domingo, 29 de junho de 2008

Quero mais dias destes!































Vida de Spa não é fácil. O meu corpo ainda está a recuperar de tanto "esfreganço". Ele foi esfoliação integral, seguida de massagem relaxante com canas de bambu real. Ele foi máscara de corpo com princípios activos da Flor de Lótus, Bambu e Nenúfar, finalizando com um fabuloso creme hidratante que deixou a minha pele como seda. Ele foi massagem sob chuva a duas mãos (que é, basicamente, como estar a ser massajada na rua, debaixo de uma chuva intensa). Ele foi cabine de flutuação, onde flutuei durante quase uma hora (a água tem tanto sal que não vamos ao fundo, é como se estivéssemos no mar morto). ... Era capaz de me habituar a isto. Era pois.



quinta-feira, 26 de junho de 2008

Conselho de amiga

Relembro todas as senhoras que usam calças brancas (assim para o transparente) com cueca fio dental branca por baixo, que existem cuecas de todo o tipo (fio dental, tanga, asa delta...), de todas as marcas, cor de pele, muito discretas e que passam despercebidas por baixo da roupa. É que sempre evitavam aquele ar ordinarote com que ficam, e se poupavam a ouvir umas bocas foleiras quando caminham na rua. Mas isto sou eu que acho. Provavelmente há quem goste de dar nas vistas com estes pormenores.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Já desisti há muito de entender o cabelo do Donald Trump



Quem diz o do Donald Trump diz também o do Nuno Rogeiro.

terça-feira, 24 de junho de 2008

A todos os seres que têm vidas para lá de perfeitas

Agradecia que evitassem falar dessa perfeição que é a vossa vida, à minha frente. Pode ser? É que começo a ficar cansada de ouvir pessoas a dizer que: nunca estiveram tão bem, vão de férias não sei para onde e com não sei quem, a vida amorosa está para lá de excelente, .....

É que: a minha vida já teve melhores dias, no próximo mês vou à faca, não sei se saio "viva" disto tudo, não vou ter férias, a minha vida amorosa anda pelas ruas da amargura. ....

Podia estar pior, é um facto. Mas também podia estar melhor. Muito melhor. E quanto mais oiço esse tipo de criaturas a falarem das suas vidas para lá de perfeitas, mais miserável me sinto.

O aviso está dado. A partir deste momento não me responsabilizo pelos meus actos (que podem incluir ofensas à integridade física dessas criaturas com vidas para lá de perfeitas).

Ide pregar para outras paragens. Ide.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Até a pontinha dos cabelos me vão analisar

Hoje foi dia de exames médicos pré-operatórios. Electrocardiograma. Raio X. Análises ao sangue. Nunca me tinham tirado tanto sangue como hoje. Eram uns dez frascos. Credo. Cá para mim, aqueles vermezinhos sugadores, estão agora a alimentar comunidades de vampiros com o sangue que me tiraram.

domingo, 22 de junho de 2008

Como eu detestava ser modelo


Karolina Kurkova

E é assim, a comunicação social não perdoa nada. É uma tristeza. Como eu destava ser figura pública. Modelo então... Deus me livre. Antes a morte que tal sorte. Mal vislumbram ao longe umas dobrinhas ou um bocadinho de celulite, atiram logo a matar. Não há pachorra. Dêem-lhes mulheres-cadáver, sem formas, apenas pele e osso, que eles batem as palminhas. Mas experimentem a aparecer num desfile de biquínis, como fez a Karolina Kurkova, e vão ver o que vos acontece. A impressa brasileira não fala de outra coisa. Pelos vistos, a senhora (deslumbrante, linda, maravilhosa, eu matava para ter o corpo dela) está gordíssima e cheia de celulite. Haja paciência.

Querida Ju...

... em resposta ao teu comentário, devo dizer que prefiro mil vezes o barrigão (que nem é barrigão, mas sim uma barriguita saliente) do keanu Reeves, as varizes que dizes que tem o Richard Gere ou o corpo do George Clooney, do que esta coisa aqui em baixo que dá pelo nome de Mário Lopez. Sim, que aquilo não lembra a ninguém. Credo. O corpo parece de plástico. Aquela cara é ridícula. Todo ele é corta-interesse. Prefiro de longe um corpo imperfeito que não me lembre que existe um boneco "perfeito"de seu nome Ken.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

É para rir, não?



Este ser, de seu nome Mario Lopez, foi eleito o solteiro mais sexy de 2008, pela revista People. É impressão minha ou anda tudo vesgo? Que cara de parvo é esta? E este corpinho de Ken? Sexy? Ele é sexy? O mais sexy de 2008? É para rir, não?

Meninas, digam da vossa justiça. Serei só eu com esta opinião? Acham mesmo esta criatura sexy?

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Sim...

... adoro que puxem a cadeira para eu me sentar, adoro que me cedam a passagem, adoro que me abram a porta do carro, adoro que me tragam flores ou chocolates... Em suma, adoro cavalheiros. E, antes que me venham dizer que não passam de um mito urbano, eu posso afirmar que eles existem e que eu até conheço três ou quatro exemplares desta linda espécie.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Preciso urgentemente de um cozinheiro destes. Alguém sabe onde posso arranjar um?


Chris Noth

Um dos problemas de morarmos sozinhos é ter de cozinhar só para nós.

Eu confesso que adoro cozinhar, adoro receber pessoas em casa e brindá-las com um bom prato, mas cozinhar só para mim aborrece-me. Acabo muitas vezes por fazer algo rápido, sem grande empenho, só mesmo para saciar a fome. Ou então faço um prato mais elaborado, em doses industriais, para depois não ter trabalho, e andar dois ou três dias a comer a mesma coisa. O que é um enjoo. Chega-se ao final desses longos dias, sem poder olhar para aqueles restos de um prato que se adora e que tanto trabalho deu a fazer.

Bom, bom, era ter um cozinheiro destes em casa. É um dos meus sonhos. Era só chegar a casa e sentar à mesa. Com sorte, ele até puxava a cadeira para eu me sentar (adoro, adoro homens que fazem isso).

terça-feira, 17 de junho de 2008

Coitado do meu médico

O meu actual médico foi-me dado a conhecer pela minha médica anterior. Ele é dos melhores especialistas do nosso país nesta área e, além de muito competente a nível médico, é muito humano. Coisa rara nos dias que correm.

Quando fui parar à sua clínica, ia desorientada e com a cabeça cheia de nuvens negras. Mas depois de o ouvir, depois de me falar abertamente do meu problema, dos riscos que corro, dos que não corro, eu saí de lá muito melhor e já com bocadinhos de céu azul à minha volta. Ele foi muito simpático. Disse-me para ir ter com ele ao hospital público onde trabalha e assim podermos tratar do meu processo lá, de forma a não ter de pagar balúrdios em consultas e exames. Ah e deu-me o seu número de telemóvel, para quando precisasse.

Foi o seu maior erro. Coitado. É que, ultimamente, não lhe tenho dado descanso. Eu não ando bem e ele é a única pessoa que tem o poder de me tranquilizar. Este medo dá cabo de mim. E ele, com a sua paciência e com as palavras certas, consegue mostrar-me, por alguns instantes, o céu azul.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ninguém tem alunos como a Kitty

Aluno - Professora, posso ir à casa de banho?

Kitty ( sem água na garrafa e sem poder sair da sala de aula) - Sim. Já agora fazes-me um favor, enches-me a minha garrafa de água na torneira. Pode ser?

Aluno - Ok. Esteja descansada.

(Passados 2 minutos)

Eu - Então a garrafa vem aberta porquê?

Aluno (inocentemente)- Sim, como vinha muito cheia de água, eu bebi um bocadinho. Espero que não lhe faça grande diferença.


(Eu sei. Eu confio demasiado neles. Qualquer dia colocam-me na garrafa um pouco de 605 forte.)

domingo, 15 de junho de 2008

A arma do crime



Graças a eles, hoje estou que nem me mexo. Malditos. Arrasaram com os meus pés. Malvados.

Vou só ali pôr os pés de molho e atirar os sapatos pela janela, já volto.

sábado, 14 de junho de 2008

Só para quem viu o "Sexo e a Cidade"

Ao longo da série, sempre entendi as "escolhas" da Carrie em relação aos homens. Infelizmente, eu também preferi sempre os "Big" da vida. E porquê? É simples. Porque sou estúpida, complicada e parvinha. No entanto, não cheguei a compreender muito bem aquela cena do filme em que ela aceita, facilmente, casar com o homem que a deixou no altar um ano antes. Eu podia voltar para ele, pois podia, até podia ir viver com ele, mas... casamento? Casamento nem pensar. Nem que ele palmilhasse Nova Iorque de uma ponta a outra, a implorar que eu casasse com ele. Na altura em que se põe de joelhos, ter-lhe-ia dado com o Manolo na cabeça.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

É o que dá trabalhar do outro lado do rio

Para mim não é feriado. Parem, por favor, de me perguntar o que vou fazer hoje à tarde. Se vou à praia, se vou ao cinema...

Vou, sim, para uma sauna, perdão, para uma sala de aula, com mais vinte e cinco alunos, a escorrer suor (o que vale é que eles são limpinhos e não cheiram mal) e sem vontade de trabalhar (eles e eu).

É impossível trabalhar nestas condições. O mais engraçado disto tudo, é que há dinheiro para distribuir portáteis com acesso à net por toda a gente, mas não há dinheiro para equipar as escolas com coisas básicas.

Bye, bye Mexico!

Eu e a minha amiga S. até já nos estávamos a ver num resort de luxo, no México, no final de Julho. Ontem, depois do jantar, a S. até esteve a fazer passagem de modelos com as roupas que já tinha comprado para as nossas férias. Felizmente ou infelizmente, o passado ensinou-me a não fazer grandes planos com muita antecedência. Por isso tínhamos combinado que logo que eu terminasse todos os exames, daríamos início à marcação dos voos e dos hotéis. Foi tudo por água abaixo, claro. Exactamente como há dois anos atrás. E todos os males fossem este.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Ontem, o meu amigo B. disse-me...

- Agora tens duas opções: ou ficas aí a chorar pelos cantos, a lamentar-te pela tua falta de sorte (não a tens tido, é um facto) e a deixar de viver por causa disso, ou então vives a vida, um dia de cada vez, sem pensar muito no amanhã. Depois, quando chegar o dia da cirurgia, logo te preocupas com isso. É que, afinal de contas, tens uma família que te dá todo o apoio, irmãos e sobrinhos que nunca mais acabam, tens uma mãe que vale por mil, tens amigos como pouca gente tem, tens um emprego, tens dinheiro para gastar naquilo que te apetece...

E eu escolhi a segunda opção.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O sol não brilhou

E de maneiras que foi assim. As notícias não foram boas. Nada boas. Para não dizer, péssimas. Horrorosas. De me atirar para debaixo do primeiro camião fura-greve que me aparecesse à frente.

Diz que vou ser operada novamente. Cirurgia grande (como já fiz duas). Anestesia geral. Probabilidades de ficar com a boca de lado, ou seja, riscos de ficar completamente deformada (que é o que mais me assusta no meio disto tudo). Mais ou menos para daqui a um mês.

Exames a tudo e mais alguma coisa, muito stress, muita ansiedade, muitas lágrimas e, espero, alguns sorrisos. Assim vão ser os próximos tempos (que espero rápidos).

(Peço desculpa por fechar estes posts a comentários. Mas estou cansada das célebres palavras "força e coragem", do "és forte, vais conseguir", de palmadinhas nas costas, de olhares de pena. Eu não consigo lidar com isso, embora saiba que todos querem o meu bem. Espero que compreendam.)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Tragam-me o saco de boxe

E depois há aqueles dias em que não dormimos, não comemos, a pensar na consulta que vamos ter de manhã. Aqueles dias em que a ansiedade é tanta, que quase morremos, só de pensar no que o médico nos vai dizer (relativamente à citologia que fizemos na semana anterior). Depois vamos a ver, e o resultado nem sequer está lá. Mais dois dias de espera e angústia. Tragam-me, por favor, o saco de boxe. Estou com vontade de bater em alguém.

domingo, 8 de junho de 2008

Tenho quase a certeza...

... que fui a única pessoa, residente em Portugal e arredores, que não viu, ontem, o jogo.

Wish me luck


The Painted Veil *


Espero que não haja nenhuma tempestade. Preciso do sol e do céu azul. Preciso de viver a vida, sem nuvens negras no horizonte.


* Para aqueles que não sabem, foi deste livro (adaptado para filme) que surgiu o nome Kitty Fane.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Vá lá perceber o google # 2

Qual "Pilocas das Caraíbas"? Qual quê? Hoje chegaram a este blog através das palavras "Cristiano Ronaldo a amostrar os cabelos da pila".

Eu até jurava que ele era o mais "normal"

Enquanto aguardava a minha vez no cabeleireiro, li numa revista cor-de-rosa que o Paulo Ferreira (sim, além dos nomes do Cristiano Ronaldo, do Quaresma e do rapaz das madeixas loiras, agora também sei o do Paulo Ferreira) tem como perfume de eleição o Fleur du Mal de Jean Paul Gaultier (mais conhecido por perfume dos mitras), tem como cantora favorita a Celine Dion e o seu actor preferido é o Jackie Chan. Não, eu não inventei nada disto. Está escrito na revista Lux desta semana. Mas, sempre ouvi dizer, que os gostos não se discutem, respeitam-se. E eu vou respeitar os do Paulinho. É que esta semana estou muito malzinha e, quando estou assim, fico muito boazinha. Fico uma verdadeira jóia de moça.

Sex and The City - The movie



Minha querida Luna, felizmente não concordo contigo. Felizmente. Claro que o filme não é a série. Mas, caramba, duas horas de filme não podem ser equivalentes a seis anos de série.

Ostentação no filme? Mas não foi o que elas fizeram durante seis anos seguidos? Elas são assim mesmo. E sim, eu sou aquelas mulheres. Cheias de dramas, de problemas, de lágrimas, de sorrisos, com uma paixão enorme por carteiras e sapatos, e com uma amizade gigantesca entre elas.

Ri. Chorei. Ri a chorar. Chorei a rir. E, apesar dos inúmeros clichés, o filme superou as minhas expectativas. Felizmente. De cinzento, já me chega a minha vida.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Meninas é hoje...


Sex and the City - The movie

As amigas estão convocadas. Os bilhetes estão na mão. Os lencinhos de papel já estão na carteira, para a eventualidade de haver trombas de água (da maneira que isto anda, vai mas é haver um dilúvio - o dilúvio do século.). Está tudo pronto. Venha o filme.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Desconfiem sempre de quem vos deixa bilhetes no carro

É só o que eu vos digo.

E o blush, senhores?


Como foi possível ter-me esquecido do blush? Uma pessoa pode estar com a pior cara do mundo, que bastam uns pózinhos de blush no rosto, para ficar com o ar mais saudável do mundo. Temos é de ter muito cuidado a espalhá-lo, não se vá dar o caso de ficarmos com duas rosetas de palhaço ou mesmo com cara de Joan Collins na série "Dynasty". Eu reconheço que muitas vezes exagero. E só quando me vejo no espelho do carro é que dou conta disso.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Aparentemente, estou como nova...

... graças à minha base Guerlain e ao meu anti-cerne Dior. Neste dias, não era ninguém sem eles. Eles e os meus óculos escuros.

Dia não

daqui

Mais do que fazer exames médicos, por muito dolorosos que alguns sejam (e só eu sei o que me custou o exame que fiz hoje), não há nada pior do que a angústia que se sente enquanto se aguardam os resultados dos mesmos. Estou em mais uma dessas fases. Tem sido assim de há dois anos para cá. Sempre no fio da navalha. Sempre à beira do penhasco. E confesso que estou cansada. É certo que até hoje tudo tem terminado bem. Mas e amanhã? Este stress e esta ansiedade destroem-me por dentro. E se a este stress juntar a maldita TPM, consigo uma mistura explosiva. Esta mistura podia dar-me para ficar com ganas de atirar a matar em todas as direcções (antes fosse), mas não, deu-me para chorar como se não houvesse amanhã. Estou há hora e meia a limpar lágrimas e a pensar "É desta que elas vão parar. Não tarda tenho de ir trabalhar." Mas elas continuam a correr sem pedir licença. Os meus olhos parecem duas nascentes.

domingo, 1 de junho de 2008

Depois...

... de um dia com directos da selecção de futebol em todo o lado (no Palácio de Belém, no autocarro, a chegar ao aeroporto, a entrar no avião...), não me admiraria nada se amanhã acordasse com um directo do Cristiano Ronaldo a fazer xixi ou mesmo do Miguel Veloso a esticar o cabelo ou, quem sabe, do Quaresma a escolher os brincos que vai usar no primeiro jogo.

É impossível esquecer...

... que há precisamente dois anos, eu estava numa sala de operações, numa cirurgia que iria mudar a minha vida para sempre. Para pior, claro. Tenho saudades da minha vida antes dessa data. Muitas saudades. Era feliz e não sabia.

Rock in rio - Notas soltas


- Se realmente fosse para um mundo melhor, não pediam 53 euros por bilhete. Que roubalheira. Nem 30 euros vale. Que cartaz tão pobrezinho.

- E já agora, para que é uma tenda vip? Num suposto mundo melhor, não há distinções entre ricos e pobres.

- O Alejandro Sanz ainda consegue ser mais chato do que eu imaginava. Credo. As músicas são todas iguais. O coração está sempre partido. Não passa do mesmo.

- Estava frio e fiquei cheia de dores no rabo de me sentar no chão (Pavilhão Atlântico e Coliseu, voltem, estão perdoados).

- Vi mulheres de saltos altos. Como é possível?

- Os Bon Jovi, apesar de continuarem pirosinhos, pirosinhos, que só eles (as baladas... aquelas camisas abertas até quase ao umbigo... a cruzinha ao peito...), foram a única coisa que, de facto, valeu a pena naquele festival. Dei comigo a cantar todas as músicas, a saltar que nem uma maluca e a pensar numa das grandes paixões da minha adolescência.