segunda-feira, 22 de julho de 2013
Episódios da minha veia de cusca
Ora bem, não sei como, ontem fui parar ao instagram da piquena Chiara Ferragni (a piquena italiana que tem o blogue de moda mais famoso do mundo e arredores e que eu sigo há quinhentos anos, embora ultimamente já não siga tanto, uma vez que a piquena anda a ficar com um estilo que não me agrada) e de repente vejo uma foto dela de mão dada com um tipo que não o Richie (o namorado de há quinhentos anos da piquena e que aparecia sempre em quase todas as fotos dela). Achei aquilo estranho, mas a verdade é que aquela gente anda sempre de mão dada e abraçada a toda a gente. Mais à frente, outra foto de mão dada com o tal rapaz, mas ambos sem qualquer tipo de expressão. E a minha veia de cusca só pensou - espera aí que aqui há gato. Mas depois olhei para o bracito da piquena e reparei que ali continuava a figurar a pulseirita Cartier Love e na mão ainda era visível o anel Chopard Love que o piqueno Richie lhe tinha dado, e tranquilizei. Mas já me cheirava a esturro e por isso continuei a minha investigação. O que me intrigava era que o piqueno Richie continuava a aparecer em algumas fotos, mas é verdade que estava numa ponta da foto e a piquena com o senhor enigma na outra ponta, notando-se sempre um desconforto deste último. Claro que não há investigação perfeita que não passe pelo google e lá cheguei eu a um site que explicava que os piquenos já não estavam juntos, salvo erro, desde maio, e que cada um já tinha novo par - ela com o senhor enigma, o fotógrafo Andrew Arthur, ele com a bloguer espanhola Zina - mas continuavam a trabalhar juntos. E, pronto, não gostei. Estes casais desdes blogues cheios de juras de amor e de fotos enternecedoras deviam continuar sempre juntos, ora essa.
domingo, 21 de julho de 2013
The best thing about me is you
Elle Fanning
No dia vinte e um de julho de 2010 passámos a primeira tarde juntas. Foi, por assim dizer, o primeiro dia do resto da nossa vida juntas. Passaram três anos desde esse dia. Três anos em que fui mãe da menina mais querida, mais brilhante, mais gira em todos os sentidos, e que me deixa sempre tremendamente orgulhosa com tudo aquilo que faz. Três anos em que vivemos intensamente e crescemos. Crescemos muito. Crescemos como pessoas, crescemos como mãe e filha e crescemos como família. A família que sempre quis. Sinto-me feliz.
No dia vinte e um de julho de 2010 passámos a primeira tarde juntas. Foi, por assim dizer, o primeiro dia do resto da nossa vida juntas. Passaram três anos desde esse dia. Três anos em que fui mãe da menina mais querida, mais brilhante, mais gira em todos os sentidos, e que me deixa sempre tremendamente orgulhosa com tudo aquilo que faz. Três anos em que vivemos intensamente e crescemos. Crescemos muito. Crescemos como pessoas, crescemos como mãe e filha e crescemos como família. A família que sempre quis. Sinto-me feliz.
sábado, 20 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Da crise e das mudanças que vieram com ela
Ao ler este artigo da Life&Style do jornal Público sobre o teste que a Deco Proteste desenvolveu para avaliar os quinze protetores solares mais vendidos do mercado e que concluiu que a escolha mais cara nem sempre é a mais acertada, lembrei-me que, antigamente e ainda antes de mergulharmos na crise, eu gastava imenso dinheiro em determinados produtos, escusadamente. Só para dar um exemplo básico, eu nunca comprava um baton do cieiro no supermercado. Achava que um produto tão barato não podia ser bom e acabava por ir a uma farmácia ou a uma perfumaria gastar quinze ou vinte euros pelo mesmo produto. Há dois invernos, tive um ataque de cieiro, precisei de um bom baton e decidi experimentar um daqueles azuis da labello (que custam cerca de um euro e tal no supermercado) e, olhem, sem qualquer tipo de publicidade encapotada, adorei, e até tenho a sensação de que é bem melhor do que aqueles mais caros.
É verdade que em geral sou bastante reticente a produtos muito baratos, já que muitas vezes não cumprem devidamente as suas funções acabando por se revelarem caros, mas há muitas exceções. E eu estou a descobri-las.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Das boas notícias
.jpg)

Doutzen Kroes
E pensar que vai abrir hoje uma Victoria’s Secret em Portugal? É certo que é no aeroporto, é certo que precisamos de cartão de embarque para lá entrar, mas sempre que viajarmos já dá para dar ali um pulinho e deliciarmo-nos.
Das relações tóxicas
Durante um zapping apanhei um programa do Dr Phil, um dos meus ódios televisivos de estimação, onde se podia ver um homem a queixar-se da repugnância e do nojo que lhe dava o corpo da sua namorada, que, por ter emagrecido repentinamente há uns tempos, tinha ficado com um excesso de pele flácida na zona da barriga e dos membros. E ela achava normal ele dizer-lhe aquilo, porque já outros namorados o tinham dito e ela concordava com cada uma dessas palavras. Ele achava que conseguia uma mulher "melhor" do que ela e rematava dizendo que se ela fizesse aquela cirurgia de retirada dessa pele iria gostar mais dela e até conseguiria ter relações sexuais com ela, coisa que não conseguia agora (embora andasse a sair com outras). Eu nao sei até que ponto estas situações apresentadas nestes programas são verdadeiras ou inventadas, mas, infelizmente, sei que há muita gente que se sujeita a relações deste tipo, porque acham que nao merecem mais. Sempre ouvi dizer e sempre concordei com aquela frase que diz nas relações nos contentamos com aquilo que achamos que merecemos. E isso é triste.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Das pessoas maravilhosas
De vez em quando, muito de vez em quando, aparecem pessoas admiráveis, neste caso uma menina - a Malala, que fazem toda a diferença e tornam o mundo num sítio melhor para se viver. O vídeo do seu bonito, corajoso e comovente discurso pode ver-se aqui.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
I love Helen Mirren
Helen Mirren com um vestido Elie Saab em cima e um vestido Jenny Packham em baixo
O exemplo máximo de que se pode envelhecer com classe e elegância.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Das médias dos exames nacionais
Se eu estivesse fora do ensino, se eu não conhecesse de perto o nível de dificuldade dos exames nacionais, se eu não conhecesse os seus rigorosos critérios de correção, se eu não conhecesse inúmeros miúdos que têm médias de dezanove e de vinte, tremendamente inteligentes e empenhados, que leem imenso, que escrevem lindamente, que põem muito doutorado a um canto, e que, com todo o esforço e toda a dedicação, dificilmente tiram notas superiores a quinze nos exames (como é que alunos medianos e fracos não hão-de tirar negativa?), também me espantava com a miséria de médias dos exames nacionais e também apelidava toda esta geração de burra e preguiçosa. Como isso não acontece, fico apenas incrédula com o facto de equipas que não conhecem a realidade das escolas, dos alunos e, muitas vezes, dos programas, continuarem a insistir em fazer enunciados ridículos. Isso, sim, é uma vergonha.
Ao menos que usassem animais de plástico
Goldie Hawn e Kate Hudson
Diz que na sic vai estrear, um dia destes, um programa em que celebridades (daquelas que ninguém conhece, quase aposto) vão fazer pegas a touros. A minha veia maléfica que odeia touradas e odeia tudo o que fazem a estes pobres animais, já torce para que aquilo seja um desastre total em termos de audiências e de tudo o resto e para que o programa acabe com o touro a dar cornadas naquela gente toda.Do amor
Sem falar da sua beleza, eu acho alguma piada à Irina Shayk. Não me parece nada parva, dizem que lê Tostoi e Pushkin e dizem também que é neta de uma espia dos serviços secretos russos, que foi uma espécie de heroína da II Guerra Mundial. E confesso que o Cristiano Ronaldo seria o último homem que eu imaginaria ao seu lado. O rapaz pode ser a melhor pessoa do mundo, pode ter talento para o futebol como poucos têm, pode ser muito inteligente naquilo que faz, mas quando abre a boca é a desgraça total. Mas o amor tem destas coisas. E é mais que certo que o rapaz compensa a sua fraca eloquência com outro tipo de talentos fora dos relvados.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Do casamento
Belle of the Ball em Balenciaga. Vogue 1951
Há dias em conversa com uma amiga (que eu não via há muito tempo e da qual já tinha muitas saudades) que vive há três anos com o seu namorado, ela dizia-me que não estava a pensar casar porque se a coisa desse para o torto seria uma trabalheira e ela não estava para isso, além de que estava tudo muito bem assim. Se quando se pensa em casamento com aquela pessoa a primeira coisa que nos vem à cabeça é essa, então mais vale não casar, disse-lhe. Quando se pensa em casamento tem de se acreditar e ter a certeza de que é para sempre. Caso contrário, não vale a pena fazê-lo.
Há dias em conversa com uma amiga (que eu não via há muito tempo e da qual já tinha muitas saudades) que vive há três anos com o seu namorado, ela dizia-me que não estava a pensar casar porque se a coisa desse para o torto seria uma trabalheira e ela não estava para isso, além de que estava tudo muito bem assim. Se quando se pensa em casamento com aquela pessoa a primeira coisa que nos vem à cabeça é essa, então mais vale não casar, disse-lhe. Quando se pensa em casamento tem de se acreditar e ter a certeza de que é para sempre. Caso contrário, não vale a pena fazê-lo.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Deste calor

Isabeli Fontana para Morena Rosa Beach, Fall 2013 Campaign
Também vos digo, a única coisa boa deste calor infernal que me tem deixado à beira da loucura, é que uma pessoa não tem tanto apetite para coisas menos saudáveis. A mim só me têm apetecido saladas e imensa fruta. E água, litros de água. O meu corpo tem agradecido.
domingo, 7 de julho de 2013
Das futilidades ou de como dá Deus nozes a quem não tem dentes
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
É que ainda se fosse de um Simon Baker ou de alguém do género
Como já devem ter reparado, há uma imagem minúscula do Messi, que eu aqui publiquei uma vez, na imagem do header do blogue. Não sei como lá foi parar e é verdade que já tentei de tudo para a tirar, mas sempre em vão. Já aconteceu o mesmo a alguém? Sabem como retirá-la? Muito agradecida.
Adenda: Graças à boa vontade dos leitores, o fantasma de Messi já desapareceu. Obrigada.
Adenda: Graças à boa vontade dos leitores, o fantasma de Messi já desapareceu. Obrigada.
Só se estava bem assim...
Marilyn Monroe
E era este o verão mais frio dos últimos duzentos anos. É que nem quero imaginar se fosse o mais quente.
E era este o verão mais frio dos últimos duzentos anos. É que nem quero imaginar se fosse o mais quente.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Estado em que se encontra este blogue
Ainda que o filme não me tenha arrebatado, estou terrivelmente apaixonada pela banda sonora do filme "The Great Gatsby".
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Ainda da educação e a propósito de uma reportagem que acabei de ver
Fico sempre desconfiada quando, em dias de exames nacionais (que são, regra geral, dificílimos, e para se ter uma excelente nota - acima de 16 - é necessário um nível de conhecimentos, aliado a alguma sorte, extremamente elevado), certos alunos, que são apanhados à porta das escolas pelas nossas televisões, dizem com imensa alegria que os exames eram muito fáceis. Lembro-me imediatamente dos meus alunos que têm notas mais baixas que, inacreditavelmente, acham sempre tudo muito fácil. Depois, quando se vai a ver, têm quase tudo errado
Da educação
A maior parte das pessoas que está mais desligada do ensino tem por hábito afirmar do alto da sua sabedoria que hoje em dia não se aprende nem se exige nada nas escolas. No nosso tempo é que era, dizem estes entendidos. Discordo totalmente. O ensino está bem mais dificultado do que nos últimos anos e para isso basta olhar, por exemplo, para os exames nacionais do 4º ano de escolaridade ( e respetivos critérios de avaliação, aguns deles difíceis de entender) feitos no final deste ano letivo que terminou. E já nem vou falar do novo programa da matemática (do qual sou fã, mas que agora este governo considerou que era velho , por isso, vai ser substituído) que trouxe um grau de dificuldade bem maior, mas, por outro lado, trouxe excelentes resultados com ele, sobretudo com os alunos que o receberam desde o 1º ano, como foi o caso da minha turma atual.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Dos mistérios do Facebook
O que leva uma pessoa a pôr um "gosto" numa notícia que diz que uma acrobata do Cirque Du Soleil morreu em pleno espetáculo? Quem diz esta notícia, diz outras notícias igualmente tristes que estão sempre acompanhadas de "gostos". Eu juro que não percebo se esta gente tem mesmo cérebro ou se dentro do crânio tem apenas areia.
domingo, 30 de junho de 2013
The Great Gatsby
As obras magníficas são sempre difíceis de levar para o cinema. Sabem sempre a pouco nas telas e parece que o esforço dos realizadores é quase sempre em vão - nada igualará o encanto da obra. Tem acontecido isso com o "The Great Gatsby". Fui finalmente ao cinema ver a versão do Baz Luhrmann e até gostei. Mas gostei, não pelo que o realizador fez pela história, gostei porque a história é demasiado interessante para não se gostar. E, pronto, cá vai o problema das expetativas altas. Achei todo o filme demasiado frio e não vi grande química entre as personagens, muito menos entre o par principal. O que sobra em espetáculo visual, falta em emoção (ao contrário de Moulin Rouge, do mesmo estilo e do mesmo realizador, que me emocionou imenso). E não me pareceu nada bem o Leonardo di Caprio no papel de Gatsby (já o vi com desempenhos bem melhores, neste filme, na maior parte das vezes, parecia apenas um tolo com tiques forçados), pelo contrário adorei o Tobey Maguire no papel de Nick Carraway.
sábado, 29 de junho de 2013
Desesperadamente, à espera das férias
Devido ao facto de me ter tornado numa espécie de anti-social que detesta confusões, ir para a praia ao fim de semana é completamente impensável para mim. Filas para chegar, filas para estacionar, filas para estender a toalha, e, no fim de tudo, uma água gelada que não se aguenta e uma ventania acompanhada de areia que nos transforma a todos em croquetes. Graças a isso e tendo em conta que ainda não estou de férias para poder ir durante a semana com menos confusão, ainda não consegui pôr os meus belos pezinhos na praia. Por isso, aguardo ansiosamente a chegada das minhas férias lá para o final de agosto. É que já só penso em praia, em mergulhos, em passeios de barco, em pés na areia e, sobretudo, em boa vida.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Das fotos com vida
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Crónicas felinas
Audrey Hepburn fotografada por Richard Avedon
Não sei como são os outros gatos, mas a gata que habita cá em casa dorme quase o dia todo numa meiguice pegada e uma pessoa quase que se vê obrigada a acordá-la para que possa interagir com ela, mas quando chega a esta hora da noite transforma-se completamente. É vê-la a correr a alta velocidade pela casa. É vê-la a fazer razias nas nossas cabeças enquanto salta de uma estante para o sofá e do sofá para a mesa. É vê -la a tentar roubar tudo o que encontra para brincar. Depois de tudo isto, adormece novamente.
Não sei como são os outros gatos, mas a gata que habita cá em casa dorme quase o dia todo numa meiguice pegada e uma pessoa quase que se vê obrigada a acordá-la para que possa interagir com ela, mas quando chega a esta hora da noite transforma-se completamente. É vê-la a correr a alta velocidade pela casa. É vê-la a fazer razias nas nossas cabeças enquanto salta de uma estante para o sofá e do sofá para a mesa. É vê -la a tentar roubar tudo o que encontra para brincar. Depois de tudo isto, adormece novamente.
Da reportagem da tvi
Vi finalmente a reportagem da tvi sobre a utilização de células dendríticas no tratamento de doentes de cancro e foi pena toda a reportagem ter sido dirigida dando a ideia de que as terapias mais comuns - quimioterapia e radioterapia- não são nada eficazes e apenas servem para a indústria farmacêutica ter lucros. Acho muito positivo as pessoas procurarem outros tratamentos e não me parece de todo que o tratamento em questão seja banha da cobra, parece-me ser mais um tratamento a considerar, mas acho grave uma reportagem que deveria ser esclarecedora acabar por se revelar tão tendenciosa.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Dos filmes infantis imperdíveis
Ver um filme 3D sentada na segunda fila a contar do ecrã é das coisas mais divertidas de sempre (parece que estamos dentro do filme) e se for o filme "Monstros - a Universidade" melhor ainda. Dentro dos filmes infantis, este foi, sem dúvida, o meu preferido. Aquele monstrinho verde que tem só um olho - o Mike Wazowski - é só a criatura mais querida de sempre. Um exemplo de que o empenho e a dedicação nos podem levar longe, apesar de todos os obstáculos e ainda que todos nos digam o contrário. Imperdível para miúdos, mas também para adultos.
Da super-lua-cheia
A super-lua fotografada por Kitty Fane
Ontem, mal soubemos da super-lua-cheia, equipámo-nos com a melhor máquina fotográfica cá de casa, a que tem o melhor zoom, e lá fomos em busca dela. Eu confesso que estava à espera de uma lua enooorme, daquelas que uma pessoa olhasse e ficasse completamente embasbacada a olhar para aquilo, mas não foi isso que aconteceu. Eu adorava ter visto a minha cara de desilusão quando a avistei. Possivelmente ia com demasiadas expetativas, é verdade, mas era só aquilo? É certo que estava linda, maior e mais brilhante do que o habitual, mas tenho ideia de já ter visto muitas luas assim ou até maiores.
Ontem, mal soubemos da super-lua-cheia, equipámo-nos com a melhor máquina fotográfica cá de casa, a que tem o melhor zoom, e lá fomos em busca dela. Eu confesso que estava à espera de uma lua enooorme, daquelas que uma pessoa olhasse e ficasse completamente embasbacada a olhar para aquilo, mas não foi isso que aconteceu. Eu adorava ter visto a minha cara de desilusão quando a avistei. Possivelmente ia com demasiadas expetativas, é verdade, mas era só aquilo? É certo que estava linda, maior e mais brilhante do que o habitual, mas tenho ideia de já ter visto muitas luas assim ou até maiores.
domingo, 23 de junho de 2013
Da insensibilidade das pessoas
Meryl Streep fotografada por Michael Thompson
Já o sentia antes, mas desde que adotei a Princesinha tenho-o sentido ainda mais - a capacidade de a generalidade das pessoas se porem no lugar do outro é mínima, mas a capacidade de as pessoas se porem no lugar de uma menina que sofreu abusos de vária espécie anos a fio é igual a zero. Já para não dizer que certas pessoas jamais em tempo algum veem um filho adotivo como um verdadeiro filho, mais ainda quando não é adotado em bebé.
Daí já não me espantar, apenas lamentar, quando pessoas me perguntam quando é que eu estou a pensar ter filhos (como se a Princesinha não fosse minha filha) estando a Princesinha, a minha filha, ao meu lado. Nem me espantar, apenas entristecer, quando as pessoas não entendem que os traumas, as cicatrizes interiores, os medos resultantes de todos esses abusos não desaparecem, como que por magia e de um momento para o outro, quando essa criança ou adolescente passa a ter uma família estruturada, achando que qualquer crise é apenas um capricho ou um ataque de mimos. Uma tristeza, é só o que vos digo.
Já o sentia antes, mas desde que adotei a Princesinha tenho-o sentido ainda mais - a capacidade de a generalidade das pessoas se porem no lugar do outro é mínima, mas a capacidade de as pessoas se porem no lugar de uma menina que sofreu abusos de vária espécie anos a fio é igual a zero. Já para não dizer que certas pessoas jamais em tempo algum veem um filho adotivo como um verdadeiro filho, mais ainda quando não é adotado em bebé.
Daí já não me espantar, apenas lamentar, quando pessoas me perguntam quando é que eu estou a pensar ter filhos (como se a Princesinha não fosse minha filha) estando a Princesinha, a minha filha, ao meu lado. Nem me espantar, apenas entristecer, quando as pessoas não entendem que os traumas, as cicatrizes interiores, os medos resultantes de todos esses abusos não desaparecem, como que por magia e de um momento para o outro, quando essa criança ou adolescente passa a ter uma família estruturada, achando que qualquer crise é apenas um capricho ou um ataque de mimos. Uma tristeza, é só o que vos digo.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Constatações de fim de semana
Se querem ver muitos velhinhos juntos, vão a um supermercado ao fim de semana uns minutos antes da sua abertura. É vê-los à espera de entrar carregados de sacos, de carrinhos de pano e de todo um arsenal para conseguirem a melhor fruta, a melhor carne, o pão mais fresco.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)















.jpg)





.jpg)





.jpg)
.jpg)








.jpg)








