domingo, 21 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Insanidades
Rachel Weisz fotografada para aVanity Fair por Craig McDean, agosto 2012
Devia estar completamente louca quando me inscrevi numa formação ao sábado. Ainda por cima de uma área que eu nem gosto muito. Resultado: cheguei a casa completamente de rastos. Felizmente, já só falta uma sessão, que é como quem diz, um sábado completo.
Devia estar completamente louca quando me inscrevi numa formação ao sábado. Ainda por cima de uma área que eu nem gosto muito. Resultado: cheguei a casa completamente de rastos. Felizmente, já só falta uma sessão, que é como quem diz, um sábado completo.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
☼
Ana Beatriz de Barros
Eu tenho a roupa de inverno. Tenho a roupa de verão. E tenho a roupa de meia-estação. Se as temperaturas subirem um bocadinho, assim como agora, numa espécie de verão antecipado, eu recorro às roupas de meia-estação. Visto um casaquinho mais leve, uma blusa fresca, calço sapatos. Ao contrário de grande parte das pessoas que tenho visto nas ruas nos últimos dias, preciso de uma suave adaptação. Não consigo passar das botas quentes e dos casacos de pelo num dia, para as sandálias e para os vestidos cai-cai no dia seguinte. Já agora, têm estado umas temperaturas tão agradáveis.
Eu tenho a roupa de inverno. Tenho a roupa de verão. E tenho a roupa de meia-estação. Se as temperaturas subirem um bocadinho, assim como agora, numa espécie de verão antecipado, eu recorro às roupas de meia-estação. Visto um casaquinho mais leve, uma blusa fresca, calço sapatos. Ao contrário de grande parte das pessoas que tenho visto nas ruas nos últimos dias, preciso de uma suave adaptação. Não consigo passar das botas quentes e dos casacos de pelo num dia, para as sandálias e para os vestidos cai-cai no dia seguinte. Já agora, têm estado umas temperaturas tão agradáveis.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Mais uma estrela no céu
O mundo ficou a partir de ontem mais pobre. A Silvina, que na realidade se chamava Rita, partiu e deixou-me a mim e a quem a admirava e gostava muito dela sem palavras.
domingo, 14 de abril de 2013
Já não me lembro de ver um programa à hora exata a que é emitido
Amanda Seyfried - Elle Japan fotografada por Taka Mayumi, outubro 2012
Por isso, aqui vai uma vénia para quem criou aquela funcionalidade de poder ver a qualquer hora os programas que dão na televisão nos dias anteriores.
Por isso, aqui vai uma vénia para quem criou aquela funcionalidade de poder ver a qualquer hora os programas que dão na televisão nos dias anteriores.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
Muita calma nessa hora
Diane Kruger fotografada para InStyle por Matthew Brookes, abril 2013
Será que é desta que eu vou recuperar o meu falecido subsídio de férias? Assim comássim é melhor não lançar fogo-de-artifício por esses ares fora em jeito de comemoração, que uma pessoa não sabe que imposto maluco é que vão inventar para nos roubarem novamente.
Será que é desta que eu vou recuperar o meu falecido subsídio de férias? Assim comássim é melhor não lançar fogo-de-artifício por esses ares fora em jeito de comemoração, que uma pessoa não sabe que imposto maluco é que vão inventar para nos roubarem novamente.
sábado, 6 de abril de 2013
Do amor
Matt Damon e Emily Blunt em "The Adjustment Bureau"
Não sei ao certo o que o torna tão especial. Quer dizer, até sei. É tudo. Amo tudo nele. Amo o seu sorriso que me enche o coração. Amo o seu olhar que faz o meu mundo parar. Amo a sua calma. Amo a sua inteligência. A sua força. O seu caráter sempre exemplar. Amo o seu humor discreto e inteligente. Amo a sua humildade. Amo o seu corpo que me corta a respiração e que tudo indica que foi esculpido pelos deuses num dia de muita inspiração. Amo as flores que me dá. Amo o seu cabelo despenteado e giro. Amo o seu colo. Amo os bilhetes que me escreve. Amo os jantares que me prepara com todo o amor e dedicação. Amo o marido que é. Amo o pai que é. Amo os nossos momentos. Amo a pessoa que é. ... E amo a pessoa que eu sou junto dele.
Fez um ano no dia 30 de março que, na nossa cidade favorita e na presença da pessoa mais importante das nossas vidas - a nossa linda e adorável filha, casei com o homem da minha vida. Um ano depois não podia estar mais feliz com essa escolha. Há quem diga que o segredo de um bom casamento é apaixonarmo-nos várias vezes pela mesma pessoa, eu já perdi a conta às vezes em que me apaixonei perdidamente por este homem que me encheu o coração de tudo o que de bom existe. Depois deste ano tão cheio do seu amor, só posso pedir que venha o resto da vida ao seu lado.
Não sei ao certo o que o torna tão especial. Quer dizer, até sei. É tudo. Amo tudo nele. Amo o seu sorriso que me enche o coração. Amo o seu olhar que faz o meu mundo parar. Amo a sua calma. Amo a sua inteligência. A sua força. O seu caráter sempre exemplar. Amo o seu humor discreto e inteligente. Amo a sua humildade. Amo o seu corpo que me corta a respiração e que tudo indica que foi esculpido pelos deuses num dia de muita inspiração. Amo as flores que me dá. Amo o seu cabelo despenteado e giro. Amo o seu colo. Amo os bilhetes que me escreve. Amo os jantares que me prepara com todo o amor e dedicação. Amo o marido que é. Amo o pai que é. Amo os nossos momentos. Amo a pessoa que é. ... E amo a pessoa que eu sou junto dele.
Fez um ano no dia 30 de março que, na nossa cidade favorita e na presença da pessoa mais importante das nossas vidas - a nossa linda e adorável filha, casei com o homem da minha vida. Um ano depois não podia estar mais feliz com essa escolha. Há quem diga que o segredo de um bom casamento é apaixonarmo-nos várias vezes pela mesma pessoa, eu já perdi a conta às vezes em que me apaixonei perdidamente por este homem que me encheu o coração de tudo o que de bom existe. Depois deste ano tão cheio do seu amor, só posso pedir que venha o resto da vida ao seu lado.
Bom dia!
Julia Roberts no filme "Pretty Woman", 1990
Uns dias vai-se para fora cá dentro de férias, vivem-se momentos muito felizes, depois regressa-se com toda a força ao trabalho, e quando se dá conta já se passou uma semana e meia sem postar. Bom dia!
quarta-feira, 27 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Das mulheres que eu adoro
Sheryl Sandberg, COO do Facebook, num discurso imperdível. Sobretudo para nós, mulheres.
O blogue da semana
Gisele Bundchen fotografada por karl Lagerfeld para a Harpers Bazaar Korei, agosto 2007
Das coisas boas que o nosso país ainda tem
Devo muito aos Serviço Nacional de Saúde. Possivelmente não estaria viva se ele não existisse, pois o meu dinheiro nunca chegaria para pagar os tratamentos que precisei de fazer quando estive doente. E penso muitas vezes nisso. Por isso, considero esta crónica do Miguel Esteves Cardoso, publicada no Jornal Público no dia 23 de março, de leitura obrigatória.
Se não fosse o NHS — o sistema de saúde do Reino Unido, onde nasceram, muito prematuramente, as minhas filhas — elas não teriam sobrevivido. Elas devem a vida ao NHS. E eu devo-lhe o amor e a alegria de conhecer a Sara e a Tristana, para não falar no meu neto, António, igualmente devedor, mais as netas e netos que aí vêm. Se não fosse o SNS (Serviço Nacional de Saúde) eu teria morrido em 2005, com uma hepatite alcoólica causada unicamente por culpa minha. Seria também coxo, quando me deram uma prótese para anca. E, sobretudo, teria morrido, se o SNS não me tivesse dado o antibiótico caríssimo (Linozelid) que me salvou do MRSA assassino que me infectou durante a operação.
Se não fosse o SNS, a Maria João, o meu amor, estaria morta.
Se não fossem o IPO e o Hospital de Santa Maria, pagos pelo SNS, ela não estaria viva, por duas vezes.
Sem a NHS e o SNS, eu seria um morto, sem mulher, filhas ou netos. Estaríamos todos mortos ou condenados à inexistência.
Não é difícil chegar à conclusão, atingida desde os meus dezanove anos, de que as melhores ideias de todas são a social democracia e o Estado-providência: não tanto no sentido ideológico como na prática.
A nossa família e as nossas famílias só existem e podem existir se não tiverem morrido. Damos graças aos serviços nacionais de saúde — a esse empenho ideológico e caríssimo — que nos tratam como se fizéssemos parte deles.
Devemos as nossas vidas a decisões políticas tomadas por outros.
Se não fosse o NHS — o sistema de saúde do Reino Unido, onde nasceram, muito prematuramente, as minhas filhas — elas não teriam sobrevivido. Elas devem a vida ao NHS. E eu devo-lhe o amor e a alegria de conhecer a Sara e a Tristana, para não falar no meu neto, António, igualmente devedor, mais as netas e netos que aí vêm. Se não fosse o SNS (Serviço Nacional de Saúde) eu teria morrido em 2005, com uma hepatite alcoólica causada unicamente por culpa minha. Seria também coxo, quando me deram uma prótese para anca. E, sobretudo, teria morrido, se o SNS não me tivesse dado o antibiótico caríssimo (Linozelid) que me salvou do MRSA assassino que me infectou durante a operação.
Se não fosse o SNS, a Maria João, o meu amor, estaria morta.
Se não fossem o IPO e o Hospital de Santa Maria, pagos pelo SNS, ela não estaria viva, por duas vezes.
Sem a NHS e o SNS, eu seria um morto, sem mulher, filhas ou netos. Estaríamos todos mortos ou condenados à inexistência.
Não é difícil chegar à conclusão, atingida desde os meus dezanove anos, de que as melhores ideias de todas são a social democracia e o Estado-providência: não tanto no sentido ideológico como na prática.
A nossa família e as nossas famílias só existem e podem existir se não tiverem morrido. Damos graças aos serviços nacionais de saúde — a esse empenho ideológico e caríssimo — que nos tratam como se fizéssemos parte deles.
Devemos as nossas vidas a decisões políticas tomadas por outros.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Espanta-me como é que o Carlos Cruz ainda não está a apresentar concursos infantis
No Centro de Saúde da Graça, em Lisboa, onde continua a exercer, integrado no Serviço Nacional de Saúde, orgulha-se de ser "o médico com mais utentes".
No seu consultório privado, situado em Belém, Lisboa, Ferreira Diniz garante que tem "os mesmos pacientes que tinha antes do processo". Além de que, assegura, "continuo a ver os doentes de há muitos anos, que traziam os filhos deles ao meu consultório e que agora trazem os netos". "Não têm problemas em confiar-me as crianças, que atendo no consultório", reforça o médico.
DN
No seu consultório privado, situado em Belém, Lisboa, Ferreira Diniz garante que tem "os mesmos pacientes que tinha antes do processo". Além de que, assegura, "continuo a ver os doentes de há muitos anos, que traziam os filhos deles ao meu consultório e que agora trazem os netos". "Não têm problemas em confiar-me as crianças, que atendo no consultório", reforça o médico.
DN
E o balúrdio que está andar de metro?
Natalia Vodianova
Acho inadmissível ter de pagar 1,90€ (1,40€ do bilhete + 0,50€ do cartão Viva Viagem) para fazer uma única viagem de metro. Qual a necessidade de ser obrigada a pagar cinquenta cêntimos por um bocado de papel que da próxima vez que quiser usar (uma vez que raramente ando de transportes públicos) já deve estar fora de prazo? Juro que não entendo. É que já nem dá para devolver ao fim da viagem como antigamente. É caso para dizer - vão mas é roubar para a estrada (seria mais honesto)!
Acho inadmissível ter de pagar 1,90€ (1,40€ do bilhete + 0,50€ do cartão Viva Viagem) para fazer uma única viagem de metro. Qual a necessidade de ser obrigada a pagar cinquenta cêntimos por um bocado de papel que da próxima vez que quiser usar (uma vez que raramente ando de transportes públicos) já deve estar fora de prazo? Juro que não entendo. É que já nem dá para devolver ao fim da viagem como antigamente. É caso para dizer - vão mas é roubar para a estrada (seria mais honesto)!
domingo, 24 de março de 2013
Da arte
Uma das últimas atrações surpresa do MoMA é uma performance - The Maybe - protagonizada pela atriz Tilda Swinton que se limita a dormir durante cerca de sete ou oito horas, dentro de uma espécie de aquário de vidro, à vista de todos. Aconteceu inesperadamente ontem e estão previstas mais seis aparições destas, sendo as datas e o local dentro do museu uma surpresa. Calculo que a piquena tenha tomado meia dúzia de comprimidos para estar assim tão ferrada a dormir naquelas condições. Ou não. Uma vez eu adormeci num aeroporto, numa cadeira dura, rodeada de centenas de pessoas e só acordei quando alguém me deu um empurrão e praticamente me atirou ao chão. Terá sido isto também um momento de arte?
Gostei muito
Não sei se chegou a estar em exibição nos cinemas cá em Portugal. Se esteve passou-me ao lado. E que pena. Aluguei-o há dias no videoclube do Meo e adorei.
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Novidades da gatinha
quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Olá, Primavera!
Lindsay Wixson fotografada para Jill Stuart Beauty
Começou hoje a minha estação favorita - a Primavera. É verdade que tem estado um tempo invernoso, mas já há diferenças na natureza que me fazem acreditar que não tarda e ela está mesmo aí com tudo a que temos direito. Por exemplo ontem, quando ia a chegar à escola (que mais parece a Casa na Pradaria), apesar da chuva intensa que caía e do frio de rachar que se sentia, já dezenas de passarinhos diferentes cantavam alegremente.
Começou hoje a minha estação favorita - a Primavera. É verdade que tem estado um tempo invernoso, mas já há diferenças na natureza que me fazem acreditar que não tarda e ela está mesmo aí com tudo a que temos direito. Por exemplo ontem, quando ia a chegar à escola (que mais parece a Casa na Pradaria), apesar da chuva intensa que caía e do frio de rachar que se sentia, já dezenas de passarinhos diferentes cantavam alegremente.
Nhami!
Não sou grande fã do Continente. É certo que têm aquilo do cartão, que é ótimo, mas também é certo que a maior parte dos preços são bem mais altos dos que nos outros supermercados e também é certo que frequentemente nos tentam enganar com aquilo das promoções e do preço campeão. Por exemplo, esta semana tinham como preço campeão o atum Ramirez a 1,34€, eu achei aquilo de tal forma surreal que me dei ao trabalho de ir ver ao Jumbo online e o preço do atum Ramirez era 1,29€ sem preço campeão e sem suposta promoção. E como esta já eu apanhei imensas. Mas a verdade tem de ser dita - se o Jumbo tem os melhores Húngaros de sempre, dos quais eu já falei aqui , o Continente tem os melhores scones de manteiga de sempre (muito parecidos com os maravilhosos que se comem na LA Tea Room). O único inconveniente é que até agora só os consegui encontrar ao domingo de manhã, nos restantes dias nem vestígios há deles. E uma pessoa precisava de comer um scone fresquinho todas as tardes.
terça-feira, 19 de março de 2013
Feliz Dia do Pai
Caroline Kennedy & John F. Kennedy, fotografados por Richard Avedon, 1960
Porque quem tem um bom pai, tem quase tudo.
Porque quem tem um bom pai, tem quase tudo.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Ups
Nestes tempos da internet, do photoshop e da proliferação de imagens em segundos já não se sabe muito bem distinguir o que é verdadeiro do que é falso. E, ultimamente, comigo tem sido cada tiro cada melro, cada cavadela cada minhoca. Desta vez, a polémica foi com esta imagem retirada do twitter na NBC News e que eu publiquei no último post. Como se pode ver aqui.
domingo, 17 de março de 2013
Dos pedidos de casamento
Conheço mulheres que quando veem pedidos de casamento para grandes plateias ficam de lagriminha no olho, todas felizes. Eu, pelo contrário, acho-os sempre um pouco assustadores. Um pedido de casamento é daquelas coisas que, a meu ver, deve ser uma coisa muito íntima e pessoal, para que não haja pressões e a noiva (ou o noivo, que a tradição já não é o que era) não se sinta forçada a dar o sim. A não ser, claro está, que ambos gostem de dar espetáculo e o noivo saiba previamente que a noiva não se importa desse tipo de exposição. Nesse caso concordo plenamente que façam pedidos mais públicos.
Ora ontem circulava um vídeo do diretor desportivo do PSG, Leonardo qualquer coisa, que pediu a sua namorada em casamento - a jornalista Anna Billó - em direto na televisão italiana, quando esta estava em estúdio. Após o pedido, a rapariga ficou sem jeito, disse que preferia conversar mais tarde em casa, mas ele insistia e até disse que já tinha sido rejeitado duas vezes, acabando ela por forçosamente dar um sim, aparentemente para o calar. Foi assim meio estranho.
sábado, 16 de março de 2013
Com a internet todo o cuidado é pouco
Mona Johannesson photographed por Peter Gehrke para a Elle Sweden, março 2012
Todos nós sabemos que a internet é um perigo. Todos sabemos que qualquer criança ou adolescente pode aceder a conteúdos e imagens impróprios para a sua idade. Mas se há algum cuidado nisso por parte de alguns sites ou servidores e dá para ter algum controlo, há outros aparentemente inofensivos que podem esconder verdadeiros perigos. Estou a falar por exemplo do tumblr, muito em voga por parte dos jovens. Aparentemente, é um servidor para alojar e publicar imagens, qualquer pessoa facilmente cria um tumblr com as imagens que quiser, sem qualquer controlo, e, por isso, qualquer um pode chegar ali e deparar-se com cenários verdadeiramente assustadores. Já nem falo dos tumblr repletos de imagens pornográficas a que qualquer um pode chegar sem procurar por isso (muitos deles com imagens absolutamente normais, mas que, assim do nada, nos brindam, por exemplo, com imagens da própria autora a ter sexo com o parceiro), mas falo de alguns tumblr de jovens que se automutilam (não queiram ver o que eu vi hoje, fiquei doente) ou que sofrem de anorexia ou de outras patologias graves e que ali expressam e exibem tudo sem qualquer pudor, podendo facilmente influenciar outras crianças, adolescentes ou jovens, sobretudo aqueles mais influenciáveis ou com problemas de autoestima.
Todos nós sabemos que a internet é um perigo. Todos sabemos que qualquer criança ou adolescente pode aceder a conteúdos e imagens impróprios para a sua idade. Mas se há algum cuidado nisso por parte de alguns sites ou servidores e dá para ter algum controlo, há outros aparentemente inofensivos que podem esconder verdadeiros perigos. Estou a falar por exemplo do tumblr, muito em voga por parte dos jovens. Aparentemente, é um servidor para alojar e publicar imagens, qualquer pessoa facilmente cria um tumblr com as imagens que quiser, sem qualquer controlo, e, por isso, qualquer um pode chegar ali e deparar-se com cenários verdadeiramente assustadores. Já nem falo dos tumblr repletos de imagens pornográficas a que qualquer um pode chegar sem procurar por isso (muitos deles com imagens absolutamente normais, mas que, assim do nada, nos brindam, por exemplo, com imagens da própria autora a ter sexo com o parceiro), mas falo de alguns tumblr de jovens que se automutilam (não queiram ver o que eu vi hoje, fiquei doente) ou que sofrem de anorexia ou de outras patologias graves e que ali expressam e exibem tudo sem qualquer pudor, podendo facilmente influenciar outras crianças, adolescentes ou jovens, sobretudo aqueles mais influenciáveis ou com problemas de autoestima.
quinta-feira, 14 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Kitty Fane cora de vergonha
Quando, agora nas notícias, vi as adolescentes histéricas junto ao Pavilhão Atlântico a gritarem pelo Bieber, só me lembrei que com a idade delas eu fui louca por estes senhores - os New Kids on The Block. Shame on me. Pirosos e feios é pouco para apelidar aquilo que eles eram.
A time for love... I do!
Uma das coisas que Kate Middleton, com o seu vestido Alexander McQueen, trouxe de bom às noivas foram as rendas e tudo mais tapadinho. E eu adoro. Que já não aguentava tanto caicai.
domingo, 10 de março de 2013
Nem quero imaginar se não fosse o "melhor restaurante do mundo"
Então diz que sessenta e três pessoas apanharam uma intoxicação alimentar naquele que é considerado o melhor restaurante do mundo - o Noma, na Dinamarca. Ups. Mais valia terem petiscado qualquer coisita em casa.
sábado, 9 de março de 2013
Do Dia da Mulher
Quando em 1910, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, na Dinamarca, decidiram, em homenagem às cento e trinta operárias têxteis que morreram queimadas naquela fábrica de Nova Iorque em 1857, marcar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher", estavam longe de imaginar que, uns anos depois, este dia seria desvirtuado por alguns e visto apenas como um pretexto para receber presentes e para fazer jantaradas à laia de despedidas de solteira.
quinta-feira, 7 de março de 2013
O meu novo vício
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