quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Usar ou não usar cueca azul, eis a questão


Miranda Kerr - Victoria's Secret

Pelo sim, pelo não, acho que vou dar um pulinho ao shopping ( eu e os onze milhões de portugueses que devem estar lá batidinhos, como tem sido habitual nos últimos dias) para procurar a cuequinha azul mais gira e sexy que encontrar.

Que não seja por não ter uma cueca azul vestida que o ano não me há-de correr bem.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Não foi um ano bonito


Eva Herzigova

Eu odeio, com todas as minhas forças, balanços. Portanto não vou fazer balanço nenhum, vou apenas dizer que o ano que termina não foi bonito.

Excluindo a minha viagem a Nova Iorque nada se aproveitou neste ano.

Ele foi cirurgia horrorosa que me deixou com parte do meu pescoço cheio de cicatrizes (e o meu médico bem pode dizer que não se notam, que estou óptima, que estou mais linda do que nunca, blá, blá, que eu levanto o cabelo e só me lembro do monstrinho criado por Mary Shelley.). Ele foram tratamentos médicos horríveis. Ele foram notícias más. Quantas e quantas vezes não acordei eu com os olhos transformados em nascentes? Quantas e quantas vezes não atravessei eu a cidade de Lisboa a conduzir e, ao mesmo tempo, a limpar lágrimas? Quantas e quantas vezes não fui eu trabalhar sem vontade nenhuma, tal não era a tristeza que tinha dentro de mim?

É certo que neste momento estou viva e com saúde. É certo que tudo correu bem, quando tinha tudo para correr mal. É certo que fiquei a saber, mais uma vez, que tenho amigos como pouca gente tem. É certo que tenho um emprego que gosto, muitas pessoas não o têm. É certo que tenho dinheiro para gastar naquilo que mais quero, há quem não o tenha sequer para comer. Tudo isso é certo. Mas também é certo que preciso de anos melhores. Preciso de respirar ar puro. Preciso de céu azul, sem nuvens negras no horizonte.

Por tudo isto, visto o meu vestido preto, calço os meus sapatos de salto alto e brindo ao novo ano, cheia de sonhos e de esperança.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Fui ver o filme - "Australia"


Hugh Jackman e Nicole Kidman - Australia

Como é que eu descurei, todos estes anos, os atributos físicos do Hugh Jackman? Mas como, senhores?

Ali estava ele, tal e qual um deus grego. Mas um deus grego daqueles a que todas as mulheres deviam ter direito pelo menos uma vez na vida. Para lhe passarem as mãozinhas pelo pêlo (neste caso seria pelos pêlos. sim, ele tem uns pelinhos no peito completamente apetecíveis) ou mesmo para ter em casa deitado no sofá.

Agora compreendo, finalmente compreendo, porque razão a revista People o elegeu The Sexiest Man Alive.

Tragam-me a bombinha de oxigénio, tragam. Quer parecer-me que o ar começa a faltar por estes lados.

Passagens de ano


Kitty Fane de Piaggio pelas ruas de Roma

Nunca gostei de passagens de ano. Sempre me irritaram os dias em que somos obrigados a divertir-nos, a beber champanhe e a apanhar bebedeiras. Na verdade, eu gosto de me divertir quando tenho motivos para o fazer, quando tenho vontade de o fazer, e não porque alguém se lembrou de fazer uma grande festa quando se passa de um ano para o outro. Mas há dois anos foi excepção.

Parti para Roma com a minha amiga V., para vivermos aquela que seria uma das melhores passagens de ano das nossas vidas.

Nós as duas estávamos felicíssimas. Não nos víamos há cerca de dois anos. Tínhamos imensa coisa para contar uma à outra. E, uma semana antes, combinámos tudo em cima do joelho. Foi mais ou menos do género: " -Queres ir para Roma no fim do ano? - Porque não?". E lá fomos nós com uma mala cheia de sorrisos.

E Roma ali estava , linda e charmosa, para nos receber. Ainda recordo tudo como se fosse hoje. A Fontana di Trevi sempre glamourosa, os carabinieris tão queridos, as noites passadas a beber vinho ao som daquela língua mágica e aqueles profiteroles que comemos maravilhosos.

Voltámos com uma mala cheia de carteiras (como não podia deixar de ser) e de recordações para toda a vida.

domingo, 28 de dezembro de 2008

É desta que me transformo numa gorducha de Botero


Pintura de Botero

Em primeiro lugar espero que tenham tido um Natal cheio de alegria e de amor. Espero também que não tenham feito como eu - comi até não poder mais.

O resultado é bem visível, pois claro. Calças a rebentar, camisas com botões caídos, casacos que não apertam. Enfim. Um horror.

Quero ver se agora inicio uma dieta (eu sou tão mentirosa). Vamos a ver se dura mais do que as anteriores, que, em geral, não ultrapassam um dia. Ou seja, começam na segunda e terminam na terça de manhã, quando não terminam mesmo no próprio dia, durando apenas cerca de duas ou três horas, que é o tempo de fazer a digestão até que o estômago dê sinal e comece a roncar.

É que é muito fácil imaginar dietas e passá-las mesmo à prática quando se está de barriguinha cheia. Ontem, por exemplo, acabei de almoçar e imaginei uma dieta Pós-Natalícia. Tudo me parecia bem. Uns vegetaizinhos e tal, uns grelhadinhos, umas saladinhas. Até aí tudo bem. É que eu adoro vegetais e grelhados e não me importava de comer quase sempre isso. Mas o meu problema, como é já do vosso conhecimento, são os chocolates. Aqueles malditos que eu já amaldiçoei aqui, mas em vão, porque eles continuam a fazer-me a vida negra.

Então e os fritos de Natal? Esses também me passaram a perna desta vez. Então e o bolo-rei? Outro sonso que, como quem não quer a coisa, se ri para nós e, inocentemente, nos convida e comer mais uma fatia. E eu nem gosto muito. Que faria se gostasse?

Mas como diz o outro - com estes posso eu bem. É que passa o Natal e nunca mais me lembro deles. Mas os malvados dos chocolates não. Esses não consigo mesmo. Esses são o meu karma.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Na mala levo casacos quentes, sorrisos e um montão e de presentes


Alessandra Ambrósio

E agora, se me permitem, vou passar o Natal com a grande família - a minha. São só duas dezenas de pessoas. O pai e a mãe. Os quatro irmãos e a irmã. As cunhadas e o cunhado. E os oito sobrinhos.

Feliz Natal para todos.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

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Imagem retirada daqui



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domingo, 21 de dezembro de 2008

Se me satisfizeres os meus desejos, dou-te muitos beijinhos


Megan Fox

Não vou espetar aqui com coisas que eu gostava de receber, porque - verdade seja dita: o que eu quero muito, compro - não estou à espera que me ofereçam. Felizmente. Mas também não sonho com coisas materiais fora do meu alcance, o que torna sempre tudo mais fácil.

Mas querido Pai Natal, pondo de parte os bens materiais em que estou a ser muito modesta, aviso já que vou ser exigente.

Ora para começar quero muita saúde. Muita. Muita mesmo, ouviste? Só quem já esteve sem ela, sabe o quanto ela é importante. E eu sei dar-lhe o verdadeiro valor. Portanto quero muita saúde, para mim e para todos os que me rodeiam.

Depois quero continuar a ter os amigos que tenho, não preciso de mais, estes chegam-me. Quero continuar a estar com eles, a viajar com eles, a rir-me com eles.

E agora vamos ao que interessa, querido Pai Natal...

Mas que se passa contigo? Andas a dormir? Andas doido? Quando é que me trazes um homem decente por quem eu me apaixone, um homem que não esteja do outro lado do mundo ou que não ande sempre a saltitar de país em país? Eu não aguento isto, Pai Natal. O meu coração, pobrezinho, anda sempre apertadinho com tanta emoção. Os homens que me dás sem "impossíveis" não me interessam. Aqueles por quem até me interesso, vêm sempre cheios de "impossíveis". Não pode ser, Pai Natal. Ou me dás homens decentes sem "problemas". Ou então obrigas-me a gostar dos outros. Não achas?

Hoje acordei assim


Eva Herzigova

Eu não queria acordar. Queria ficar aqui a dormir eternamente. Não queria trabalhar.

É domingo, está um dia lindo. Eu queria passear. Queria ver o Tejo. Queria comer uma daquelas mousses fantásticas que servem naquele sítio lindo que eu adoro. Queria ver o mar. Queria sentir na minha cara aquele ar frio e húmido. Queria rir-me. Queria tudo isso. Só não queria ficar em casa, frente a um computador, rodeada de papelada, a preparar reuniões.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Filmes que podiam ser a minha vida # 1


Audrey Hepburn e Albert Finney


Two for the Road
(Amo este filme. Tão antigo (é de 1967) e, ao mesmo tempo, tão actual.)


sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Desde que o descobri, já não passo sem ele


Lip Maximizer - Dior Addict


O Lip Maximizer da Dior podia muito bem ser um gloss normal, mas não é. É um gloss com colagénio que torna os nossos lábios mais volumosos e mais bonitos.

Claro que nos primeiros dias não se nota grande diferença, apenas umas leves picadinhas, como se estivesse a acontecer uma pequena revolução nos nossos lábios, e uma sensação de frescura. Mas se usarmos durante alguns dias seguidos já notamos diferenças. Os lábios ficam mais carnudos e a boca mais definida. Sobretudo se o usarmos por baixo do nosso gloss normal.

Claro que não ficamos com a boca da Angelina Jolie, mas também quem queria ficar com aqueles lábios monstruosos próprios de quem teve vários herpes em simultâneo? Só se quiséssemos enveredar por uma carreira de actriz de filmes porno. Ficamos sim com uns lábiozinhos lindos e naturalmente discretos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Malvados (queridos) alunos que me encheram de chocolates em período de T.P.M.*


(não consegui descobrir o nome da rapariga da foto)

Enquanto faço um relatório como Ferreros Rocher como se não houvesse amanhã. Durante a tarde, enquanto decorria uma reunião, marcharam, às escondidas, quatro Mon Chéries. E, apesar de já estar a acusar alguns sinais de enfartamento, tenho para mim que se seguirão umas trufazinhas de chocolate. Ou então os bombonzinhos da Hussel que se riem para mim a toda a hora.

(* Tensão Pré-Mentrual)

Certos homens deviam ser proibidos de entrar em lojas de lingerie


Alessandra Ambrósio, Izabel Goulart e Marisa Miller

Ontem andava eu tranquilinha a comprar umas pecinhas de lingerie, daquelas bem giras e bem sexys, porque nem só de lingerie básica de algodão vive uma mulher, e há que andar sempre bonita por cima e por baixo, quando dou conta de que estava a ser observada por um homem. Um homem que acompanhava a sua mulher, mas que estava mais preoucupado em ver o que as outras mulheres compravam.

O estuporzinho do homem olhava para mim e para a minha lingerie de forma doentia. Eu senti-me tão incomodada que foi por pouco que não lhe perguntei se queria alguma coisa.

O mais engraçado disto é que não é a primeira vez que isto me acontece. E amigas minhas já se queixaram do mesmo. Há certos homens que acompanham as suas companheiras a estas lojas, e depois, ao invés de adoptarem uma postura discreta, olham para o que as outras mulheres compram e, com toda a certeza, fantasiam coisas que só eles saberão. Claro que mulher nenhuma, a não ser que seja modelo da Victoria's Secret, gosta de ser vítima de voyeurs quando anda de tanguinha minúscula ou de soutien na mão. Eu pelo menos detesto.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

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Kate Beckinsale


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O dia em que eu pensei que Bin Laden tinha abandonado as grutas do Afeganistão e tinha deixado a sua marca na minha escola

Dava eu as minhas aulas tranquilamente quando oiço o barulho de uma grande explosão. Pensei logo no fim do mundo. Pensei logo num ataque terrorista. Pensei no malvado do Bin Laden. Pensei naqueles estupores com mochilas cheias de explosivos. Pensei em tudo.

Quando abri a porta da sala saíam labaredas enormes do quadro eléctrico (quadro eléctrico do tempo de D. Afonso Henriques. aliás, a minha escola é do tempo dos dinossauros). E fumo. Muito fumo. E um cheiro insuportável. E uma das auxiliares de acção educativa gritava para que fugíssemos todos para a rua.

Eu confesso que quando vi aquele cenário dantesco pensei, por segundos, em desatar a correr por aquelas escadas abaixo, sozinha, sem olhar para trás (tal não era o pânico em que eu estava), mas depois lembrei-me que tinha uma sala cheia de alunos ali ao lado. E tinha também a minha carteira Fendi que eu adoro, com tudo o que ela guarda lá dentro. Não podia abandoná-los assim. Lá "agarrei" naquela criançada toda e lá fomos todos para a rua. Não sei como. Que eu mal conseguia andar, tremia que nem uma vara verde.

No fim, chegaram os bombeiros e aquela criançada não teve aulas a tarde toda, pois não havia luz eléctrica e o cheiro era insuportável. Escusado será dizer que, quando souberam disso, deram pulinhos de alegria. São tão engraçados. Eu é que não ganhei para o susto.

Sonhos

Algumas pessoas (já não sei quem, sorry) lancaram-me este desafio que consiste em enumerar oito coisas que eu gostava de fazer. Eu confesso que odeio desafios e correntinhas e prémios e premiozinhos, mas como este não dá trabalho nenhum, resolvi aceitá-lo, violando as regras, claro.
Aqui vão então as coisas que eu gostava de fazer ou que gostava que acontecessem na minha vida:

1 - Ter muita saúde. Eu e todos os que me rodeiam.

2 - Viajar. Sempre.

3 - Apaixonar-me perdidamente. Daquelas paixões que nos põem estupidamente ridículos e idiotas e lamechas. Daquelas paixões em que o mundo pode desabar à nossa volta e nós continuamos felizes.

4 - Ser mãe.

5 - Adoptar uma criança.

Isto chegava-me. Mas têm mesmo de ser oito? Ai que seca. Vamos lá ver se me lembro de mais alguma. Ah já sei.

6- Escrever um livro (já que todo o fiel farrapo escreve um livro, porque não eu?).

7 -Ter um affaire com o Clooney, só para ver como era.

7 -Casar em Las Vegas numa daquelas capelas super pirosas com um padre vestido de Elvis e com um anel Cartier no dedo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A pedido de várias famílias...



... costumo usar no meu cabelo produtos da Redken ou da Matrix (da gama Biolage que eu adoro).


(Acho, não tenho a certeza, que estes produtos só se vendem em salões de cabeleireiros.)

Acabei de vir do cabeleireiro



Não, não pensem que mudei radicalmente de penteado. Não. Nestas coisas não sou nada corajosa. Gosto imenso do meu cabelo para correr riscos. Talvez um dia me canse. Mas por agora não. Por isso, tenho todo o cuidado com ele. Não uso produtos de má qualidade e trato-o sempre no cabeleireiro. Conclusão: será mais fácil encontrar uma agulha num palheiro do que encontrar-me com o cabelo seboso e estragado.

Limito-me a cortar, trimestralmente, quatro ou cinco dedos. Mesmo assim fico sempre muito aborrecida e com o coração partido quando vejo aqueles fios de cabelo no chão, abandonados e tristes. E apesar de detestar aqueles cabelos demasiado compridões, detesto cortar o cabelo. É sempre uma guerra com a minha cabeleireira. É ela com a tesoura a querer cortar mais e eu a ralhar com ela. Acho sempre que está a cortar mais do que devia. Mas é quase sempre impressão minha. Na realidade ela corta quase sempre o necessário (tirando uma vez que quase a matei, porque se esticou à séria e quando eu dei conta já tinha uma franja que só tapava a testa). Também já me conhece há algum tempo. Já sabe como eu sou. Gabo-lhe a paciência que tem com o meu cabelo. E ela com certeza gaba a paciência que eu tenho para ouvir as histórias das briguinhas dela com o namorado. É justo.

Isto tudo para dizer que ultimamente tenho dito adeus ao cabelo esticado e olá ao cabelo ligeiramente ondulado e com volume.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Jennifer Aniston para a GQ



Aqui está uma das razões porque sempre achei mais piada à Jennifer Aniston do que à Angelina Jolie. Sempre simpatizei com ela. Talvez por ter levado com um par de chifres na sua relação com o Brad Pitt. Quando é assim, fico sempre solidária com as mulheres que são traídas. Tadinhas. Esses homens são uns malvados. Deviam ser todos apedrejados em praça pública.

(E agora, por favor, não me venham falar das obras de caridade da Jolie e das criancinhas que adopta. Isso é lindo, sim. Mas não é para aqui chamado. )

sábado, 13 de dezembro de 2008

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Scarlett Johansson

 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

E nem estava de saltos altos

Hoje de manhã quando saía de casa para o trabalho dei o maior trambolhão de todos os tempos. Desgracei-me toda. Neste momento dói-me tudo. A mão que serviu de apoio ao corpo na queda está toda esfolada. O joelho está roxo. As calças e o casaco ficaram sujos (tive de voltar a casa para mudar de roupa). O que vale é que não estava ninguém a ver. Pelo menos que me tenha apercebido. Sim, porque imaginei logo ali uma plateia de pequenos diabretes a rirem-se de mim. Há sempre algo de humilhante numa queda. Principalmente quando há pessoas à volta.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

E por falar em mamocas de silicone


Pamela Anderson

Eu entendo perfeitamente que uma pessoa recorra à cirurgia plástica para corrigir o seu peito. Se isso a faz feliz, acho muito bem que o faça. Eu não o faria. Sujeitar-me a uma anestesia geral para ficar com duas bolas ao peito, nem pensar. Talvez por saber o que custa uma anestesia geral. Talvez por não gostar do resultado final de um peito com silicone. Talvez pelo receio de não conseguir detectar, através da palpação, qualquer lesão no peito com o silicone por baixo. Talvez por gostar do meu peito como ele é.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

E por falar em malas


Eu nunca suportei malas Cavalinho. Não me perguntem porquê, mas não as suporto. Sempre associei a marca a pessoas que vêem a TVI, que gostam de Tony Carreira, que usam unhas de gel e alças de silicone. O meu ódio agravou-se quando dei de caras com a Floribela num outdoor em plena A1 e A2, com o mamaçal todo de fora, com umas franjolas a tapar a barriga, numa pose que fazia lembrar uma actriz porno, a fazer publicidade às ditas malas. Como é possível tamanho mau gosto? Credo.

(E agora já sei que vou ser bombardeada, durante dias a fio, por comentários anónimos de fãs da moça, da TVI, do Tony Carreira, das Malas Cavalinho, das unhas de gel e das alças de silicone, a chamarem-me nomes feios. Vou ali colocar o meu escudinho protector, já volto. )

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Eu e as carteiras


Chanel 2.55 Bag

Quando eu cheguei de Paris toda a gente me perguntava "- Então e carteiras? Quantas compraste?" - Isto porque um dos meus rituais de viagens é comprar uma ou mais carteiras. Faz parte. Mas desta vez, para estupefacção de todos, não comprei nenhuma. E porquê? Porque depois de ter comprado tantas, depois de ter gasto tanto dinheiro nelas, dei comigo satisfeita neste aspecto. Acho que atingi o nirvana das malas. Tenho todas aquelas que gostaria de ter. E por muita roupa que vista, já não arranjo maneira de as usar todas com a regularidade que seria desejável. Por isso, esse vício chegou ao fim. Quer dizer, ao fim não chegou. Está adormecido. Pelo menos até eu estar frente-a-frente com uma Chanel 2.55. Aí, tal como a Miss K, sou capaz de não falar por mim e mandar às urtigas algumas das minhas poupanças.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Eu confesso que adoro meninos assim

A minha vizinha de cima é casada e tem dois filhos, um adolescente e o outro aí com uns vinte e cinco anos. Eu admiro-a imenso. Porque, pelo menos aparentemente, soube educá-los muito bem. Felizes das moças que casarem com eles, levam ali umas autênticas fadas do lar. Ora é vê-los a varrer a varanda. Ora é vê-los a sacudir tapetes. Ora é vê-los a estender roupa.

Hoje, enquanto saía do carro, olhei para cima, e lá estava o mais novo a estender lençóis. Mais tarde, quando saí novamente de casa, lá estava o mais velho a estender mais roupa. Eu fiquei derretida a olhar para aquilo e confesso que desejei, naquele momento, ter um homem assim em casa. Sobretudo agora que ando tão desleixada nas lides da casa.

domingo, 7 de dezembro de 2008

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Bouquet of Jonquils de Robert Doisneau

sábado, 6 de dezembro de 2008

Hoje acordei assim*


Marisa Miller

Oh God! Ainda não comprei um único presente de Natal. Como é possível?


* Só não estava tão bem vestida e tão bem penteada como a Marisa Miller. Estava com um pijama muito feiotinho, mas, ao mesmo tempo, muito quentinho.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Eu quero o Javier como presente de Natal. Será possível?


Javier Bardem por Jean-Baptiste Mondino

O Javier Bardem não tem aquelas caras bonitinhas e desenxabidas como o Leonardo di Caprio ou o Brad Pitt (sim, eu devo ser das únicas pessoas que não acha piada nenhuma ao Brad). O Javier Bardem tem umas feições tão másculas que despertam em nós o nosso lado animalesco. O Javier Bardem altera os valores das nossas hormonas. O Javier Bardem tem cara de mau e nós gostamos. Querido Pai Natal, eu quero. Será possível ? Eu até me portei bem e tudo.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Namorados


Sarah Jessica Parker

Neste momento não tenho namorado. E, pelos vistos, isso deixa muita gente incomodada. "Mas como é que uma moça como tu está sem namorado? Mas andam todos cegos? (pergunta esta que me enche de urticária, como se nós mulheres andássemos a reboque dos homens e não pudéssemos ser exigentes). Enfim...

A verdade é que quando os namoros dos vinte e poucos anos (quando ainda não sofremos qualquer desilusão, quando estamos cheias de sonhos e quando nos iludimos facilmente com qualquer coisa) não dão certo, como foi o meu caso, torna-se mais difícil as coisas resultarem. É que os namoros dos trinta já não são a mesma coisa. Porque já sofremos muitos desgostos amorosos. Porque já vimos os nossos amigos apaixonados divorciarem-se. Porque já não vivemos com os nossos pais e já não estamos à espera de conhecer um rapaz para irmos viver com ele. Porque descobrimos que afinal até podemos ser felizes sem namorado e, ou aparece assim alguém tchan que nos deixe completamente KO, ou preferimos ficar no nosso canto.

E o pior é que surgir alguém tchan já não é o mesmo que aos vinte. Tornamo-nos demasiado exigentes, sobretudo quando até se tem alguma oferta. Damos connosco a pensar da forma mais ridícula "Ah e tal é da minha altura e eu prefiro homens mais altos que eu. Não interessa". "Ah e tal vive com os pais e eu gosto de homens independentes. Não interessa." "Ah e tal deu um erro ortográfico. Também não interessa.". "Ah e tal trazia uma camisa horrorosa também não interessa".

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

E a Liv Tyler está linda


Liv Tyler para Givenchy

Depois do Very Irrésistible, a Givenchy traz-nos o Absolutely Irrésistible. E é mesmo absolutamente irresistível. Eu estou completamente rendida a este aroma. Muito forte e marcante, não é indicado para quem gosta de perfumes suaves. Eu, que adoro perfumes que cheiram mesmo a perfume, já não o dispenso nas ocasiões especiais. Como se não bastasse, o frasco é lindo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Descalça no aeroporto



No Inverno ando sempre de botas de cano alto. São óptimas. São práticas. São quentinhas. O problema é passar o controlo dos aeroportos com elas. Pois é. Ainda eu venho longe e já estão aqueles vermezinhos aos gritos a pedir para eu me descalçar (tirando nos EUA, que aí todo o pessoal se descalça e é se quer). Já não basta tirar os casacos, já não basta tirar os cintos e tudo e tudo, e ainda uma pobre moça tem de ficar descalça, naquele chão frio, perante os olhares desconfiados de todos. Não se aguenta. O que vale é que já estou habituada.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"We'll Always Have Paris"

Muita chuva. Muito, muito, muito frio. Já não me lembrava de ter apanhado tanto frio. Credo. Nem em Amesterdão. Nem em Nova Iorque. Aliás, o tempo esteve tão reles que, pior que aquilo, só mesmo se tivessem chovido cães e gatos. Mas o tempo foi a única coisa menos boa. Houve muita risada. Muita conversa. Muitas compras. Sempre com a torre Eiffel ao fundo como testemunha de todos estes bons momentos. Paris é sempre Paris.