... mas estivemos quase duas horas ao telemóvel. Eu em Lisboa, ele em Paris.
(Espero que não seja ele a pagar a chamada.)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
E que tal deixar-me passar sem pagar?
Após milhares de passagens pela ponte 25 de Abril, posso dizer que, eu e um dos senhores da portagem, estamos amicíssimos. Não é que ele se ande a atirar a mim. Não. Aliás, pelos tiques e trejeitos do senhor, tenho sérias dúvidas no que diz respeito à sua orientação sexual. Pois. Estamos amicíssimos, porque o senhor é um querido. Faz sempre uma grande festa quando me vê. Desde o "Já tinha tantas saudades suas." ao "Ohh, você está tão linda.", passando pelo "Você acabou de salvar o meu dia." E eu, claro, fico toda derretida, esbanjando simpatia e sorrisos em todas as direcções. Nem quero imaginar o dia em que o senhor sai da sua casinha verde, manda parar o trânsito e vem dar-me um abracinho. Já só falta mesmo isso. Isso, ou então deixar-me passar sem pagar. Isso é que era bonito.
(Quem passa frequentemente nas portagens da 25 de Abril, já deu conta da presença deste senhor. Tem óculos, tem uma vozinha (é mesmo uma vozinha) rouca e muito feminina e é uma simpatia com toda a gente. )
(Quem passa frequentemente nas portagens da 25 de Abril, já deu conta da presença deste senhor. Tem óculos, tem uma vozinha (é mesmo uma vozinha) rouca e muito feminina e é uma simpatia com toda a gente. )
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Sniff. Sniff.
(daqui)E, com a inesperada saída de todas as borboletas que enchiam o meu pobre estômago, dou por terminada a curta, mas intensa história, de miss Kitty Fane e do seu lindo piloto de aviões. Vou só ali chorar um bocadinho, já volto. Não que tenha vontade, mas fica sempre bem uma lagriminha na despedida.
domingo, 27 de janeiro de 2008
Ainda não percebi o alarido à volta da pila do Beckham

Assim que surgiram os primeiros rumores de que o volume da pila do David Beckham tinha sido alterado em photoshop, para parecer maior, a sua ridícula esposa veio logo desmentir.“Tenho orgulho de ver o seu corpo e o seu pénis gigante. É maravilhoso.”, disse.
Que ela o ache maravilhoso, tudo bem. A magricela-monte-de-ossos que faça bom proveito. Como se costuma dizer, eu nem dado o queria. Mas... gigante? Aquilo é que é gigante? Gigante é a pila do senhor de cor, que eu vi no Museu do Sexo, em Amesterdão. Isso é que era gigante. Era uma assustadora montanha de carne, que se estendia até aos joelhos (andei semanas e semanas a ter pesadelos com ela. credo.). Duvido que algum modelo de roupa interior da Armani sustentasse aquela coisa enorme.
Não é que eu ande por aí a avaliar e a medir as pilocas dos passantes, mas, aumentada ou não aumentada, parece tratar-se de uma pila de tamanho normal. Para as comunidades chinesa e japonesa, de pilas minúsculas e amarelas, esta deve ser uma pila de tamanho gigantesco, claro. Mas para as restantes é, seguramente, uma pila de tamanho normal. Por isso, ainda não percebi o alarido à volta disto.
(Que aquilo foi modificado em photoshop, ninguém tem dúvidas. É, que em vez de uma piloca, parece que o senhor tem lá escondido um par de meias dobrado.)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Viva a hipocrisia!
Perdi o contacto com a D., minha amiga de infância, há cerca de cinco anos. As poucas notícias que sabia dela, chegavam-me através da minha mãe, que é vizinha da mãe dela. Não sei como, fomos perdendo o contacto. Cidades diferentes. Amizades diferentes. Gostos diferentes. Vidas diferentes.
Eu confesso que não tive muita pena. Se em pequenas tínhamos muitas coisas em comum, à medida que nos tornámos adultas, deixámos de as ter. No entanto, não pude deixar de estranhar uma coisa: a D. foi a única pessoa do meu grupo de amigos de infância, que não telefonou para saber como estava, na altura em que fui submetida a duas grandes cirurgias no espaço de dois meses.
Qual não é o meu espanto, quando a minha mãe me diz que a D. tinha deixado, lá em casa, um convite para o seu casamento. Vejam bem.
Eu sei que as pessoas quando fazem aquelas bodas enormes horrorosas, perdem a noção do rídiculo. Perdem tudo. Em nome das aparências, são capazes de cometer as maiores atrocidades. Mas ter a lata de convidar, para o seu casamento, uma pessoa com quem não fala há cinco anos (porque não quer), é o cúmulo da hipocrisia. Como se isto não bastasse, deixou o convite dirigido a mim, na casa da minha mãe, sem me telefonar previamente, ou posteriormente. Sem nada. Deixou lá o convite e se eu quiser que lhe ligue.
É verdade que eu também lhe podia ter dito qualquer coisa, durante estes cinco anos. Pois podia. Mas não o fiz, porque não tive vontade. Mas eu, jamais em tempo algum, a convidaria para o meu casamento (isto supondo que eu pirava de vez e me casava. credo. vá de retro.)
Eu confesso que não tive muita pena. Se em pequenas tínhamos muitas coisas em comum, à medida que nos tornámos adultas, deixámos de as ter. No entanto, não pude deixar de estranhar uma coisa: a D. foi a única pessoa do meu grupo de amigos de infância, que não telefonou para saber como estava, na altura em que fui submetida a duas grandes cirurgias no espaço de dois meses.
Qual não é o meu espanto, quando a minha mãe me diz que a D. tinha deixado, lá em casa, um convite para o seu casamento. Vejam bem.
Eu sei que as pessoas quando fazem aquelas bodas enormes horrorosas, perdem a noção do rídiculo. Perdem tudo. Em nome das aparências, são capazes de cometer as maiores atrocidades. Mas ter a lata de convidar, para o seu casamento, uma pessoa com quem não fala há cinco anos (porque não quer), é o cúmulo da hipocrisia. Como se isto não bastasse, deixou o convite dirigido a mim, na casa da minha mãe, sem me telefonar previamente, ou posteriormente. Sem nada. Deixou lá o convite e se eu quiser que lhe ligue.
É verdade que eu também lhe podia ter dito qualquer coisa, durante estes cinco anos. Pois podia. Mas não o fiz, porque não tive vontade. Mas eu, jamais em tempo algum, a convidaria para o meu casamento (isto supondo que eu pirava de vez e me casava. credo. vá de retro.)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
As palavrinhas mágicas
Está tudo bem! - disse-me o médico com um grande sorriso, ao olhar para os resultados dos exames, no écran do computador. Estas são as palavrinhas mágicas, que eu adoro ouvir. É sempre assim. Nestes dias, renasço como a Fénix. Volto a fazer planos. Compro bilhetes para espectáculos. Marco fins-de-semana fora. Combino viagens. Volto a sorrir muito. É que, não havendo nada em contrário (I hope so), só volto a fazer exames médicos daqui a quatro meses. É um alívio. É um alívio que, só aqueles que tiveram a infelicidade de ter um problema de saúde grave, sentem.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
George Clooney. What else?

Eu nem sou grande apreciadora de café. Aliás, para dizer a verdade, é raro beber café. Mas quando as minhas colegas me pediram, com cara de cachorras abandonadas no meio do mato, se eu queria participar na compra de uma Nespresso, eu não tive como resistir, acreditando piamente que o George Clooney vinha incluído no pacote.
Infelizmente... dele nem sinal. Ao menos que o pusessem a entregar as cápsulazinhas do café porta a porta. Ou quando muito, pusessem uns sósias dele a fazer esse serviço.
Será que esta gente ainda não percebeu que as mulheres (e muitos homens. sim, muitos homens.) que compram a Nespresso estão todas à espera do mesmo? Será que ainda não perceberam que as mulheres que compram a Nespresso estão todas à espera de apanhar uns restinhos/vestígios/sinais do Clooney?
Alguém no seu perfeito juízo (e que não esteja à espera dos vestígios cloonescos) adquire uma máquina de café, cujo café se vende apenas numa única, uma única loja no Chiado (quase sempre com filas intermináveis), ou então por encomenda? George Clooney. What else?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Serei a única com esta opinião?

Onde é que os produtores da série "Men in Trees" tinham a cabeça, quando escolheram para papel principal a actriz Anne Heche? A sério que não percebo. Mal olho para aquela loira insípida, fico logo com urticária. Falta-lhe expressão. Falta-lhe sentimento. Falta-lhe carisma. Falta-lhe tudo para ser uma boa actriz.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Hoje...

... ao ouvir esta música, senti saudades dos tempos em que fazíamos festas nas garagens, dançávamos slows, bebíamos Pisang Ambom e acabávamos a noite (ou a tarde) a curtir (com beijinhos inocentes) com o rapaz mais giro (e com mais estilo, isso era muito importante) da festa. Eram tempos engraçados. Eram, sim senhor.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Ai que susto!
Antes :

Depois:

Assim como assim, preferia o tufinho (o seu penteado chamado "beehive" que ficou famoso em todo o lado) na ponta da cabeça.
Depois de umas férias na casa de Bryan Adams, nas Caraíbas, Amy Winehouse mudou de visual. Largou as extensões e pintou o cabelo de loiro. Talvez seja um sintoma do desejo de uma mudança na sua vida. Talvez não. Eu estou a torcer para que os escândalos relacionados com abusos de drogas, terminem por aqui.
Enquanto isso é uma incerteza, vou aproveitando para ouvir o álbum "Back to black" sem parar. É que, por este andar, tenho sérias dúvidas de que a moça tenha inspiração, disposição e voz, para outro álbum.

Depois:

Assim como assim, preferia o tufinho (o seu penteado chamado "beehive" que ficou famoso em todo o lado) na ponta da cabeça.
Depois de umas férias na casa de Bryan Adams, nas Caraíbas, Amy Winehouse mudou de visual. Largou as extensões e pintou o cabelo de loiro. Talvez seja um sintoma do desejo de uma mudança na sua vida. Talvez não. Eu estou a torcer para que os escândalos relacionados com abusos de drogas, terminem por aqui.
Enquanto isso é uma incerteza, vou aproveitando para ouvir o álbum "Back to black" sem parar. É que, por este andar, tenho sérias dúvidas de que a moça tenha inspiração, disposição e voz, para outro álbum.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Borboletas

Este menino encheu, novamente, o meu pobre estômago de borboletas. Quando eu achei que já nada fazia sentido entre nós, ele achou o contrário. Tem feito tudo para me surpreender. É um querido.
Maldita TPM
Sem dar conta, acabei de comer uma barra inteirinha de Milka Lufleé. Podia dar-me para pior. Podia agarrar numa arma e atirar a matar em todas as direcções. Vontade não faltava. Maldita TPM.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Alguém tem dúvidas?
"E agora imaginem por um segundo, um segundo apenas, que Nicolas Sarkozy era uma mulher. A fazer as coisas que ele faz, e desertar para o deserto com um namorado gatão ex-modelo da "Vogue". Depois de se ter divorciado. Imaginaram? Se Sarkozy, esse herói dos tempos modernos, fosse mulher, estaria acabado. Os comentários. Os adjectivos. Histérica, descontrolada, cinquentona, desmiolada, incapaz. Se Sarkozy fosse uma mulher, mandavam-lhe a maca ao Eliseu e tiravam-lhe os filhos."
(Clara Ferreira Alves na Revista Única desta semana.)
Então e agora o Hugo Chávez com a Naomi Campbel? Já só nos faltava mais esta.
(Clara Ferreira Alves na Revista Única desta semana.)
Então e agora o Hugo Chávez com a Naomi Campbel? Já só nos faltava mais esta.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Que bela maneira de começar o fim-de-semana
Três mitras, num carro de tuning, bateram no meu carro.
Ia muito bem a contornar a rotunda e BUUUUMM. Dei um abanão e ouvi vidros a partir.
Temi que o meu bebé ( que está quase a fazer um aninho de vida) estivesse todo partido. Mas qual quê? Deu-me uma lição de vida. Tão novinho e tão forte. Estava praticamente intacto, tinha sofrido apenas uns arranhões e uma pequena amolgadela. É o mais querido de todos os carros.
O carro dos mitras é que estava com a frente toda amolgada e com os faróis partidos. Os mitras, com o seu bonézinho e brinquinhos à Cristiano Ronaldo, estavam desolados. Afinal de que serve artilhar um carro daquela maneira, se depois acontece aquele espectáculo tão triste?
Ia muito bem a contornar a rotunda e BUUUUMM. Dei um abanão e ouvi vidros a partir.
Temi que o meu bebé ( que está quase a fazer um aninho de vida) estivesse todo partido. Mas qual quê? Deu-me uma lição de vida. Tão novinho e tão forte. Estava praticamente intacto, tinha sofrido apenas uns arranhões e uma pequena amolgadela. É o mais querido de todos os carros.
O carro dos mitras é que estava com a frente toda amolgada e com os faróis partidos. Os mitras, com o seu bonézinho e brinquinhos à Cristiano Ronaldo, estavam desolados. Afinal de que serve artilhar um carro daquela maneira, se depois acontece aquele espectáculo tão triste?
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Sarkozy esperava mais de ti

Então ofereces um anel à Carla Bruni, igual ao que tinhas oferecido à Cécilia? Piraste de vez, foi? Estás a ficar senil, só pode.
(O que a imprensa descobre. By the way, o anel é da Dior e tem o nome de Cupido. Mesmo a propósito.)
O que vale é que até levava uma lingerie bem gira
Auxiliar do médico - Pode colocar aqui as suas coisas. Vai despir-se da cintura para cima. O soutien pode deixar estar.
Kitty - Despir-me da cintura para cima???
Auxiliar do médico - Sim, da cintura para cima.
Kitty - Então... mas é uma ecografia ao pescoço. Ao pescoço. Eu até trouxe esta camisola sem gola, para não haver problemas.
Auxiliar do médico - Pois, mas o doutor pode querer ver outras coisas.
(Ai isto agora é assim??)
Kitty - Despir-me da cintura para cima???
Auxiliar do médico - Sim, da cintura para cima.
Kitty - Então... mas é uma ecografia ao pescoço. Ao pescoço. Eu até trouxe esta camisola sem gola, para não haver problemas.
Auxiliar do médico - Pois, mas o doutor pode querer ver outras coisas.
(Ai isto agora é assim??)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Falta de chá
Conheci o B. há uns meses. Desde que nos conhecemos que o B. me envia convites para jantar, que eu educadamente sempre recusei. Uns dias porque não tinha disponibilidade. Outros dias porque não me apetecia. Os convites foram tantos que eu já me sentia mal quando os recusava, é que o B. até me parece ser boa pessoa.
Ora há dias, quase um ano depois de nos conhecermos, eu fui jantar com o B. Ele sugeriu o restaurante. Combinámos as horas e lá nos encontrámos.
O jantar decorreu dentro da normalidade. O B. elogiou-me. Disse que estava muito contente porque finalmente eu tinha aceite o seu convite. Falámos de viagens. Falámos de cinema... .
No final, na altura de pagar a conta, o B., que passou estes meses todos a chatear-me para jantar, não foi capaz de se chegar à frente e pagar o raio da conta. Acabei por sugerir dividirmos a conta, e assim foi.
Eu achei indecente. Não pelo dinheiro em si. Não preciso que me andem a pagar jantares. Mas pela atitude. Eu tinha vergonha de andar meses a convidar uma pessoa para jantar, e no final não pagar esse jantar. Quando convido, pago. É uma questão de educação.
Ora há dias, quase um ano depois de nos conhecermos, eu fui jantar com o B. Ele sugeriu o restaurante. Combinámos as horas e lá nos encontrámos.
O jantar decorreu dentro da normalidade. O B. elogiou-me. Disse que estava muito contente porque finalmente eu tinha aceite o seu convite. Falámos de viagens. Falámos de cinema... .
No final, na altura de pagar a conta, o B., que passou estes meses todos a chatear-me para jantar, não foi capaz de se chegar à frente e pagar o raio da conta. Acabei por sugerir dividirmos a conta, e assim foi.
Eu achei indecente. Não pelo dinheiro em si. Não preciso que me andem a pagar jantares. Mas pela atitude. Eu tinha vergonha de andar meses a convidar uma pessoa para jantar, e no final não pagar esse jantar. Quando convido, pago. É uma questão de educação.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Alguém me explica...
... o que estava o José Cid a fazer, ontem, no Prós e Contras?
(Eu não vi o programa do princípio ao fim. Vi apenas algumas partes. Mas a dada altura, vislumbro na plateia um ser muito estranho, de óculos de sol e capachinho. "Quem será aquela figurinha ali no meio dos engravatados?" pensei eu. "Ena, é o José Cid. Mas o programa não é sobre saúde?")
(Eu não vi o programa do princípio ao fim. Vi apenas algumas partes. Mas a dada altura, vislumbro na plateia um ser muito estranho, de óculos de sol e capachinho. "Quem será aquela figurinha ali no meio dos engravatados?" pensei eu. "Ena, é o José Cid. Mas o programa não é sobre saúde?")
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Tom Ford, vai mas é roubar para a estrada
Antes do Natal, deram-me uma amostra do perfume do grandessíssimo querido Tom Ford "Black Orchid". Eu não o conhecia. Foi amor à primeira vista. O cheiro era intenso e fascinante, diferente de tudo aquilo que eu havia experimentado antes. Foi como se, de repente, ficasse coberta de orquídeas negras, raras. O meu pensamento imediato foi "vou ter de comprar este perfume".
Há dias no El Corte Inglês, lá andei eu com a sodôna Black Cat à procura do perfume. E lá estava ele. A minha intuição dizia-me que não devia ser um perfume barato. "Mas também com aquele cheiro..." pensava eu.
Meus queridos, fiquem de queixo caído como eu fiquei. O perfume custa 525 euros. Sim, leram bem. São mesmo 525 euros. Claro que mandei, logo ali, o Tom Ford às urtigas.
Tom Ford - Há gays que valem a pena

A minha atracção pelo Tom Ford é conhecida. Até já envolveu sonhos eróticos e tudo. Ele é lindo, é elegante, é muito sensual e é gay. Muito gay. Vive em união de facto há imensos anos com o jornalista Richard Buckley. É pena.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Quando eu pensava que já tinha visto tudo...

... aparece-me isto.
( Será que, se picarmos com uma agulhinha ou até mesmo com um cigarro aceso, faz ploff como um balão? Gostava de experimentar.)
sábado, 5 de janeiro de 2008
Queridos Fumadores

Caso ainda não tenham percebido, ninguém vos proíbe de entrar onde quer que seja. Portanto, não me venham falar em discriminação. Podem entrar em qualquer espaço público, como acontecia anteriormente. Apenas perderam o direito de poluir os ambientes fechados e de agredir os outros com o vosso fumo. Será difícil entender isto?
É que começo a ficar muito cansada de vos ver armados em vítimas. Como se, de repente, a vossa vida pudesse acabar, pelo simples facto de fumarem menos um cigarro, ou por terem de se deslocar ao exterior para satisfazerem o vosso vício.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Brasileiros # 2
Há dias numa bomba de gasolina, dirigi-me à caixa para pagar e o brasileiro que me atendia fez-me uma "serenata". A situação foi tão insólita que eu pensei que fosse para os "Apanhados". Mas não. Era mesmo real. O brasileiro cantou uma música para mim, daquelas muito lamechas tipo "é amor, você é linda e não sei mais o quê". Eu corei e fiquei sem fala. A única coisa que me saíu foi mesmo"Bomba 3". Paguei e saí enquanto ele continuava naquela gritaria ridícula.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Brasileiros # 1
Em matéria de mulheres, os brasileiros não se acanham. Quando se sentem atraídos por uma mulher, atiram-se descaradamente. Os portugueses não. Os portugueses, previamente, estudam o terreno. Pesam os prós e os contras. Estudam o feed back que poderão ter. Se estiverem com mais uns amigos, até podem atirar uns piropos e umas bocas foleiras. Sozinhos, pouco ou nada fazem. Os brasileiros não, sozinhos ou acompanhados, eles atiram-se de cabeça para qualquer rabo de saia. ...
Dei conta disto quando estive no Brasil. Eles não brincam em serviço. É a lei da selva. É o salve-se quem puder.
Ainda me lembro de ter a triste ideia de andar de banana (triste mesmo, para não dizer totalmente deprimente) e de sentir, em alto mar, o ataque desenfreado de um deles, sem nada poder fazer, para fugir ao seu assédio.
Mal eu me sentei na banana, já tinha um brasileiro atrás de mim, a tocar-me no cabelo, a sussurrar-me ao ouvido "humm qui cheirinho gostoso", a bombardear-me com perguntas, a tocar-me por todo o lado (blhéc). Não parava.
Eu, inocentemente apavorada com aquilo, disse: "importa-se de parar com isso? está a ser muito inconveniente." Ele apenas respondeu: "oiii?". Como ele não percebia nada do que eu dizia, fiz a minha cara nº 32, ao mesmo tempo que lhe dava um safanão no braço. Foi o mesmo que nada. Eu já estava com medo. Já a fazer filmes acerca do que podia ali acontecer, em cima daquela triste banana. É que se ele tivesse a cara do Gianechinni era uma coisa. Mas não, não era o caso. Ele era mais do género Ronaldinho Gaúcho.
A história terminou comigo, de trombas, dentro do barco que puxava a banana, e com outro dos brasileiros (que conduzia o barco) a gritar e a dar risadinhas "oh portuuuga, banana nunca mais".
Dei conta disto quando estive no Brasil. Eles não brincam em serviço. É a lei da selva. É o salve-se quem puder.
Ainda me lembro de ter a triste ideia de andar de banana (triste mesmo, para não dizer totalmente deprimente) e de sentir, em alto mar, o ataque desenfreado de um deles, sem nada poder fazer, para fugir ao seu assédio.
Mal eu me sentei na banana, já tinha um brasileiro atrás de mim, a tocar-me no cabelo, a sussurrar-me ao ouvido "humm qui cheirinho gostoso", a bombardear-me com perguntas, a tocar-me por todo o lado (blhéc). Não parava.
Eu, inocentemente apavorada com aquilo, disse: "importa-se de parar com isso? está a ser muito inconveniente." Ele apenas respondeu: "oiii?". Como ele não percebia nada do que eu dizia, fiz a minha cara nº 32, ao mesmo tempo que lhe dava um safanão no braço. Foi o mesmo que nada. Eu já estava com medo. Já a fazer filmes acerca do que podia ali acontecer, em cima daquela triste banana. É que se ele tivesse a cara do Gianechinni era uma coisa. Mas não, não era o caso. Ele era mais do género Ronaldinho Gaúcho.
A história terminou comigo, de trombas, dentro do barco que puxava a banana, e com outro dos brasileiros (que conduzia o barco) a gritar e a dar risadinhas "oh portuuuga, banana nunca mais".
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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