quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Perdoai-lhe senhor


Bill Kaulitz

Eu até posso fazer o pino, seguido de um mortal encarpado e de um tsukahara empranchado, que nunca irei compreender como é que a minha sobrinha - uma adolescente giríssima - tem uma paixão platónica e assolapada por esta criatura. Mas isto é um homem ou uma mulher? Isto é o quê, afinal?

E agora virou moda os nossos escritores arranjarem namoradas brasileiras


António Lobo Antunes e a ex namorada que não sei como se chama

O meu amigo João há dias dizia-me o seguinte a propósito do romance do António Lobo Antunes com a brasileira - eheh, mais uma que quer é dinheiro. Sim, só por dinheiro é que ela poderia estar com um velho daqueles. E foi aqui que se me revolveram as entranhas. O meu amigo João não teve sorte com a mulher com quem esteve casado dois anos, já que esta lhe tentou extorquir todo o seu (muito) dinheiro e agora acha que todas as mulheres são todas umas interesseiras como ela. O meu amigo João, que só se chama João aqui neste post, não percebe que por detrás do velho de sessenta e muitos anos, está uma pessoa interessantíssima. Não percebe que por detrás daquelas rugas e das peles flácidas, está uma pessoa que se admira e por isso se torna atraente. Eu entendo perfeitamente a rapariga. Mas essas coisas só nós mulheres, e só algumas, entendemos. Eles irão sempre achar que uma mulher nova com um homem velho só pode querer fama ou dinheiro.

Post que tinha na gaveta há já umas semanas, escrito antes deste romance ter terminado

(Mas, pronto, parece que o que o meu amigo João dizia não estaria assim tão longe da verdade. É que afinal foi sol de pouca dura, e a moça tratou de contar todos os pormenores, ainda que de uma forma mais ou menos bonita, e ceder fotos deles juntos, a quase todas as revistas. O Lobo Antunes que adora privacidade, não deve ter achado muita graça. Digo eu. )

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Isto não se admite


Sienna Miller

Então diz que hoje é dia dos solteiros e ninguém me dizia nada? E nem os telejornais nos informam? Nem um directozinho de um qualquer restaurante com um bando de solteiras a dizer raios e coriscos dos homens? Quer dizer, põem-se com comunicados ao país do Presidente da República e debates e análises, e disto, que interessa verdadeiramente à sociedade, ninguém fala. Oh, meus amores, com franqueza.

Já tinha saudades de umas batatinhas fritas

Assim que a médica me disse que os valores do meu colesterol tinham estabilizado e voltado ao normal, passei logo pelo H3 e tratei logo de me lambuzar com um belo hambúrguer com cogumelos e natas e umas estaladiças e deliciosas batatas fritas. Nhami. Daqui a um mês há mais.

Toda a sorte do mundo para si


Adriana Lima

Conheci a Maria nos corredores do hospital por alturas da minha última cirurgia. A Maria teve um tumor daqueles que, apesar de tratáveis, lhe deixaram a cara completamente deformada. Tão deformada, que a Maria se recusa a sair à rua, por ser olhada de lado pelos adultos que lhe viram a cara e pelas crianças que lhe apontam o dedo. Claro que a Maria como ser humano que é, não se sente bem com esta realidade tão cruel. Por isso prefere passar os dias à janela da sua casa com vista para o mar, sonhando com o dia em que os avanços da medicina lhe devolverão a vida social que a Maria perdeu de um momento para o outro. O caminho não tem sido fácil, ainda se avizinha longo, mas a luzinha começa a surgir ao fundo do túnel. Já lá vão duas grandes (daquelas de dezanove horas) e bem sucedidas cirurgias. Na passada sexta-feira fez mais uma, desta vez pequena, e no próximo mês fará mais uma das grandes.

Por tudo isto, desejo do fundo do coração que todo este sofrimento seja compensado. A Maria merece. Pela força. Pela alegria apesar das contrariedades. Pelo ser humano que é.

Blogues - As primeiras impressões


Kate Beckinsale

Da mesma forma que num Speed Dating (e antes que me perguntem se isso é suficiente, ou se eu já fui a algum, eu respondo já que não) bastam oito minutos para perceber se há algum interesse na outra pessoa, com os blogues eu apenas preciso de um ou dois minutos para perceber se gosto ou não gosto. Muitas vezes menos.

Primeiro que tudo, templates maus, fazem-me logo fugir daquele blogue. Sobretudo aqueles que dificultam a leitura dos textos, cheios de laçarotes e flores e publicidade a piscar.

Blogues com música também me irritam solenemente (e atenção que há dois ou três blogues que eu gosto e que visito regularmente, com música, e que continuo a achar que se não a tivessem era melhor). Irritam, pronto. Nós muitas vezes até temos a nossa música ligada e mal abrimos o blogue temos logo de ir a correr desligá-la, porque fica ali uma miscelânea capaz de rebentar com os nossos tímpanos. Outras vezes estamos no silêncio, abrimos o blogue e apanhamos um grande susto. Se querem dar sugestões musicais, ao menos que ponham um daqueles programas em que dá para ligar a música apenas se quisermos.

Blogues com erros ortográficos. Basta um "á" com um acento agudo, para ficar logo sem vontade de continuar. Já nem falo no "fizes-te" e outros que tais.

Isto são as primeiras impressões. Isto são os mínimos.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Come on girls, do you believe in love? ... lai, lai, lai



Apesar de achar que a crise da meia-idade lhe está a dar em força e apesar de a minha admiração por ela ter decaído nos últimos tempos, continuo a gostar de ouvir as suas músicas. Por isso, desde que tenho o álbum Celebration com aquelas trinta e tal músicas que marcaram a minha infância, a minha adolescência, a minha juventude, a minha vida, não tenho ouvido outra coisa. Neste momento, estou a ouvir o "Express Yourself" e a lembrar-me do Manel, que foi a minha primeira paixão platónica. Andava eu no oitavo ano. Sim, não precisam de mo dizer, não fui nada precoce nos assuntos do amor. Com catorze anos e com um corpo de vinte anos, ainda que às escondidas de toda a gente, só pensava em brincar com as minhas bonecas que escondia numa das gavetas do meu quarto.

São tão fofinhos os homens


Mischa Barton

No meu antigo endereço de messenger eu tenho umas duzentas pessoas. No meu actual umas quarenta. No antigo tenho todo o tipo de gente (gente que se foi acumulando ao longo de uns oito anos, desde os primórdios do messenger) - colegas, ex namorados, ex amigos, amigos, ex dates, ex casos. Tudo. E mesmo assim de vez em quando faço limpezas, mas há pessoas que por uma razão ou por outra nunca consegui excluir. Por isso, das poucas vezes que o abro, acabo, invariavelmente, a falar com alguém com quem não falo há séculos. Sobretudo ex dates. O mais engraçado disto é que são sempre eles a iniciar a conversa. E fazem-no sempre por uma de duas razões. Sempre. Eu topo-os à légua. Ou querem retomar as saídas que não acontecem para aí há uns cinco ou mais anos. E que hoje já não fariam qualquer sentido. Ou então querem espetar na minha cara a sua felicidade e o facto de estarem completamente apaixonados, casados, juntos, com filhos, sem filhos. Como quem diz: tu não me quiseste, mas eu arranjei quem me quisesse, toma, toma. Acabou mesmo agora de me acontecer. E eu acho engraçado. Palavra de honra, que me divirto imenso com a previsibilidade deles.

E assim se passou mais um fim-de-semana


Audrey Hepburn e Gregory Peck em Roman Holiday

Embeiçada. Completamente embeiçada. Quase a viver uma adolescência tardia. Alheia da realidade. Com um sorriso parvo na cara. E, depois de me ter despedido umas mil vezes dele, choro de saudades e tristeza por saber que não voltarei a sentir isto nos próximos tempos. Vida amorosa de Kitty Fane é triste. Ou não fosse o amor um lugar estranho.


E não, apesar de ele me ter chamado de mimada e outros nomes feios, eu não o levei a comer a sandes de couratos, mas sim ao sítio mais giro e mais romântico da actualidade. Eu quando gosto, sou um amor. E, só de pensar nisso, vou ali chorar mais um bocadinho, já volto.

domingo, 27 de setembro de 2009

Hot & Not da semana

HOT


Demi Moore


NOT


La Toya Jackson

A ter de fazer carradas de plásticas (espero nunca endoidecer a esse ponto), ao menos que uma pessoa fique com o aspecto mais ou menos natural da Demi Moore. Nunca com o da La Toya Jackson. Credo. Que susto.

sábado, 26 de setembro de 2009

Já só me faltava esta


Audrey Hepburn e Gregory Peck em Roman Holiday

E, pronto, agora é que eu me meti mesmo, mesmo num monte de sarilhos daqueles que nem Alá sabe onde é que acabam. Já agora, que Alá esteja comigo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ai, ai...


George Peppard e Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany's

E é já hoje que o vou ver. Ai, ai... Não sei se me aguento.

Já não podemos ouvir a expressão "asfixia democrática"? Who cares? Afinal de contas, é sexta-feira!


Ewan McGregor e George Clooney

Ai minha nossa senhora. Nem sei que diga. Nem sei que faça. Subiram-se-me uns calores e fiquei, a modos que, desorientada.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Esclarecimento

Eu quando escrevi o post anterior não me estava a referir a uma mulher louca que aos trinta e nove anos quer muito ser mãe e que, como nunca mais se apaixona, vai de conhecer um qualquer, e, sem lhe dizer nada, vá de engravidar à força toda. Não, isso é outra história. Isso é completamente condenável.

Eu não me estava a referir a uma situação extrema dessas. Eu estava a referir-me a uma situação muito frequente mas sobre a qual as pessoas preferem não falar directamente, preferindo contar a outra versão da história, preferindo acreditar na outra versão da história. Pessoas que chegam a uma determinada idade e que vêem cada vez mais remota a possibilidade de encontrarem a pessoa que sempre procuraram para ser mãe ou pai e que depois até dão de caras com uma pessoa decente mas que não amam e até decidem assumir uma relação, muitas vezes apenas para concretizar esse desejo. Juntando o útil ao agradável. Eu conheço tantas. E vocês também devem conhecer. Mas como as pessoas não são parvas, não andam a gritar aos sete ventos que o fizeram.

Eu não condeno isto de forma nenhuma. Se a pessoa quer muito ter uma família, porque não tentar? Se a pessoa quer muito ser mãe é porque tem condições e amor suficiente para o fazer. Às tantas até corre melhor do que com outros que namoraram vinte anos e que neste momento estão de costas voltadas, estando um deles a ver o filho ao sábado durante cinco horas de quinze em quinze dias. Isso para mim, lamento, mas não é ser pai ou mãe. Não me venham com histórias.

É óbvio que o ideal são as duas pessoas que se amam terem o filho como fruto desse amor e estarem juntos até que a morte os separe. Sim, obviamente. Não há dúvida que uma criança precisa de uma mãe e de um pai. Mas isso, infelizmente, nem sempre acontece. E desde que as pessoas saibam o que estão a fazer e, acima de tudo, se respeitem mutuamente, não vejo qual o problema.

Será condenável?


Ines Sastre

Antigamente algumas mulheres tinham filhos para prender homens. Claro que hoje em dia já descobriram que um filho nunca prende ninguém, a maior parte das vezes até afasta, sobretudo nos primeiros meses de vida. Por isso, inversamente ao que acontecia antigamente, hoje, algumas mulheres que vêem as probabilidades de ter filhos cada vez mais remotas por estarem no limite da idade para o fazer, "usam" homens só para ter filhos e assim satisfazerem o seu desejo de ser mãe. Sem se preocuparem se ele é o the one. Sem estarem ridiculamente apaixonadas. Assumem uma relação sobretudo para esse efeito. Juntam o útil ao agradável. Está tudo a mudar. Será isto condenável?

E eu que até nem sou grande fã de caipirinhas


Liv Tyler

O meu amigo S. faz as melhores caipirinhas do mundo. Mas... são impróprias para beber antes de um dia de trabalho. Ai. Ai. Acho que estou a ver o écran a abanar um bocadinho. E eu que até nem sou grande fã de caipirinhas. Que faria se fosse. É que ele tem mesmo muito jeitinho.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Já os guardo só mesmo para as saídas à noite, e mesmo assim...


Kristin Davis, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kim Cattrall

Uma pessoa até quer ir toda bonitinha de saltinho bem alto para o trabalho, mas basta-lhe andar a curta distância que separa a sua casa do seu carro para ficar cansada de tanto malabarismo que tem de fazer para que o salto não fique preso entre dois paralelos da bonita calçada portuguesa. É nestas alturas que batem umas saudades ainda maiores de Nova Iorque e das suas ruas planas, sem subidas nem descidas, sem pedras fora do sítio. Palavra de honra, que eu não sei para que compro tanto sapato de salto alto.

Mas isto é o lançamento de um livro ou é a estreia de um filme do António Pedro Vasconcelos?



A Soraia Chaves a ler passagens do livro? Margaritas, acepipes mexicanos e banda sonora com mariachis? Um autocarro entre a Lx Factory e o Music Box? Lamento, mas toda e qualquer empolgação que eu tinha com este livro acabou de ir pelos ares. Como dizia o outro, foi assim um ar que se lhe deu. As Margaritas ainda escapam, mas a Soraia Chaves? Já começo a vislumbrar os intelectuais da nossa praça babados com o seu decote e deliciados com os seus gemidos. E já que estão numa de festa rija, porque não convidarem também a Cinha Jardim para posar para a Caras? Hoje em dia já só interessa o que vende milhares de exemplares. As editoras já não são o que eram. Tenho saudades daqueles lançamentos discretos, com meia dúzia de pessoas.

Adenda: É mesmo isto. Desconfio sempre dos entusiasmos bovinos em redor de certos autores. Como o recente e orgástico alarde à volta do escritor Roberto Bolaño. Está na boca de toda a gente. Fizeram-lhe até uma festa de lançamento com direito a leitura de excertos pela Soraia Chaves e shots de margueritas. Um horror. A literatura já não é o que era. Excerto retirado do blogue da Luna, mas as palavras são da magnífica Ana de Amesterdam.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O comentário da semana

Comentário deixado há dias no post Make me happy.

Kitty:
Chamo-me Chin Piau, tenho uma loja dos trezentos na Almirante Reis n.º 27 onde possuo lá varios tipos de malas desse modelo incluindo essa. Passa por lá, pergunta pelo meu nome que te ofereço esta mala com todo o prazer. Feita em Made in China em pele de origem de Camaleão. Não percas este teu sonho que só tenho duas, uma está reservada para ti ok? Aparece lá, te espero para te a oferecer com todo o prazer. Chin Piau.


Pois é, meus amigos, isto não é para quem quer, é para quem pode. Não veio o Sheik, mas veio o Chinês. Não veio a verdadeira, mas veio a fake. Sim, porque eu fui logo lá a correr. Até porque tive logo a certeza que não era ninguém com uma imaginação muito fértil a tentar arrancar-me uma gargalhada ou a tomar-me por parva. De qualquer modo, o seu autor que se acuse, que tem direito a um prémio, por me fazer dar uma estridente gargalhada.

Pobres crianças

Eu acho muito bem que as pessoas andem com quem bem entendam, mas não há necessidade de incluir sempre os filhos nesse desfile de namorados. Pobres crianças.

Red Carpet - Emmys Awards - Crónicas de Escárnio e Maldizer

1 - Não, definitivamente não!


Drew Barrymore

Mas também, sejamos realistas, é mais fácil encontrar uma agulha num palheiro, do que encontrar a Drew Barrymore com uma roupita gira.


2 - Gosto ou não gosto? Acho que gosto.


January Jones


3 - Dá sempre jeito ter uma lençolinho em casa para estas ocasiões. Dão-se uns nozinhos nos ombros e a andar.


Leighton Meester


4 - Vá, podem trazer os canários para pendurar nas argolas.


kim kardashian



5 -Hummm... Mas que pareço eu?


Heidi Klum

Está bem que a Heidinha continua linda. Está bem que eu adoro ver as barriguitas das grávidas vincadas. Mas não sei o que é que me parece a Heidinha hoje. Não sei, se calhar uma coisita mais larguita em baixo ficava melhor. Digo eu.


6 - Não me toquem, por favor. Posso desmanchar-me.


Olivia Wild

A Olivia Wild é linda. O vestido é lindo. Mas parece que falta ali qualquer coisa. Será da cor?


7 - Tudo perfeito...


Sandra Oh

O vestido simples. A clutch. O cabelo. Pronto, a carinha é que é assim a atirar para o feiotinho, mas também não se pode ter tudo.

8 - Pois, a parte preta...


Lindsay Price

Adoro a cor. O vestido. Só não percebi muito bem o que está aquela parte preta ali a fazer. Quer dizer, olhando bem, até percebo.


9 - Esta Blake Lively começa a irritar-me!




Blake Lively

É linda. E depois traz sempre roupas giríssimas. E pela primeira vez gostei de ver alguém com ombreiras. Estarei doente?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Hoje fui uma mulher feliz


Anne Hathaway

Ao final da tarde, Kitty Fane chega a casa e não só não a tem inundada, como a tem toda limpinha e arranjada. Nada de água pelo chão. Tudo no sítio. Tudo impecável. Dizem as paredes que Kitty Fane pulava de contente - afinal de contas, fez as pazes com a sua casa.

Conselhos # 2


Bar Refaeli

Já eu, com o meu feitio (feitio-péssimo-eu-é-que-sei), nunca precisei da opinião de outras pessoas para deixar ou não de andar com alguém. Aliás, na maior parte das vezes, as outras pessoas só sabem dos meus dates/casos/fogachos depois de estes já terem terminado. Ou muitas vezes nem sequer o chegam a saber. Ultimamente é o que tem acontecido com mais frequência. E, verdade seja dita, nada do que aprendi foi à custa dos conselhos dos outros, foi tudo à custa de bater tantas vezes com a cabeça na parede.

Conselhos


Adriana Lima

Ultimamente tenho recebido inúmeros e-mails de leitoras do blogue que me pedem conselhos acerca dos homens com quem andam a sair. Pedem-me a mim, como provavelmente pedem a outras pessoas.

Primeiro descrevem em traços gerais o tipo em questão, e depois fazem um historial da relação/saídas até aí. Por fim pedem conselhos. Perguntam o que é que eu acho dele. Se é do tipo para passar um bocadinho de tempo. Se é do tipo pelo qual elas devem lutar. Se é do tipo que se está a borrifar para elas. Se é do tipo que apenas quer dormir com elas…..E o fundamental - se ele está ou não verdadeiramente interessado.

Eu faço sempre questão de lhes dizer que não posso opinar sobre isso. Com que direito o faria? Principalmente eu. Sou um zero à esquerda em termos de relações. Não que não tenha tido algumas óptimas e duradouras relações amorosas. Mas todas elas falharam. Em muitas delas parti a cara. Por tudo isto, não acredito no amor nem nas relações da mesma maneira que acreditava há uns anos atrás. Portanto, nunca poderei dar bons conselhos. Mas elas acham que sim. Pedem-me a minha opinião. Pedem-me a minha sinceridade. E eu dou.

Muitas vezes não digo aquilo que me apetece. Muitas vezes apetecia-me dizer que o rapaz é do tipo que-apenas-quer-passar-um bom-bocado com elas e que elas andam a fazer uma figurinha triste com ele, a imaginar já uma relação mais séria, mas não tenho coragem de o fazer. Mas uma coisa é certa, mais tarde ou mais cedo, elas próprias chegam a essa conclusão. Já aconteceu inúmeras vezes. E não foi preciso ler o livro do Greg Behrendt para descobrir isso.

Não é preciso grande esforço para perceber que tanto os homens como as mulheres têm um modus operandi para cada uma das situações, ou seja, para quando estão interessados ou para quando não estão interessados numa pessoa. Nós muitas vezes é que não queremos ver. Só queremos ver as borboletinhas que esvoaçam à nossa volta. No entanto, há algumas excepções. E eu já me enganei por diversas vezes nessa avaliação.

domingo, 20 de setembro de 2009

Zapping

Confesso que me encho de urticária sempre que vejo programas com criancinhas vestidas de adultos a cantar para ver quem ganha. É isso e criancinhas nas novelas, armadas em actores. Não me venham com histórias, isto é exploração infantil.

O mais engraçado é que fica toda a gente chocada quando dá uma reportagem com crianças a trabalhar numa fábrica, por exemplo, mas todos aplaudem este tipo de programas. Sou eu que devo ser de outro mundo. Está mais do que visto.

Eu também tinha de falar do Patrick Swayze


Jennifer Grey e Patrick Swayze em "Dirty Dancing"

Senti muito a morte do Patrick Swayze. Fui mais uma que viu o "Dirty Dancing" mil vezes na adolescência. Que dançava e se imaginava a Baby. E que gostava moderadamente do seu actor principal. Não o adorava como actor. Não era fã dele. Mas tinha uma simpatia grande por ele. No entanto, senti muito a sua morte. Talvez por saber do seu sofrimento nos últimos dois anos e da luta inglória que travou, e por achar que depois de tanta dor merecia pelo menos andar por cá mais uns anos com qualidade de vida. Merecia mesmo. Por isso chorei quando soube da morte dele, como choro quase sempre que vejo alguém partir vítima de cancro.

E assim se passou mais um fim-de-semana


Eva Longoria

A apanhar água do chão. Foi maravilhoso. Dói-me tudo. Ai as minhas cruzes. Ai as minhas pernas.

E fiquei tão traumatizada, que agora quando chego a casa tenho sempre receio de a ver novamente inundada. Sim, que o problema só amanhã será totalmente resolvido. Quer dizer, para dizer a verdade, eu já não acredito que seja resolvido, alguma coisa há-de correr mal novamente, mas, pronto, dizem que sim.

Caramba, é nestas alturas que não dá jeitinho nenhum morar sozinha.

sábado, 19 de setembro de 2009

Hot & Not da semana

HOT


Jennifer Aniston


NOT


Jennifer Lopez

Imagens daqui.



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E quando se pensava que o pior tinha acontecido...

... Kitty Fane chega ao final da tarde a casa toda prontinha para ir jantar fora e para se preparar para um fim-de-semana fora e o que é que vê? A casita toda inundada. Ah pois, uma beleza, meus queridos. Apeteceu-me desatar a chorar e fugir dali para o fim do mundo para só voltar quando estivesse tudo impecável. Mas não, tive de encarar a realidade. Valeu-me o meu vizinho que estava a entrar e para quem eu me queixei, e que disse logo que me ia ajudar. Que querido. Foi vestir a roupa de combate e começou ali a tentar resolver tudo. Entretanto, chamou o outro vizinho para o ajudar. E os dois resolveram tudo ao fim de duas horitas. Claro que ainda tenho a noite toda pela frente para limpar o resto. Claro que ainda não está tudo terminado. Mas inundações já não vou ter, garantia de vizinho. Claro que estou estoirada. Estou chateada. Parte do meu chão flutuante da sala levantou. A minha carpete que eu amava vai para o lixo. Tenho trabalhinho para uma semana, mas, pronto, com um bocadinho menos de azar, tudo se há-de resolver.

E, relativizando (nestas alturas tem mesmo de ser), antes esta sexta-feira do que na próxima, não é meu querido?

Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay

Há dias tive uma ruptura num cano da cozinha o que faz com que tenha aqui um canalizador em casa há duas manhãs. O problema disto é que está tudo a correr mal. O cano entupiu. Ficou lá presa uma ferramenta. Entre muitas outras peripécias. Quando se pensava que já estava tudo resolvido, começa a sair água de outro lado. Mais umas horas de trabalho. Para culminar, há cinco minutos, o senhor escorregou e caíu. Bateu com a cabeça na parede. Ficou com um galo tão grande que tive de lhe pôr gelo. Não tenho sorte nenhuma, diz-me o senhor. E eu acredito.

Não se aproximem...


Heidi Klum

Eu mordo. É melhor manterem a margem de segurança. A gerência não se responsabiliza por eventuais danos.

Estamos todos fartos de política? Who cares? Afinal de contas, é Sexta-feira!




Fernando Gonzalez em dose dupla

Eu já vos tinha dito que o meu desporto favorito é o ténis? Qual Rafael Nadal, qual quê? A razão desta minha paixão chama-se Fernando Gonzalez e é um doce chileno da melhor qualidade.

Adenda: Pronto, agora já posso aqui confessar que a fotozinha dos pêlos foi aqui posta só para ver a reacção de algumas meninas. Assim à laia de provocação.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sem comentários


Anne Hathaway

Há alturas em que eu percebo perfeitamente aquelas pessoas que optam por não ter comentários no seu blogue. Dantes achava uma atitude um bocadinho snob. Agora compreendo-a. É que não há pachorra. Mesmo. Uma pessoa escreve uma coisa e percebem outra. Por vezes comentam só para dizer disparates, nem lêem os posts completos. Outras vezes chamam nomes, só porque não concordam com o que nós escrevemos. Levam tudo à letra.

Uma pessoa critica as Floribelas da vida e anda um mês a receber comentários insultuosos. Escreve sobre homens, e andam dias e dias a dizer que eu tenho é falta deles (antes fosse, tinha a vida mais facilitada). Fica-se contente porque há uma colega nova no trabalho que por acaso é solteira e não tem filhos, sou logo rotulada de insensível que odeia todas as mulheres casadas e com filhos. Escrevo um post sobre o José Sócrates, e já sou uma parva porque vou votar nele. Se escrevo sobre a Manuela Ferreira Leite, também vou votar nela.

Até parece que o que eu escrevo é lei universal. Oh meu amores, é a minha opinião. Para que a levam tanto a sério? Para que se picam tanto com ela? Pela vossa rica saúde, tenham dó de mim. Isto é um blogue. Não é um tratado. É meu. Sou eu que escrevo nele aquilo que me apetece. Ninguém me paga para isto. Não vos devo nada. É assim tão difícil perceber isso? Vão mazé fazer qualquer coisa de útil à sociedade. Sei lá, como por exemplo, trabalhar.

No entanto, continuo a achar que um blogue se torna muito mais rico com as opiniões dos outros, ainda que discordem do ponto de vista do seu autor. Sim, felizmente, ainda há muitos comentários interessantes, de pessoas igualmente interessantes (não é a esses que o post é dirigido, como é natural). E é isso que me faz continuar a ter uma caixa de comentários aberta. Só isso.

E, lamento, a censura continuará a ser exercida sem dó nem piedade. Sou ditadora? Sim, com certas pessoinhas tenho mesmo de ser.

Homens demasiado bonitos?


Jude Law

Eu tenho um ditado que diz que os homens bonitos são para apreciar, nunca para ficar. E cada vez mais sou adepta desse meu ditado. E quando falo de homens bonitos, falo de homens mesmo muito bonitos. Escandalosamente bonito. Assim tipo Jude Law. Não falo de homens charmosos que passam mais despercebidos, mas que são sempre muito mais interessantes que os senhores perfeitos, como eu lhes costumo chamar.Eu quase sempre me senti mais atraída por homens não tão bonitos como os anteriores, mas que possuem ali um je ne sais quoi, que nos deixa com alguma água na boca.

Há uns anos, quando ainda era uma moçoila muito jovem, deixava-me levar por qualquer cara bonita que me aparecesse. Os Jude Laws, os Brad Pitts das redondezas eram sempre a minha perdição. E lá chegou a altura em que me deixei mesmo levar pela cantiga do bandido de um desses bonitões. E se querem que vos diga a verdade, não foi nada bom. A princípio tudo tinha piada claro. Ele era como um troféu que todas queriam ganhar e fui eu que o levei para casa. Mas só teve piada por isso (sim, eu era parva na altura. mas estamos a falar de há uns bons anos atrás. agora já dou prioridade a outro tipo de coisas.).

Depois dessa fase, aquilo perdeu toda a graça. Era uma tremenda chatice ir com ele na rua e reparar que todas olhavam para ele. Eu nunca estava descansada. Tudo tinha de girar à volta dele. E ainda recebi como prémio final um parzinho de cornos que tão bem me assentou na altura. Escusado será dizer que assim que a relação terminou, respirei de alívio. Barbicachos destes dispenso, pensei eu na altura. E é o que eu penso neste momento.

Ainda há dias falava com umas amigas minhas acerca disso. Os homens demasiado bonitos deviam estar num pedestal para ser admirados. Só para isso. Porque para o resto, tirando o dar chatices, a maior parte deles não tem muito jeitinho.

Agora vocês poder-me-ão dizer que o comportamento deles nada tem a ver com o facto de serem bonitos ou não, tem sim a ver com o carácter e com os princípios das pessoas. Eu não vou nessa. Ninguém é indiferente à beleza. E o facto de sermos apaparicados e bajulados a vida inteira por sermos bonitos pode fazer com que haja alterações da nossa personalidade, nomeadamente no que diz respeito ao nosso comportamento nas relações amorosas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Lufada de ar fresco

No meu local de trabalho procria-se à velocidade da luz. Todos os anos há uma ou mais grávidas. Como aqui referi, adoro as minhas colegas, mas por vezes torna-se cansativo ouvir falar a toda a hora dos seus rebentos - que são sempre os mais engraçados, os mais inteligentes, os mais giros, os que fazem mais gracinhas - dos partos, das epidurais, das cesarianas. Por isso, quando descobrimos que uma das novas colegas é solteiríssima e sem filhos, sentimos sempre uma lufada de ar fresco.

Podia dar-me para pior, é um facto


Eva Herzigova

Ontem à noite, possuída por uma valente insónia, comecei a ler o meu blogue desde o início. E comecei a encher-me de urticária. Pensei muitas vezes - mas para que escrevi eu isto? Onde estava eu com a cabeça para escrever isto? De repente, estava com vontade de apagar quase metade do blogue. Mas contive-me, apaguei só quatro posts.

Make me happy


Alexa Chung

Não sou grande apreciadora de espetar aqui no blogue com bens materiais que eu gostava de receber assim à laia de indirecta para o namorado (que não tenho) ou para os amigos, porque, verdade seja dita, o que eu quero muito, compro, não estou à espera que mo ofereçam (também se estivesse à espera disso mais valia esperar sentada). Felizmente. Mas também não sonho com coisas materiais fora do meu alcance, o que torna sempre tudo mais fácil. Excepção feita à minha futura Chanel 2.55.

Eu quero-a tanto que qualquer dia perco o amor a algumas das minhas poupanças e compro-a . É que essa carteirinha era coisa para me fazer feliz ininterruptamente durante uns dois meses. A sério. É a minha mais antiga paixão platónica do mundo das malas. Ando atrás dela há quase dois anos, caramba.

Portanto, não custa nada pedir aqui a alguma alma caridosa que ma ofereça. Cof. Cof. Cof. Nunca se sabe se não há por aí um multimilionário árabe de seu nome Sheik Mohamed qualquer coisa, a ler o blogue, e pronto a satisfazer o desejo da menina Kitty Fane. Não é verdade?

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Gato Fedorento

Hoje sim, hoje teve piada. A Ferreira Leite esteve o máximo. Fartei-me de rir. E aqui para nós que ninguém nos ouve, o Ricardo Araújo Pereira é mesmo um doce de chocolate da melhor qualidade. E agora vou já mudar de canal, que aqueles programinhas que começam logo a seguir na SIC são completamente deprimentes (servem exclusivamente para o embrutecimento da população).

Mais do mesmo

Quando eu digo no post anterior que não há pessoas solteiras por opção, não estou a dizer que toda a gente quer casar ou viver junto e só não o faz por não ter o tal. Não. Eu estou a falar de ter namorado ou de não ter namorado. Casar e viver junto é outra história e aí reconheço que há pessoas que não foram talhadas para isso.

É que até me podem dizer que não, que não querem mesmo ninguém, que querem estar sozinhas, que eu não acredito que apareça alguém que vos agrade e vocês não sintam vontade de estar com essa pessoa. Mas, pronto, isto sou eu que acho. E a minha opinião é a minha opinião, não tem de ser a vossa. Já que cada um sabe de si.

Urticária


Keira Knightley

E da mesma forma que me causam alguma urticária aquelas pessoas que quando dão conta de que uma pessoa é solteira começam logo com olhares de pena e a conversa do costume - ele há-de aparecer, não desanimes. - como se fôssemos as pessoas mais infelizes do mundo por não termos namorado fixo, também me encho de urticária quando oiço mulheres a dizer - ah e tal eu agora estou solteira por opção, porque me apetece. - Lamento, mas isto cheira-me sempre a hipocrisia

Mas quem é que está solteira por opção? Ninguém. Querem ver que eu agora decidia estar solteira e depois passava-me o George Clooney à frente e eu dizia que não, que tinha optado por estar solteira e como tal não queria nada com ele?

Somos exigentes? Sim. Gostamos de estar sozinhas? Também. Não queremos entrar numa relação com uma pessoa que não nos diga nada só para dizer que temos homem? Correcto. Não morremos se não aparecer o tal? De acordo. Mas não estamos solteiras porque nos apetece estar solteiras. Estamos solteiras porque não nos contentamos com o primeiro que nos aparece. Estamos solteiras porque ainda não apareceu a pessoa que nos faça ter vontade de amar. Só por isso.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Continuo sem saber em quem votar nas legislativas

Mas é incrível como Sócrates se safa sempre. Está sempre irrepreensível em todos os debates, até neste programa, a rir-se dele próprio. Vamos ser realistas, por muito que não se queira votar Sócrates, torna-se difícil escolher outro candidato. A Manuela Ferreira Leite, por exemplo, foi, sem dúvida, a pior escolha do PSD. A senhora não tem arcaboiço para estas coisas. Perde no discurso pobre e atabalhoado. Perde naquele programa eleitoral cheio de buracos negros. Por isso, quando olho para os blogues de direita a esmifrarem-se para a defender, a dizer com todos os dentes que houve um empate no debate de sábado, só me dá para rir. Qual empate? Vimos mesmo o mesmo debate? E se o PSD tiver um bom resultado nas próximas eleições como levam a crer as sondagens, não é por mérito de MFL, mas sim por estar muita gente farta deste governo prepotente.

Estou a ver os Gato Fedorento

Sou só eu que estou a achar aquilo um bocadinho booooring? Estou quase quase a fechar os olhinhos e a adormecer.

Amanhã recomeçam as aulas...


Daisy Lowe (foto roubada daqui)

... que é como quem diz - vou fazer o estágio para a gripe A que aquela criançada deve trazer em cima. Wish me luck.


Adenda: E para evitar os comentários parvos do costume que já começaram a cair, informo que, apesar de as aulas recomeçarem amanhã, eu já retomei o trabalho há três semanas. Sim, ao contrário do que essas mentes pensam, as coisas não aparecem feitas no primeiro dia de aulas como que por magia.

O homem com quem se deve dançar


Audrey Hepburn e Gregory Peck no filme Roman Holiday

Digam o que disserem o primeiro impacto positivo ou negativo de uma pessoa tem quase sempre a ver com o aspecto físico. Não tem de ser um Clooney. Não. Mas deve ter um aspecto agradável, limpo, ou melhor dizendo, deve ter ali um je ne sais quoi que nos agrade e que accione uma série de campainhas adormecidas.

Agora vamos à parte mais importante. Pois o homem até pode ser lindo que só ele. Mas se não for interessante interiormente, não há nada a fazer e vai cada um à sua vida. Até podemos dar um pezinho de dança. Mas à medida que vamos dançando e conversando, começamos a sentir uma vontade cada vez maior de abandonar o par, ali mesmo no meio do salão.

Homens demasiado inteligentes são o máximo. Nós adoramos. Nós admiramos. Um homem inteligente e culto é meio caminho andado para que se queira dançar com ele para sempre. Se tiver garra, determinação e, sobretudo, carácter, melhor ainda.

A educação também é muito importante. Homens brutos que não deixam as senhoras entrar em primeiro lugar e, que se for preciso, até lhes atiram com a porta à cara, são carta fora do baralho. Da mesma forma que são também os que em cada frase incluem um palavrão. Ou seja, homens que não se saibam comportar, não interessam de todo. Esses nem para um simples pezinho de dança.

Adoramos homens que nos mimem, que nos digam que estamos bonitas dia sim dia não, mas que não caiam em exageros. E da mesma forma que não nos interessam os chamados homens colas, também não nos interessam os demasiado desligados.

Não gostamos de homens ciumentos e possessivos, mas reconhecemos que um ciuminho de vez em quando é agradável, sem exageros, claro

E para terminar, não nos interessam homens que não saibam conduzir o seu par. Mulheres com personalidade gostam de homens que saibam para onde ir. Sem machismos.

domingo, 13 de setembro de 2009

Com o Outono chega outro tipo de necessidades


Alessandra Ambrosio

Uma das coisas de que mais gosto é de sentir as estações do ano mudarem. É bom sentir que a natureza segue o seu percurso. Por isso, adoro o Outono. O Verão foi-se embora. Caem as primeiras folhas. As primeiras chuvas. Há um cheiro a terra molhada no ar. O mar fica revolto e as praias vazias. As noites começam a ficar frias e voltamos a precisar de um cobertor na cama. De um cobertor na cama... e de alguém que nos aqueça os pés. É o problema do Outono.

sábado, 12 de setembro de 2009

Hot & Not

HOT






NOT





imagens retiradas do site Just Jared

Se por um lado adoro o aspecto saudável, a classe e a discrição da Charlize Theron, por outro detesto o aspecto anoréctico e sem expressão da Victoria Beckham. É que nada lhe assenta bem. Nada. Nem as roupas, nem a maquilhagem, nem os penteados.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O melhor dos blogues


Victoria's Secret Angels

O melhor deste mundo dos blogues são as pessoas. Mais uma vez pude comprovar isso. Após meses a trocar e-mails onde falávamos de tudo e de nada, fui conhecer a Luna, que por estes dias deixou o frio da Holanda e abraçou o sol do nosso país. Adorei as quase três horas de conversa, risadas e imperiais, à beira-rio. Parece que já nos conhecíamos há anos. Ela é tal e qual como eu pensava que era - giríssima e muito divertida.

É também pelas roupas, pelas carteiras e pelos sapatos que nós adoramos o Sexo e a Cidade






Sarah Jessica Parker

Ai os Louboutins. Ai. Ai.

O regresso ao trabalho não tem sido fácil? Who cares? Afinal de contas, é Sexta-feira!


Keanu Reeves

Porque marcou a minha adolescência (ele e o River Phoenix eram os meus favoritos) e até apareceu de rabiosque ao léu nas páginas da revista Ragazza que eu comprava religiosamente todos os meses (essa revista ainda existe?).

E porque não lhe falta nada - cabelinho como eu gosto, barba de alguns dias e olhos penetrantes. Parece é ser assim meio pelado. Mas a perfeição também aborrece.

Só depois de ter recebido comentários...

... para lá de ordinários, é que dei conta da foto de baixo. Acho que abusei. Mas, pronto, vi a moça a comer bolo e nem reparei no resto. É a típica foto de revista masculina manhosa que eu dispenso.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Pergunta e resposta


Audrina Patridge

- O que faz Kitty Fane em casa com um bolo coberto de chantilly?
- Come-o e fica mal disposta.

Shame on you miss Kitty Fane.

E, pronto, isto é só para resumir

Para que não haja confusões, há três tipos principais de betos. Isto muito resumidinho. Um dia com mais tempo, desenvolvo o tema.

Ora para começar temos o estilo beto-surfista. São loiros, cabelo grande, andam sempre bronzeados e são quase todos escandalosamente giros. Só é pena, no geral, não deverem muito à inteligência e à cultura. Não vão além dos lugares comuns do costume que para eles são o Bob Marley, as ondas, a pororoca e afins.

Depois temos os betos clássicos que há quem não considere betos. São os mais discretos. Camisinhas, chinos, compõem a indumentária. As suas marcas favoritas são Gant, Ralph Lauren e Lacoste (mas nada de letras garrafais a mostrar a marca, não, tudo muito discreto). Nada contra. Pelo contrário. Aprecio bastante este tipo, tendo quase todos os meus ex namorados pertencido a ele.

Depois temos ainda os que eu referi no post anterior, aos quais chamo de betos lavradores. Estes não suporto, lamento (à excepção do meu amigo que é um querido). São quase todos iguais. Há carradas deles na zona do Ribatejo. Têm sempre a mania das grandezas. Das terras. Das touradas. Dos brasões. Usam todos o cabelo exageradamente grande. São estes que usam a camisinha abertinha com o fiozinho a espreitar, e o sapatinho de vela com a calcinha (que nos mais velhos pode ser encarnada) à meia canela.

E, meninas, não confundir os pintarolas de camisa aberta e fiozinho ao pescoço, de meia branca e unha do dedo mindinho grande, com estes betos como algumas confundiram. É que não tem nada a ver. Mas talvez só quem viva na zona de Lisboa identifique isto.

Corta-Interesse # 11


Anne Hathaway


Aqueles rapazes betos, muito betos, que usam a camisa aberta até quase ao umbigo e por baixo usam um fiozinho de prata ou de ouro com uma cruz grossa. Há dias o meu amigo beto-mais-beto-não-há-que-eu-adoro levou-me a um bar onde todos os homens apresentavam essa indumentária. Ele incluído. Com tanta cruz, eu tive de me benzer e pedir para ele nunca mais me lá levar, já que a diversidade é coisa que eu aprecio quando saio à noite.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Isto é um ultraje à minha pessoa



Assim de repente, fiquei com uma ligeira indisposição. Vou só ali levar os deditos à boca para ver se isto passa. Ohh, não passa. E agora fiquei a modos que com um nó na garganta. Sniff. Sniff. Kittyzinha está triste. Precisa de colinho. Quem dá? Quem dá?

Sandes de couratos, é mesmo isso


Sienna Miller e Jude Law em Alfie

Ele disse-me que eu sou uma mimada, que não gosto de ser contrariada e que sou muito pouco tolerante quando as coisas não são como eu quero. E eu gostei. É verdade. É importante que mo digam, para que eu tenha consciência disso e possa melhorar nesse aspecto. Mas é óbvio que agora, ao invés de o levar a jantar a um sítio giro como estava combinado, o mais certo é irmos ao McDonald's do Colombo ou mesmo a uma roulotte comer uma sandes de couratos. Espero que ele respeite as minhas escolhas.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ah e tal, eu não tenho paciência para ler blogues cor-de-rosa!





Porque há coisas que devemos registar e agradecer. Agradecer mesmo a quem prefere dizer que não gosta de blogues cor-de-rosa, mas que vem cá todos os dias assim como quem não quer a coisa, não é bomboquinhas? Obrigada. Mesmo.

Nem tudo o que parece é


Audrey Hepburn

À excepção daqueles que realmente privam comigo e me conhecem verdadeiramente, todos me acham uma pessoa muito snob e arrogante, assim uma espécie de gladíolo do livro "O Rapaz de Bronze" da Sophia de Mello Breyner. Ainda nunca percebi porquê. Há dias algumas das minhas colegas diziam que, há três anos, quando me conheceram, me achavam a pessoa mais arrogante do mundo e que nem se sentiam bem a falar comigo, porque eu as incomodava e intimidava. Confessaram-me há dias isso e confessaram-me também que estavam redondamente enganadas.

Ainda não sei em quem irei votar nas legislativas

Mas a existência de uma Carolina Patrocínio (ainda estou de queixo caído com o chorrilho de disparates que saem daquela boca. digam-me, como é possível?) como mandatária para a juventude do PS parece-me uma razão mais do que suficiente para eu não votar nesse partido. Pela vossa rica saúde, haja decoro.

(Adenda: Vamos lá a ver se nos entendemos, eu continuo sem saber em quem irei votar. Como pessoa inteligente que sou, não deixarei de votar num partido só porque tem uma criatura destas como mandatária não sei do quê. Mas que realmente é um ponto a menos nesse partido, um contra, uma mancha, lá isso é. É que a questão nem é a frutinha que só come se a empregada lhe tirar os carocitos, a questão principal é a criatura dizer com a maior das latas, num programa de televisão, que odeia perder e que para não perder não se importa de fazer batota. É que se ela tem supostamente maturidade para ser mandatária de um partido, se quer ser levada a sério também deve ter maturidade para saber que uma figura pública como ela é, tem de ter cuidado com o que diz e com o que faz. )

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Nunca mais chega Novembro (e não, não é por ser o mês do meu aniversário)



Inside all of us is hope

Inside all of us is fear

Inside all of us is adventure

Inside all of us is a wild thing

Sim, parece que é só no final de Novembro que estreia este filme. Até lá tenho de me contentar com o trailler (perfeito, diga-se. para ver até ao fim. não é lindo? que atire a primeira pedra quem não sentiu um arrepiozinho ao vê-lo. a musiquinha dos Arcade Fire também ajuda. eu já o vi umas cem vezes. vou agora para a centésima primeira. cá vou eu. ohhhh.).

Friozinho na barriga

Quando entro naquele hospital sinto sempre um friozinho na barriga. Já lá deixei tanta lágrima e tanto sorriso...

Olha o belo do colar!


Heidi Klum

Eu já fui moça para usar muitas pulseiras, daquelas que faziam muito barulho. Já fui moça para usar brincos assim a atirar para o grandinho. Já fui moça para usar muitos colares. Já fui moça para isso tudo. Mas, hoje em dia, dispenso toda essa quinquilharia, porque acho que tudo tem o seu tempo, e a partir de determinada altura senti necessidade de substituir a bijutaria pelas jóias. Mas continuo a gostar de ver em certas pessoas. E fico-me pelos meus brincos discretos e lindos de prata ou de ouro branco, pelas minhas pérolas, pelo meu anel de estimação, e, muito de vez em quando, uso um colar. Se sair à noite, se a ocasião o pedir, uso brincos maiores e mais vistosos.

Posto isto, irritam-me solenemente as pessoas que me andam sempre a impingir colares e brincos e pulseiras e mais não sei o quê, que elas próprias fazem. Primeiro vem a amiga - Ah e tal, compra lá. E uma pessoa vê-se obrigada a comprar qualquer coisita só porque fica bem. Depois vem a colega - Ah e tal, não queres comprar um colarzinho? Ficava-te muito bem. Depois vem a prima da prima que encontrámos por acaso na rua - Ah e tal, olha que giro para ti, Compra, é baratinho. Fui eu que fiz. E uma pessoa passa a vida a dizer não, a ter de fazer cara de tacho, como se ficasse a dever um favor a alguém.

domingo, 6 de setembro de 2009

E já que falamos de assuntos do coração


Adriana Lima

Ontem recebi um e-mail devidamente identificado de uma menina que está com problemas com o seu amor. A sua necessidade de desabafar com alguém era tanta (aliás, qualquer dia, e tendo em conta os e-mails que me chegam a pedir conselhos, vou tornar-me numa Sue das relações amorosas, só é pena ser um zero à esquerda nessa matéria) que descarregou num longo e-mail tudo aquilo que a incomodava na sua relação. Dizia ela que era mais fácil desabafar com quem não nos conhece e com quem não virão olhares de condenação ou críticas. Eu compreendo-a.

Aliás, era em alturas como esta que eu gostava de ser daquelas pessoas que contam todos os pormenores da sua vida sentimental no blogue. Dava-me tanto jeito escrever certas coisas. Esta semana que termina foi tão rica em emoções que me apetecia descarregá-las em algum lado. Mas não posso. Aliás, não sei se o meu pobre coração aguenta outra semana como esta. E não, não se tratam de desgostos. Tratam-se antes de indecisões. Muitas. Pelo sim, pelo não, vou fazer hoje uma espécie de retiro espiritual de sofá para ver se clareio as ideias.

Mas a vantagem de ter tido um desgosto de amor com o primeiro namorado a sério...


Adriana Lima e ? (ia jurar que era o Olivier Martinez)

... foi que fiquei imune a eles (aos desgostos) para todo o sempre. O que não sei se é bom ou mau. Claro que o fim de uma relação continua a custar, mas nunca mais tive um desgosto daqueles, de andar para aí a definhar e a bater com a cabeça pelas paredes achando que a minha vida nunca mais faria sentido sem aquela pessoa (faltava-me amor-próprio, coisa que hoje em dia tenho em demasia.). Shame on me. Mas, pronto, dá-se um desconto que eu tinha uns vinte aninhos e era a miss ingenuidade. E foi o meu primeiro amor a sério, caramba.

Só para quem viu o jornal Expresso desta semana

Aquela imagem que apanha as páginas quatro e cinco deste jornal, com todos os membros da equipa do Jornal Nacional de braços cruzados e com cara de mauzões em busca de vingança, é para nos meter medo? É para assustar criancinhas? É que se esse era o objectivo, devo dizer-vos que foi cumprido. Valha-nos o Vítor Bandarra que é o único que está com um ar simpático e fofinho.

sábado, 5 de setembro de 2009

Quando me perguntam qual é a melhor dieta...


Gisele Bundchen

... eu digo sempre o mesmo - a melhor dieta de uma mulher chama-se desgosto de amor. Essa nunca falha. Qual Tallon, qual Póvoas, qual quê? Há cerca de doze anos quando tive o meu grande (e acho que único) desgosto de amor emagreci cinco quilos. Fiquei destroçada, o meu coraçãozinho andava em cacos pelo chão, mas estava uma autêntica top-model. O que deu imenso jeito para subir a minha auto-estima, já que nessa altura tinha ficado ao nível do Mar Morto.

Coisas que realmente interessam à sociedade



Ainda não me adaptei às ombreiras enormes e exuberantes do Balmain.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Vamos ajudar a Nídia

Já recebi alguns e-mails a alertar para isto. Já sei que vários blogues publicaram a mesma coisa, mas quantas mais pessoas tomarem conhecimento disto, melhor.

Então é assim - a menina Nídia Mendes que, de certeza absoluta, é uma querida, tem leucemia há um ano. Mas o bicho não foi à sua vidinha, que é como quem diz, não ardeu no quinto dos infernos, e ela teve uma recaída, sendo a única possibilidade de cura o transplante.

Portanto, vamos todos em massa (eu só não vou porque já tentei e nem para isso sirvo. nem para isso nem para dar sangue. bah.) increver-nos como dadores de medula e quem sabe conseguimos tratar esta princesa. Mais informações aqui.

Os dias de calor já lá vão? Who cares? Afinal de contas, é Sexta-feira!


Orlando Bloom (roubado daqui)

Eu, uma mulher de palavras, de repente, fiquei sem elas. Cutchi, cutchi, serve?

E não, não estou aqui para defender o "Socas"

Se calhar sou só eu que acho que a Manuela Moura Guedes foi despedida porque já não tinha lá o marido para lhe "aparar os golpes". Porque aquele "Jornal Nacional" e aquele tipo de jornalismo-caça-às-bruxas não faziam qualquer sentido. Acham mesmo que o Sócrates, numa altura destas em que anda aflito a namorar tudo e todos para ver se salva a honra do convento, ia mexer os cordelinhos para que a pusessem na rua? Mais valia então desistir logo da corrida. Sim, não me venham com histórias, o único prejudicado nesta história toda foi o PS. Mas que ali cheira a esturro, lá isso cheira.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Confesso, sempre tive um fraquinho por políticos (mas só por alguns, poucos) giros e com sentido de humor


Heidi Klum

Ele (muito sério) - Se eu fizer tudo como tu gostas, se eu me esmerar, votas Sócrates nas próximas eleições?

Eu digo que não...


Adriana Lima

... mas até gosto de ouvir um bom piropo. Mas só piropos com classe. Nada do género - Sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos - como ouvi há dias. Ou o já célebre - Comia-te toda. Isso é foleiro e escusado. Homens, poupem-nos a isso.

Elas vêm aí!




Chris Noth e Sarah Jessica Parker

Até já as estou a ver velhotinhas, de bengala, a gravar sequelas do Sexo e a Cidade. Nós exigimos. É que se até agora achava descabida a ideia de uma sequela, mal vi as primeiras fotos da sua rodagem fiquei logo entusiasmada. Não há como negar, elas já fazem parte da nossa vida.

Despedida do Verão



Fiz hoje a minha despedida do Verão e dos dias de calor. A noite estava fria, mas linda. O luar reflectido na água. A ponte iluminada. O navio de cruzeiro a partir. Não faltou nada.

(O único senão do Urban Beach são mesmo os copos de plástico. Detesto copos de plástico. Mas, pronto, num sítio daqueles eu até entendo.)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Homens


Uma Thurman

Os homens são ainda mais básicos do que nós pensamos. Basta uma mulher enfiar um vestidito por cima do joelho e nos pés calçar uns sapatitos de salto alto e é vê-los a cair que nem tordos. Assim como se de uma armadilha se tratasse. A sério. Parecem uns tontinhos. Ele são elogios. Ele são olhares embevecidos. Ele são risadas tontas. Até aqueles que nunca antes ousaram tecer qualquer tipo de comentário ficam uns loucos, e vá de largar, como quem não quer a coisa, comentários ousados.

Eu já conhecia o poder de um decote vertiginoso. Por isso deixei de os usar há anos. Porque a dada altura já ninguém nos olha para a cara, e porque, a meu ver, ficamos com aspecto de ex mulher de jogador de futebol desesperada, sobretudo quando não se tem peito pequeno (quem o tem pequeno pode usar à vontade que fica sempre lindamente). Mas não conhecia este efeito instantâneo dos vestidos curtos (não, não estou a falar de cintos que só tapam o rabo, estou a falar de vestidos por cima do joelho, atenção) com saltos altos.

Credo. Calças, voltem, estão perdoadas.

Meu querido S., não, não me estou a referir a ti, mas só porque és um querido e porque fizeste as melhores caipirinhas do mundo.

I love Contemporâneos



Quando vejo as Jaciaras, as Ildoneides, as Filipas, as Carlas, por essas discotecas e por essas praias fora a exibir as suas siliconadas (feitas pelo não sei das quantas Rebelo que opera e engata tudo quanto é mulher siliconável), a esbracejar, a gritar, a rir de boca aberta, só me me vem à cabeça aquele sketch genial dos Contemporâneos - a largada de ex mulheres de jogadores de futebol. Eles não são o máximo? Adoro-os.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Socorro, estou com herpes labial


Charlize Theron

Pois é meus amores, aqui a vossa Kitty Fane nos últimos dias sentia-se a última coca-cola do deserto, giríssima, toda bronzeada, com os cabelos mais brilhantes do que nunca, enfim, a minha auto-estima andava no topo do Monte Everest. Sim, que isto há alturas em que anda lá em cima e outras em que desce cá bem para baixo, ficando assim mais ou menos ao nível do Mar Morto. E depois de uma semana como baby-sitter sem poder combinar as saídas da praxe, decidi guardar tudo para esta semana. Ele era jantares com este. Ele era almoço com ex namorado que não se vê há anos. Ele era jantar cá em casa com o S. que vem cá fazer caipirinhas (que será hoje à noite). Ele era regresso ao trabalho toda deslumbrante. Ele era tudo.

Pois, tudo era uma maravilha até eu descobrir que estava com herpes labial. Hoje acordei e pimba, lá estava ele no lábio superior. Horrível. A arder. Uma comichão horrorosa. Os meus lábios parecem os da Ester Canadas.

Corri pela casa à procura do Zovirax. Lá o encontrei e lá me besuntei toda com ele. Corri para a farmácia para comprar um daqueles pensinhos (que são uma porcaria, diga-se) para ver se disfarçava. Mas nada. Lá se foi a minha auto-estima pelos ares.

Após quatro anos sem ter herpes labial (sim, a última vez foi em 2005, dois dias antes de eu viajar para o Brasil. este malvado aparece sempre em boas alturas), cá estou eu novamente com ele. Que nojo. Afastem-se do monitor enquanto é tempo, não vá eu contagiar-vos.

Um pequeno passo para a blogosfera, um gigantesco passo para a Kitty Fane


Alessandra Ambrosio

No primeiro dia de Setembro do ano da graça de 2006, Kitty Fane dava as primeiras passadas na blogosfera (ainda no antigo servidor que, diga-se, não valia um caracol).

Passados estes três anos, algumas coisas mudaram. Por exemplo, o meu maior vício já não são os chocolates, mas sim o blogue. Agora é ele a minha cocaína e o meu anti-depressivo. Finalmente, cheguei à conclusão de que escrever disparates melhora significativamente o meu humor. Com a vantagem de não engordar.

Por tudo isto, parabéns ao blogue e a mim que também mereço, e a vocês que continuam a vir cá diariamente, mesmo sabendo que aqui não aprendem nada. São uns amores, portanto.