Madonna - Sticky and Sweet Tour - Amei, amei, amei o concerto. Desde as coreografias, aos bailarinos, às luzes, aos écrans, aos efeitos especiais, a tudo. Completamente imperdível. Ainda melhor do que o de há quatro anos atrás.
- A Madonna é a Madonna. Que loucura. Ela não pára. Ela tem mais energia com 50 anos do que eu tinha com 5. Quando for grande quero ficar assim. Mas, pronto, não preciso ficar tão magrinha. É que ela é só pele, músculos e ossinhos.
- Adorei a versão do
La isla bonita com os músicos romenos. Adorei, amei o
She's Not Me , com ela de
shorts e óculos em forma de coração. Adorei, amei o
The Beat Goes On com ela dentro do carro branco. Amei, amei, amei o
Devil Wouldn't Recognize You, com ela dentro de uma cascata de água. E que dizer do
You must love me? Fiquei toda arrepiada. Foi lindo.
- Pavilhão Atlântico, volta querido, estás perdoado.
- Já vos disse que odeio o Parque da Bela Vista? Odeio com todas as minhas forças. Odeio. Odeio. Odeio. É que é muito bonito colocar 75000 bilhetes à venda, mas há que dar condições para que todas as pessoas consigam ver o espectáculo decentemente. Havia gente por todo o lado. Tenho a certeza que metade das pessoas não conseguiram ver nada. O que me valeu mesmo foi ser alta e ter levado, por acaso, os meus sapatos de cunha e plataforma de cortiça que, por sinal, são altíssimos e muito confortáveis. Mesmo assim tinha de estar sempre a esticar-me para ver o concerto dignamente. Um horror.
- Já vos disse que odeio gente que vai para os concertos fumar (tabaco e ganzas) como se não houvesse amanhã? Meus queridos, não se aguenta. Ao meu lado estava um grupinho horroroso que não parou de fumar. Eu bem esbracejava para enxotar o fumo da minha cara. Eu bem tapava a boca e o nariz com a minha
écharpe para ver se eles se mancavam. Mas nada. Saí de lá completamente intoxicada e a cheirar mal. Estupores.
- O Vitor Baía estava ao meu lado. É muito mais feio e muito mais magro ao vivo. Que decepção. É que, ao contrário de todos os outros jogadores de futebol que são autênticos camafeus, sempre o achei interessante.
- Inacreditavelmente, havia imensos homens no concerto (eu sou daquelas que pensava que só as mulheres e os gays gostavam da madonna). Enganei-me. Se bem que metade deles pertencem àquela classe de tansos que vão apenas acompanhar as esposas. Depois, enquanto toda a gente pula e grita, eles ficam de trombas e imóveis como estátuas.
- Estava prontinha para ver novamente o espectáculo. Mas claro, alapada num banquinho. É que a velhice não perdoa.