tal no supermercado) e, olhem, sem qualquer tipo de publicidade encapotada, adorei, e até tenho a sensação de que é bem melhor do que aqueles mais caros. 

É verdade que em geral sou bastante reticente a produtos muito baratos, já que muitas vezes não cumprem devidamente as suas funções acabando por se revelarem caros, mas há muitas exceções. E eu estou a descobri-las.