sábado, 31 de janeiro de 2009

Sim, era mais ou menos isto que me fazia falta neste momento...


Sarah Jessica Parker e Chris Noth

Mr Big - Should we get you diamond?

Carrie Bradshaw - No, please, don't get me a diamond... get me a really big closet.

Sex and the City - The movie


Depois de andar a mexer e a remexer na minha roupa, doida por não saber o que vestir na festa-de-anos-surpresa que eu e os meus irmãos vamos fazer ao nosso pai hoje à noite, dei por mim a imaginar-me com um closet daqueles, enorme, iluminado, maravilhoso. Acabavam-se, decerto, estas indisposições matinais por nunca encontrar nada do que procuro.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Estamos em crise? O tempo continua cinzento? Who cares? Afinal de contas é sexta-feira!


Rodrigo Santoro

Porque quem me tira um cabelinho escuro e uma barbinha de alguns dias, tira-me tudo. E, se a isso juntarmos, um fatinho e uma gravata, temos um homem-bomba. Daqueles clássicos, como eu gosto, mas com um ligeiro toque rebelde.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

E de maneiras que é assim

Junta-se um Nicolau Breyner, umas mamocas ao léu, umas perseguições automóveis com tiros à mistura, umas cenas de sexo, um traseiro de uma qualquer Soraia Chaves, umas cenas de sexo mais uma vez, e mistura-se tudo muito bem. Tcharaaan - e sai um filme português. Diz que está na moda juntar também um Luís Figo, uma apresentadora de televisão e tudo quanto é modelo. Diz que fica bem e que enche salas de cinema. Nada contra. Mas eu passo a outro e não ao mesmo.

A minha vida tem sido assim nos últimos anos - uma fase mais caseira alternada por uma fase mais ramboieira


Eva Herzigova

Depois de largos meses na fase caseira, agora ando na fase ramboieira. E isto funciona assim - quando se anda na fase caseira, qualquer desculpa serve para ficar em casa ou para trazer os outros à nossa casa, quando se anda na fase ramboieira qualquer desculpa é válida para sair. Todos os dias digo para mim mesma - Kittyzinha, querida, hoje vais chegar do trabalho, vais fazer a tua sopinha e vais ficar no sofá a ver um dêvêdêzinho ou vais papar todos os talk-shows da sic melher e da sic radicali, ou até mesmo o Presos no Estrangeiro (que, infelizmente, acho que já terminou) do National Geographic, que tu tanto adoras. Mas eis que, no dia antes ou mesmo no próprio dia, se recebe um e-mail, um telefonema ou qualquer coisa que o valha, para um cinema, para um jantar, ou para algo do género, convites daqueles irrecusáveis. E pronto lá vai ela. É que nem o tempo de chuva me tem demovido. Assim têm sido as últimas duas semanas. Hoje e amanhã vou ficar a descansar. E até podem vir o Olivier Martinez mais o Javier Barden convidar-me para um ménage à trois que eu já decidi - hoje não vou sair. É que eu já não tenho vinte anos. O meu corpito já acusa sinais de cansaço. E de manhã é que são o elas.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Meninas, vocês que já estiveram grávidas, o que sentiram em relação a isto?


Fernanda Lima

A minha colega I., grávida de cinco meses, ou de não sei quantas semanas, agora é moda falar em semanas, queixava-se ontem para mim. "- Ai Kitty algumas pessoas são tão chatas, estão sempre a mandar palpites acerca de tudo e a mexer-me na barriga. Vem uma toca na minha barriga, vem outra a mesma coisa. Eu sei que não fazem por mal, mas incomoda-me."

Eu disse-lhe que a compreendia, mesmo. Aliás, é daquelas coisas para as quais nunca estarei preparada caso um dia venha a engravidar. Já agora é um drama quando dão palpites acerca da minha vida, imaginem palpites a toda a hora e a todo instante, não só acerca da minha vida, como também acerca do ser que eu teria dentro de mim. Porque, de repente, parece que todas as pessoas que já foram mães se sentem no direito de opinar acerca de tudo. Porque a barriga está redonda, deve ser uma menina. Porque tem três borbulhas, deve ser um menino. Não comas isto, porque eu comi e não me fez bem. Não comas aquilo porque engordas. Tens de ter cuidado. Olha que tens mais de trinta anos, o corpo já não é o mesmo.

E mexer-me na barriga? Oh God. Não sei se aguentaria. Faz-me lembrar aquelas pessoas que por vezes acabam de apagar um cigarro e a seguir vão fazer um mimo na cara de uma criança que passa por elas na rua. Eu sou muito calorosa com os meus amigos, mas com estranhos sou um bloco de gelo. Preciso sempre daquele espaço imaginário à minha volta, e detesto que o violem.

O estupor do filme até me tirou o sono



Estaria eu tão cansada de estar bem para me espetar numa sala de cinema a ver o filme -"A troca"? Saí de lá com um nó no estômago. Saí de lá com vontade de esmurrar aqueles polícias todos. Saí de lá cansada de tanto olhar para uma Angelina Jolie cadavérica, de rosto completamente seco, de onde sobressaía uma boca inesteticamente carnuda e uns olhos fundos, tão fundos e tristes, muito tristes, que gritava incessantemente He's not my son.

Querido Clint, o menino é um querido, mas já chegava o Million Dollar Baby para me incomodar. Toca a fazer umas coisinhas mais leves, vá.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O traste


Sienna Miller

Todas as mulheres já tiveram um traste nas suas vidas. Um traste é um homem com quem se teve uma relação fugaz, um fogacho ou um simples affaire, e que, de um momento para o outro, desaparece. Desaparece sem deixar rasto. Deixa de dar notícias. Foi um ar que se lhe deu.

Eu, uma mulher que namorou os homens mais decentes e interessantes da zona de Lisboa e arredores, também tive o meu traste. Foi um fogacho. Um fogacho daqueles fraquinhos. Um fogacho fraquinho, mas que me fez andar com um sorriso de orelha a orelha durante uma intensa semana e meia. Foi o tempo que durou, até o traste ter desaparecido para nunca mais dar notícias. A princípio estranhei. Nunca tal coisa me tinha acontecido. Mas depressa dei conta que o traste me tinha dado um pontapé no rabo sem dizer ai nem oi. Sem dó nem piedade. Malvado.

Orgulhosa como eu sou, também não me mexi. Tentei ligar-lhe uma vez (não atendeu) e enviei-lhe um sms, por descargo de consciência, a perguntar-lhe se tinha acontecido alguma coisa. Não fosse o caso de ele estar numa cama de um hospital ou numa morgue, e eu ali a fazer filmes. A partir daí nada. Apaguei todos os sinais da sua existência ( messenger, número de telemóvel, fotografias) e continuei a minha vidinha, sempre esperando um sms com um pedido de desculpas por ter desaparecido. Mas nada. Nada.

Ora qual não é o meu espanto quando, passados quase dois anos (sim, dois anos), quando eu já nem me lembrava da existência de tal criatura, recebo um sms dele - Olá. Estive a ver fotos antigas e lembrei-me de ti. Tenho saudades tuas. Sei que não fui correcto, mas nunca é tarde para um pedido de desculpas. E assinava no fim.

Claro que nunca lhe respondi. É que os trastes, além de trastes, ainda conseguem ser estúpidos. Acharia ele que eu estaria à sua espera de bracinhos abertos? Por favor.

Regozijei-me de tal forma com tudo isto, que até tive medo de mim mesma, sobretudo do meu riso maquiavélico.

(Este post foi publicado no meu antigo blogue em Outubro de 2007.)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Depois de uma manhã a fazer exames médicos


Adriana Lima

Quer parecer-me que um dos pré-requisitos para contratação de médicos no Hospital dos Lusíadas é ser giro-que-se-farta. Não se aguenta. Podiam ter avisado, é que assim eu levava a minha lingerie mais gira.

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Chris Noth

domingo, 25 de janeiro de 2009

Óscares já!



O filme é mesmo, mesmo, mesmo, mesmo maravilhoso. Absolutamente maravilhoso. Oh God. Ainda estou a recuperar de quase três horas de tanta emoção. Credo. Não estava à espera de uma coisa assim.

Repetir incessantemente em noites de vento


Alessandra Ambrósio

Não usar um vestido curto (mesmo que seja com meias opacas) quando for jantar à beira-mar. Não usar um vestido curto quando for jantar à beira-mar. Não usar um vestido curto quando for jantar à beira-mar.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Um dos meus alunos parece que descobriu a pólvora neste dia

Sim, eu sei que sou muito conservadora no que a asneiras diz respeito. Sei que há pessoas que as dizem a torto e a direito. Mas cada pessoa tem o direito a usá-las quando lhe apetece. Não aprecio de todo o seu uso frequente e diário, mas cada um sabe de si.

Mas daí a aparecerem num dicionário Académico da Porto Editora, pequenino, destinado a crianças dos primeiro e segundo ciclos, as palavras c******o, c***a (sim, sim, são essas que estão a pensar) e afins, vai uma grande distância. Isto é normal? Digam-me se isto é normal, por favor, antes que eu avance já com uma queixa para a editora.

Adenda: Eu sei que este tipo de palavras é usado por grandes escritores, eu sei que elas fazem parte da nossa língua. Mas estou a falar de um dicionário destinado a crianças, pequenino. Não é um dicionário qualquer. Além de mais este é mesmo o único que existe no mercado (de entre os destinados a crianças) que tem este tipo de palavras. Daí o meu espanto. Só por isso. Mais nada do que isso.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Mas... em certas pessoas assentam lindamente


Angelina Jolie *

Não gosto de tatuagens. Nem pequeninas, nem grandes. Nem a preto e branco, nem às cores. Não gosto mesmo. São gostos. Respeito quem as tem. E até conheço pessoas a quem as tatuagens assentam lindamente. Mas eu não gosto. Não gosto de coisas definitivas, muito menos quando se trata de uma pintura na pele. Para definitivo, já me chegam as minhas cicatrizes.

No entanto, a minha opinião não foi sempre esta. Por volta dos dezoito anos, tive a minha fase de querer fazer uma tatuagem. Nessa altura, ganhou o pavor que eu tinha das agulhas e o medo de que a mãe descobrisse e me deserdasse. E acabei por não fazer nenhuma. Ainda bem. Hoje ter-me-ia arrependido.

As tatuagens têm prazo de validade. Quando se tem vinte ou trinta anos até podem ficar bem. Mas, meus amigos, a partir dos quarenta, tal como uns sapatos feios ou um cabelo mal tratado, uma tatuagem pode arrasar com o aspecto de qualquer pessoa. Principalmente se estiver num sítio visível e se a pele começar a ficar enrugada. E daí para a frente é sempre a piorar. Oh se é. A força da gravidade não perdoa.


(Mas, volto a lembrar, isto sou eu que acho. Eu. É a minha opinião. Portanto vamos ser crescidinhos e não vamos partir imediatamente para o insulto, apenas porque a minha opinião é contrária à vossa e porque até têm uma tatuagem que adoram no fundo das costas ou numa nádega. E digo isto, porque ainda hoje recebo insultos, por causa de um post que escrevi no antigo blogue acerca deste assunto. E já lá vão uns bons dois ou três anos.)


* Que eu acho que ficava muuuito mais bonitas com aquelas costas e aqueles braços limpos. Mas, volto a lembrar, isso sou eu que acho.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Corta-interesse # 5


Shia LaBeouf e Megan Fox
Homens casados ou com compromissos sérios.

Em geral este tipo de homens quando quer ter algum relacionamento extra-conjugal tem sempre a mesma conversa "- Ah e tal, o meu casamento já acabou há muito. Já está morto há anos. Na próxima semana peço o divórcio." Ora se o casamento está morto, porque é que não está já enterrado há muito tempo? A verdade é que estes homens adoram ter uns casinhos por fora, mas acabam sempre por voltar para os braços das mulheres. Meninas, pensem duas vezes antes de se envolverem um um homem comprometido, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos (onde é que eu já ouvi isto?).

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

É impossível não gostar do Obama


Barack Obama

O que eu precisava mesmo era de um Obama na minha vida. Assim bem alto para me proteger. Inteligente. Educado. Que soubesse dizer coisas bonitas naquele tom melodioso. Que me enchesse de esperança. Que me fizesse acreditar na mudança. Que me comovesse. Que me enchesse de orgulho. Um autêntico princípe, portanto.

Cinema só para mim

Uma das coisas que mais gosto de fazer é de ir ao cinema sozinha.

Ainda me recordo dos tempos em que apenas ia ao cinema em grupo, de preferência nas sextas à noite (um verdadeiro horror). Ainda me recordo de ir ver filmes horríveis só porque a ou b queriam ver e faziam muita questão que eu fosse com eles. Ainda me recordo de deixar de ver filmes que eu queria muito ver, só porque não tinha companhia.

Tudo isso acabou quando, há uns aninhos, descobri que é possível ir ao cinema sozinha. Descobri que ir ao cinema sozinha pode viciar. Descobri que não há melhor maneira de apreciar um filme.

Não vou a sessões das oito ou das nove da noite como é óbvio. Vou a sessões do meio dia ou da uma da tarde. Que são as melhores sessões. Ter uma sala de cinema só para nós ou para mais uma ou duas pessoas, é muito diferente de ter uma sala de cinema para cem pessoas (que atendem telemóveis, que comem pipocas como se fossem roedores, que não se calam um minuto, que dão gargalhadas só porque é suposto dar uma gargalhada, ou seja, que nos irritam profundamente e que nos fazem rogar pragas a tudo e a todos como se não houvesse amanhã).

Há dias fui ao cinema numa dessas sessões. A sala estava vazia. Só eu e o grande écran. Houve algo de mágico. O facto de estar em exibição um filme só para mim, deu-me uma sensação de poder. Quando comecei a ir sozinha ao cinema e apanhava as salas vazias, sentia algum medo. Imaginava que aparecia ali um tarado pronto a fazer-me mal. Com o barulho do filme e com a sala vazia não tinha como escapar. E não era coisa boa de se ver. Pois não era. Claro que agora já não sinto medo nenhum da sala vazia, muito pelo contrário.

Para concluir, não pensem que deixei de ir ao cinema com outras pessoas. Continuo a fazê-lo. Desde que sejam filmes que faça questão de ver. Mas deixei de fazer fretes, claro. Não vou ver filmes de treta só porque aquele tipo interessante me convidou.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Vá lá perceber o google # 3

Hoje chegou aqui ao blogue uma criatura do Porto, através da seguinte pesquisa no google:

fotos de festas com gajas boas muito sexo nas discotecas modernas

Bolas, não lhe chegavam as fotos das festas com as gajas boas? As fotos ainda têm de ter muito sexo? E afinal o que são as discotecas modernas? Oh God.

Toma, toma. Eu fiz mais coisas que vocês.


Heidi Klum

Dando continuidade a esse flagelo que atingiu toda a blogosfera, aqui deixo o meu contributo. Espero que cumpra a sua função, que, basicamente, é deixar-vos a todos boquiabertos e roídos de inveja, por eu ter uma vida muito mais rica do que a vossa. Sentem-se, por favor. Ou poderão passar mal.

Eu nunca fui à lua.

Eu nunca conduzi um camião.

Eu nunca mostrei a perna para apanhar boleia mais facilmente, uma vez que nunca andei à boleia.

Eu nunca surfei a Pororoca.

Eu nunca fui engolida por uma piton.

Eu nunca passei férias no Iraque.

Eu nunca fui para a cama com o Liedson.

Eu nunca tive um one night stand com o Pedro Santana Lopes.

Eu nunca conduzi um tanque de guerra.


Mas apesar disso...

Eu já dei uma cambalhota.

Eu já comi canja de galinha.

Eu já andei de cacilheiro.

Eu já dei um mergulho em águas salgadas e águas doces.

Eu já conduzi a cem Km/hora.

Eu já cantei no banho.

Eu já fui para a cama com o George Clooney, ainda que em sonhos.

Eu já dei um beijo na boca de um rapaz.

Eu já comi e vi televisão ao mesmo tempo.

Eu já bebi vinho.

Parece que finalmente acertei


Sarah Michelle Gellar

Tal como sou com os homens, eu também sou esquisita e exigente com o resto. Só com a comida é que não tanto. Aí sou o chamado bom garfo. Desde que esteja bem confeccionada, sem gorduras, sem muitos molhos e sem muito sal, eu como. Por isso, com médicos também sou muito exigente.

No que diz respeito às especialidades relacionadas com o meu problema de saúde, estou satisfeitíssima, mas no que diz respeito à clínica geral, não. Nos últimos meses experimentei vários médicos e não gostava de nenhum. Um porque se via à vista desarmada que não percebia nada do assunto, outro porque a única coisa que fazia era passar receitas, outro porque era antipático, outro porque era um engatatão (mas na versão feia).

Assim se foram passando os meses, e eu sem um médico assistente decente. Até hoje. Tenho para mim que hoje descobri a médica de clínica geral adequada à minha pessoa. Simpática, interessada, profissional. É o que eu peço numa consulta. Ainda por cima, com a vantagem de estar num hospital que funciona como todos deveriam funcionar.

Segue-se uma catrefada de exames de rotina na próxima semana. Nada que eu não esteja habituada. Sim, eu sou um bocadinho hipocondríaca. Um bocadinho só. Mas tenho razões para isso.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Oh pá ca chatice!

Se não sabem ficam a saber - a grande maioria dos meus posts são agendados. Não todos. Mas a maioria, sim. Ou seja, quando tenho algum tempinho e ideias, escrevo-os, e depois é só programar a data e a hora a que vão ser publicados.

Ora, há coisa de meia hora, estava eu a preparar-me para agendar alguns postinhos para os próximos dias, quando o parvalhão do servidor os publica, ao invés de os agendar. Isto não seria nada de grave, não fossem aquelas porcariazinhas impessoais do Google Reader e afins (eu sou incapaz de ler os blogues através daquilo, porque a dada altura já não sei em que blogue é que estou), que, tal como um polvo agarra com todos os tentáculos a sua presa, estas coisas guardam os posts assim que são publicados, ainda que estejam "à vista" apenas por segundos.

Há cinco minutos, até houve o parvo de um anónimo que copiou o texto que eu tinha publicado acidentalmente e fez o favor de o enviar como comentário, como se eu não soubesse o que tinha escrito. Ou então a pensar que estava na posse de algum segredo de Estado. Até me deu vontade de rir, sobretudo pelo conteúdo do dito post.

Alguém me diz o que é que eu posso fazer para que, em casos destes, isto possa ser evitado?

Cedências devem existir sempre, mas não vamos perder a nossa identidade


Heidi Klum e Evander Holyfield

Se há coisa que me faz alguma confusão são aqueles casais que fazem tudo juntos. As pessoas se estão juntas devem fazer coisas juntas. Mas não tem de ser tudinho. A não ser que tenham os gostos completamente iguais, o que é uma raridade. Tirando nesse caso, acho que cada um deve manter a sua identidade.

Ai ele gosta de futebol? Então vou já comprar a Bola e vou já acompanhá-lo ao estádio no próximo domingo, mesmo sem vontade nenhuma. Ai ela gosta de comédias românticas? Então vou já de mãozinha dada a correr com ela para o cinema, contrariado, já que o que eu queria mesmo era ficar em casa a ver a Sport Tv. O mais engraçado é que nestas coisas é quase sempre a mulher que se molda ao homem. Haverá excepções, como é natural. Mas a avaliar pela realidade que eu conheço, é quase sempre assim.

Mas porque é que as pessoas têm de fazer coisas que não gostam de fazer só porque o outro assim o quer? É óbvio que numa relação devem haver cedências, muitas cedências, mas eu não vejo uma relação com idas ao futebol aos domingos (só porque ele gosta. a não ser que não tivesse mais ninguém para ir e me pedisse com carinha de cachorro abandonado. aí eu ponderava e até podia ir. mas só nesse caso.) e sem incluir jantares com amigas, comédias românticas e lamechas com as amigas, compras sozinha ou com amigas (sem ter um homem a olhar para o relógio a cada cinco minutos, coisa que não suporto.).

Claro que depois não me admiro nada quando vejo casais a discutir em todo o lado (que é daquelas coisas que espero nunca fazer. as discussões, quando as há, querem-se entre quatro paredes, nunca à porta do cinema ou num restaurante.). É óbvio que não. Ora se as pessoas vão contrariadas, já se sabe que o verniz estala por uma migalha no chão.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O dia está cinzento? Who cares? Afinal de contas é Sexta-feira!


Javier Bardem e Olivier Martinez

Um dó li tá quem está livre, livre está. Humm. Posso ficar com os dois? Prometo portar-me bem e entregá-los no domingo em bom estado.

Quais Brad Pitts, quais George Clooneys? Mas existirão no mundo homens mais interessantes do que estes? Não me parece. Por um lado o Javier Bardem, de feições grosseiras, extremamente carnal. Por outro o Olivier Martinez, lindo, apetitoso. Quem nunca pensou ter um amante como ele naquele filme, que atire a primeira pedra.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Um avião a boiar no rio Hudson não lembraria nem ao Bin Laden



É por estas e por outras, que fico sempre com um nervoso miudinho, quando os aviões viram ali sobre a Costa de Caparica e começam a descer, a descer, por cima do nosso Tejo. Sobretudo quando são pilotos mais loucos, daqueles que atiram com o avião por ali abaixo até à pista. Mas tenho para mim, que se fosse em Lisboa, os pobres passageiros ainda agora estariam à espera de salvamento. Mas se calhar é só impressão minha.

Espero é que não chegue aos ouvidos de Bin Laden que o problema se deveu a um bando de gansos parvos. Caso contrário, vai ser ver os seus seguidores com mochilas cheias de penas, a largarem gansos por esses céus como se não houvesse amanhã.

Dicas de beleza no Mini-Saia


E aqui estou eu nas dicas de beleza do mini-saia. Para quem ainda não conhece (devem ser poucos), este é o blogue de moda mais famoso, mais precioso e mais feminino de toda a blogosfera.

Não sabem o que hão-de vestir na próximo estação? Não sabem o que hão-de levar àquele casamento? Vão lá, não se irão arrepender.

Obrigada à Mónica Lice que é uma querida. Adorei participar.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Pelo sim, pelo não...

... e temendo o apedrejamento até à morte em praça pública, achei por bem apagar o post. É melhor não brincar com isto das religiões e do politicamente correcto. Ainda me deixavam um homem-bomba em casa, e, neste momento, não me dava jeito nenhum. Quer dizer, se fosse um homem-bomba, moreno, de olhos verdes e um metro e oitenta e cinco de altura, confesso que até fazia uma fórcinha.

Ginásios femininos


Adriana Lima

Quando, há cerca de dois anos, me inscrevi num ginásio feminino, procurava algo personalizado. Tinham-me falado muito bem deste tipo de espaços. Que controlavam todos os meses o nosso peso. Que as instrutoras eram muito simpáticas. Que as máquinas estavam direccionadas para o corpo feminino e, por isso, produziam mais resultados. Sobre tudo isto, tinham ainda a vantagem de podermos estar completamente à vontade, longe dos olhares típicos dos musculosos engatatões, que pululam todos os ginásios. Eu achei que isto era ouro sobre azul, e, mal arranjei um tempinho, fui a correr inscrever-me.

Nos primeiros meses adorei. Houve semanas em que fui todos os dias. Era tudo aquilo que me tinham descrito e muito mais. É óbvio que as máquinas e os apregoados trinta minutos não faziam milagres. E, tal como noutro ginásios, só emagrecemos se fizermos dieta, ou se passarmos lá os nossos dias fechadas. Mas eu sempre compreendi isso. Eu apenas queria ficar em forma.

Ao fim de uns meses, um ano, vá, cansei-me daquilo. As máquinas eram sempre as mesmas. O circuito não sofria alterações. Não havia mais nada que se pudesse fazer, ao contrário dos outros ginásios. Ou se fazia o circuito, ou se fazia o circuito.. Quer dizer, podia fazer-se Pilates, mas aí pagava-se mais sobre a mensalidade que, tendo em conta o que oferecia, não era propriamente barata. Além disso, não era modalidade que me seduzisse. Depois as pessoas eram sempre as mesmas. E se tivéssemos a sorte de ir na mesma altura de algumas gralhas, saíamos de lá surdas, tal não eram os gritos que aquelas bocas lançavam. Bom, tornou-se uma tortura. No segundo ano, pouco ou nada lá pus os pés. Com a cirurgia e tudo o resto, pior.

Conclusão - Este tipo de ginásios não serve para mim. Preciso de variar. Preciso de praticar várias modalidades. E, para pessoas como eu, este tipo de espaços não serve. Por tudo isto, no mês que vem, vou voltar aos ginásios normais, onde sempre posso usufruir de todo o tipo de máquinas e de todo o tipo de aulas.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Homenzinho de bolso*


Claudia Schiffer por Ellen von Unwerth

Depois de horas a ouvir uma das minhas amigas queixar-se da altura da sua nova paixão. Ah e tal ele é muito baixo. Ah e tal, tenho andado de bota rasa só para ficarmos mais equilibrados. Ah e tal, tenho de me baixar para o beijar.

Eu - Mas olha lá, ele é assim tão, tão baixo?

Ela - Oh Kitty, nem me digas nada, ele é um autêntico homenzinho de bolso.

* Quando imagino a minha amiga muito séria a dizer-me isto ainda choro a rir.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Não, não, afinal as minhas preferidas da noite foram estas


Demi Moore

É certo que ela já deve ter feito tudo quanto é cirurgia plástica, mas, apesar disso, continua com um ar super natural. Está linda.



Heidi Klum

Esta até um saco do lixo pode levar vestido, que há-de fazer sempre boa figura. Sem comentários, antes que comece a espumar de inveja.

Globos de Ouro - As fatiotas

Os piores


Jennifer Lopez (Marchesa)

A tentativa de mostrar que está em forma depois de uma gravidez de gémeos, não saíu muito bem. Tivesse a Jennifer a pele mais escura e estávamos perante um caso de Ferrero Rocher em forma de gente.



Renee Zellweger (Caroline Herrera)

O Halloween já passou e o Carnaval ainda é só no mês que vem. Se quiser assustar as criancinhas, terá de voltar mais tarde.



Beyonce (in Elie Saab)

Vira o disco e toca o mesmo. Desde que o par de ancas seja evidenciado, a Beyonce fica feliz. É assim todos os anos.



Os assim-assim


Angelina Jolie (Atelier Versace)

Já tiveste dias melhores, não? Estás pálida, mulher. E essa tatuagenzinha no braço dá cabo de qualquer toillete.



Eva Longoria (Reem Acra)

Oh Evita é impressão minha ou esse vestido vermelho é uma tentativa de imitar o vestido da Heidinha nos Óscares 2008? De qualquer modo não te saíste mal. Um vestido vermelho, simples, numa pele morena, num cabelo escuro e num corpito como o teu, é sempre uma aposta ganha.




Cameron Diaz (Chanel)

Como dizia o Nandinho Pessoa, primeiro estranha-se e depois entranha-se. E assim foi o meu sentimento relativamente ao teu vestido. Primeiro parecia-me um montinho de farrapos, aos poucos fui vislumbrando um vestidinho catita. Estás é muito lisa, filha.



Eva Mendes (Dior)

Olhei, voltei a olhar e não consegui perceber o que é que ela levava na mão. Um casaco? Uma écharpe? Não, aquilo fazia mesmo parte do vestido.



Os meus preferidos (que não sendo um arraso, são os que gostei mais)


Kate Winslet ( Yves Saint Laurent)


Evan Rachel (Elie Saab)

Como dizia a nossa Ivonita : com um simples vestido preto, eu nunca me comprometo. E no vosso caso fez todo o sentido. Adorei sobretudo a Kate Winslet que estava linda a receber os dois globos de ouro.



Blake Lively (Nina Ricci)

Adorei este vestidinho. Simples. De uma cor que eu nem aprecio, mas que nela ficava lindamente.
A Blake tem mais ou menos o corpito que eu não me importava de ter. Porque não tendo o par de ancas e o rabão enorme da Jennifer e da Beyonce, tem umas curvinhas e umas mamocas giras. Ou seja, não é escanzelada como a maior parte das suas colegas, mas também não tem formas exageradas. I like it.


A Demi Moore estava L-I-N-D-A e a Penélope Cruz também, mas ainda não encontei fotos.

Já que hoje à noite ele tem fortes possibilidades de ficar ainda mais convencido...


Cristiano Ronaldo por Vik Munis

E eu, que não vou nada à bola com o Cristiano Ronaldo (muito pelo contrário), fiquei rendida a esta foto de Vik Muniz. Palavra de honra que eu não queria gostar. Eu bem tentava desviar-me "Ai credo, tudo menos o Tininho. Daqui a nada ainda me aparece aí a D. Dolores, mais as suas irmãs, mais os sobrinhos, mais a Floribela, mais as lantejoulas e as unhas de gel". Mas não conseguia tirar os olhos desta foto mágica. Pela primeira vez, tenho de dizer que a criatura está linda aos olhos deste artista. Melhor, só mesmo o Frankenstein de caviar (que se vê no post anterior). Mas nesse, eu sou supeita, que eu sou uma apaixonada pelo monstrinho criado por Mary Shelley.

domingo, 11 de janeiro de 2009

E assim se passou mais um fim-de-semana

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*(Museu Colecção Berardo -/BESart – Colecção Banco Espírito Santo )

By the way, diz que a Elsa raposo já não anda com o camafeu brasileiro

Depois enquanto alguns (eu) são esquisitos comó raio na escolha dos parceiros, há outros que mal vêem alguém a acenar do outro lado da rua, correm logo para os seus braços. Quem diz braços, diz cama. Quem diz cama, diz casa. Quem diz casa, diz Registo Civil. Há alturas em que eu gostava de ser assim, mas depois penso na Elsa Raposo e começo a achar que é melhor estar quietinha no meu canto. Mas, pronto, ao menos eu não tinha filhos para envergonhar.

Mais do que dela, tenho pena dos filhos. Alguém com juízo afaste aquelas crianças do circo em que a mãe anda metida.

sábado, 10 de janeiro de 2009

A esquisitice exagerada costuma dar nisto


Christy Turlington

Tenho para mim, que é por estas e por outras, que eu vou acabar numa casa grande, sozinha, rodeada de malas e a tratar cães e gatos como gente.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

E a primeira resolução do ano foi concretizada


Rachel Bilson

Tirando o pormenor de eu ter passado a noite a pensar na melhor desculpa esfarrapada para sair dali o mais rápido possível, a minha amiga até tinha uma certa razão na descrição detalhada que me fez. O rapaz até tem ali qualquer coisa. Tem. Ai pois tem. Mas eu não estava lá. Deve ter sido do frio. Com certeza. Vou mas é acreditar que foi do frio. É melhor.

Rais parta que já não me impressiono com nada. Até podia vir o George Clooney de rosa vermelha na boca, fazer uma pirueta, seguida de um mortal e um duplo mortal empranchado, que eu não reagia. Credo. Já homem nenhum me cativa. A não ser, claro está, que esteja do outro lado do mundo e que as possibilidades de haver algo entre nós sejam tão grandes como as possibilidades de haver água em Mercúrio. Aí sim. Aí é ver-me a suspirar por uma mensagem ou por algo do género. Aí é ver-me derretidinha por ele.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sabemos que não estamos verdadeiramente interessadas nele


Alessandra Ambrósio

... quando, enquanto ele pensa que nos estamos a armar em difícil, nos esquecemos completamente de responder às suas mensagens. Não intencionalmente. Não. Nada disso. Mas porque nos esquecemos mesmo dele e daquilo que escreveu. Infelizmente. E nós até bem queríamos que isso não acontecesse.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A Floribela está para os homens, como o Angélico está para as mulheres

- E quem é o Angélico? - perguntam os leitores menos atentos à piroseira nacional, ou que não viram nenhum daqueles programinhas ranhosos de Natal.

Ora bem, o Angélico é um moço exageradamente bronzeado, exageradamente depilado, exageradamente musculado, exageradamente bezuntado, exageradamente tudo, e que, como se isto fosse pouco, ainda usa um penacho de meio metro numa orelha

O Angélico é um moço que abanica imenso a zona pélvica e, ao que parece, as moças vidradas naquele cenário, ficam rendidas. Gritam. Esbracejam. Todas o querem para si.

O Angélico é um moço que usa um casaco sem nada por baixo e canta uma música mais ou menos assim - "ei yeah, ui yeah" .


(Confesso que a primeira vez que tive conhecimento da criatura pensei que era uma piada. Quando vi o Nuno Lopes nos Contemporâneos a imitá-lo, pensei que havia ali algum exagero. Mas não. O Angélico existe assim mesmo e não é para ter piada. É sim, para nós mulheres ficarmos rendidas aos seus pés. Só nos faltava esta, meninas.)

É bom morar sozinha, mas só às vezes


Sarah Michelle Gellar

Porque de vez em quando ficamos doentes, e precisamos de alguém ao lado (em geral, o problema resolve-se com a mudança da mãe cá para casa). Porque no Inverno as noites são frias e dava jeito ter alguém para aquecer a cama e não só. Porque quando faz trovoada nós temos medo e dava jeito ter alguém para abraçar. Porque vivemos amedrontados pelo receio de que nos dê alguma coisinha má, durante a noite, e não haja ninguém para nos acudir. Porque temos de fazer tudo e, de vez em quando, dava jeito ter alguém para nos ajudar. Porque deixamos de ver filmes de terror com medo que os monstrinhos saiam cá para fora e nos ataquem. Porque dava jeito alguém para dividir as contas. Porque é uma maçada cozinhar para uma pessoa. Porque quando avaria alguma coisa, nós é que temos de tratar de tudo. Porque temos de carregar todos os sacos quando vamos às compras. Porque de vez em quando apetece-nos companhia, mas não nos apetece sair de casa ou ligar a alguém para vir.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

É bom morar sozinha


Kate Beckinsale

Porque somos nós que escolhemos a casa. Porque tudo o que nela existe foi comprado ao nosso gosto. Porque podemos trazer quem nos apetece, sem recear a opinião de terceiros. Porque podemos sair de casa às três da manhã, para ir ao encontro da nossa paixoneta actual ou do nosso grande amor, depois de uma conversa telefónica, sem pedir licença a ninguém. Porque podemos chegar já depois do sol nascer, sem ter ninguém à nossa espera para nos dar um ralhete. Porque se não nos apetece fazer jantar, não fazemos. Porque temos um comando da televisão só para nós. Porque podemos encher todos os roupeiros com as nossas roupas. Porque podemos demorar uma eternidade no banho, sem ninguém do outro lado a pedir-nos pressa. Porque podemos vestir aquele pijama feio, sem ter receio que o outro não goste. Porque o silêncio é tão bom.

É certo que isto não é para todos. Há pessoas que jamais conseguirão morar sozinhos, porque não conseguem estar com eles próprios ou porque gostam demasiado de companhia a toda a hora. Em geral, são aquelas pessoas que quando despacham um, já está o outro com as malinhas à porta de casa para entrar. Ou não. Mas para quem se habitua e gosta, como é o meu caso, torna-se complicado abdicar disto. Não impossível, mas complicado.

Portanto, meninas que sonham com o véu e com a grinalda, com um futuro risonho a dois, fiquem em casa dos papás até aparecer o príncipe encantado. A sério. Conselho de amiga. Depois então compram a vossa casa juntos. É que se se habituam a isto, mais do que dois anos seguidos, meus amores, já não vão querer outra coisa. Fala a voz da experiência, de uma pessoa que tem a nítida sensação de que a maior parte das suas relações falhou por esta enorme independência e por esta ausência de vontade de juntar trapos. Não quer dizer que não tenhamos vontade de nos apaixonarmos, ou que não gostemos o suficiente das pessoas, mas a independência e o estar em casas separadas, assim como o Woody Allen, ainda que possamos estar juntos a toda a hora, faz com que não nos apeteça ir pelo caminho mais difícil.

(E antes que me venham dizer, que horror, viver sozinho é uma porcaria, uma tristeza, Deus me livre, blá, blá, o próximo post terá como tema "É bom morar sozinha, mas só às vezes". Sim, não são só vantagens.)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Não, eu não comecei a gostar repentinamente de futebol





Eu não percebo nada de futebol e, para dizer a verdade, não é coisa que me preocupe, muito pelo contrário. Nunca comprei, nem sequer li um jornal desportivo. Por isso, não percebo muito bem como é que os títulos são quase sempre idênticos. Sei que cada um dos jornais se inclina mais para um clube, mas não percebo como é que saem cá para fora três títulos praticamente iguais, em que a única coisa que varia é mesmo a posição das palavras. Eles combinam entre si? São os mesmo jornalistas? Ou acontece por acaso? Rapazes e raparigas que lêem este blogue, esclareçam-me.